“O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.”
Sabedoria Oriental
“O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.”
Sabedoria Oriental
“O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.”
Sabedoria oriental
Nesse momento de vácuo e instabilidade no poder, em Mossoró, fica fácil distinguir cachorro de gato, no Palácio da Resistência (sede da prefeitura).
Gato gosta da casa; cachorro, do dono – atesta um adágio japonês.
Uns, por sua natureza, sempre paparicam o prefeito (a) de ocasião. Zelam pela “sombra” na boa casa; outros, na verdade, são fieis à pessoa (gente rara).
Qualquer dúvida, é só olhar o ostracismo a que foi relegada a ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB)…
Saber separar gato de cachorro e utilizá-los no que possuem de melhor, é tarefa para líderes e não chefes, que costumam misturar as pelagens e terminam vítimas dos gatos, por não valorizarem os cachorros.
É a sapiência oriental que nos ensina…
Aprendamos!
Os japoneses tem um axioma milenar, que particularmente contesto, por conhecer bem os animais postos em comparação, numa analogia aos homens. Mesmo assim, o conceito merece ser repetido:
– Cachoro gosta do dono; gato gosta da casa.
Nesses tempos de quase transição do poder numa certa cidade do interior do Rio Grande do Norte, é fácil perceber o movimento dos ‘felinos’. Transitam entre salas, cubículos, escadarias, salões, mesas e cadeiras.
Não vêem a hora de encontrar os novos ‘donos’ para se enroscarem entre suas pernas. Precisam ser simpáticos.
Eles querem continuar na ‘casa’.