Num momento delicado da economia e vida social do país, Mossoró não é uma exceção. Não pode ser vista como uma ilha de prosperidade, pujança e em qualidade de vida.
Mesmo assim, parece que em vez de agir para reverter ou atenuar esse quadro, faz exatamente o contrário. Por isso, é bom que todos paremos, reflitamos e repensemos o que tem ocorrido por suas ações ou omissões.
Setor público e privado que se cuidem, se somem. Sociedade civil organizada (e desorganizada), abra o olho.
Inaceitável – por exemplo – que centenas de comerciantes informais, os camelôs, passem a ser tratados como marginais (veja AQUI) e jogados de um lado para outro sem condições adequadas de trabalho.
Também injustificável que Mossoró, uma cidade polo que desde a grande seca de 1877/1878/1879 (século XIX) se transformou num entreposto comercial de referência no Nordeste e país, agora crie dificuldades para milhares de pessoas que diariamente afluem para a cidade, com dinheiro à mão, comprando produtos e serviços.
Essa é a mais nova “medida” que a Prefeitura organiza (veja AQUI), limitando tráfego de milhares de táxis, vans e veículos alternativos que despejam diariamente pessoas de municípios do próprio RN, Paraíba e Ceará em seu comércio, indústria e prestadores de serviços diversos.

Em Pernambuco é diferente. Temos um caso especial em que poder público e iniciativa privada se somam. O shopping popular “Moda Center” de Santa Cruz do Capibaribe precisa ser conhecido.
Dez mil pontos comerciais
Localizado em Santa Cruz do Capibaribe (PE), o Moda Center Santa Cruz é o maior centro atacadista de confecções do Brasil. Ele reúne mais de 10 mil pontos comerciais, entre boxes e lojas, onde são comercializadas peças no atacado e no varejo.
O mix inclui de produtos populares a artigos mais trabalhados.
Nos períodos de maior movimento, o local chega a receber mais 150 mil clientes por semana, vindos de todo o País. As feiras no Moda Center acontecem sempre às segundas e terças, das 7h às 18h. Porém, nas altas temporadas (a partir da segunda quinzena de maio e durante todo o mês de junho, assim como em novembro e dezembro), o centro de compras também abre aos domingos, sempre no mesmo horário.
Não há feira de quarta a sábado, mas dezenas de boxes e lojas abrem de acordo com a determinação de cada comerciante.
O parque disponibiliza seis praças de alimentação com restaurantes e lanchonetes, estacionamento gratuito para seis mil veículos e rede de hotéis e dormitórios.
O centro oferece ainda posto ambulatorial, farmácia, caixas eletrônicos, banheiros, carrinhos de compras, sistema de som, rádio e TV internos, circuito de segurança, balcão de informações e muito mais.
Veja AQUI.