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Morre em Mossoró o poeta, compositor e cantor Zé Lima

Zé Lima, nome com variados dotes artísticos (Foto: reprodução de rede social)
Zé Lima, nome com variados dotes artísticos (Foto: reprodução de rede social)

Internado desde o dia passado no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) em Mossoró, o cantor, compositor e poeta José Ivan de Lima, o “Zé Lima”, 67 anos, faleceu nesta sexta-feira (07). Estava com complicações respiratórias e cardíacas, chegando a ser intubado.

Nascido em Santana do Matos, Zé Lima chegou na adolescência a Mossoró e investiu em carreira artística no eixo Rio de Janeiro-São Paulo, ainda muito jovem. Em retorno à região, investiu na produção artística e chegou a capitanear um programa de televisão – Coisas do Sertão – que estava no ar desde 2008 na TV Cabo Mossoró (TCM Telecom), Canal 10.

Gravou diversas mídias musicais LP’s, CD’s etc., produziu jingles de campanhas políticas e comerciais, bem como teve sucesso em vários festivais musicais. Ainda enveredou pela literatura de cordel e produção de eventos.

Era casado e pai de cinco filhos.

O cantor e compositor mossoroense André da Matta homenageia o artista, com postagem em redes sociais, da melhor forma possível.  Com poesia:

Quando morre um poeta,
O mundo sai da rotina.
As palavras não se encaixam.
A poesia perde a rima.
A tristeza toma conta.
Escurece até o clima.
Obrigado, meu Poeta!
Vai com Deus…
Mestre Zé Lima!

Te amo!!! Gratidão por tudo!!!

O velório acontece na Funerária Plasp, na Rua José Negreiros, 340, Centro de Mossoró.

Família não informou ainda o horário, local e data do sepultamento.

Compacto duplo gravado por ele, com nome artístico de "Lima Júnior", em 1977 (Reprodução de redes sociais)
Estreia com compacto duplo gravado com nome artístico de “Lima Júnior”, em 1977 (Reprodução de redes sociais)

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Nota do Blog – Zé era uma das raras pessoas nesse mundo que me tratava por “Carlinhos”, sempre com aquela voz arrastada, lábios formando bicos, para prosear, declamar seus versos ou cantar. Nas incontáveis vezes em que esbarrávamos por aí, nesse mundão de meu Deus, era sempre uma conversa maneira. Às vezes, poética.

Descanse em paz, velho.