Ana Ruth e Sara Vasconcelos (Tribuna do Norte)
Os efeitos das medidas emergenciais anunciadas há 41 dias, pelo Governo do Estado, para melhorar o atendimento hospitalar na rede pública ainda são tímidos e pouco mudaram a situação de escassez, improvisos e sofrimentos no Hospital Walfredo Gurgel.
Na tarde de ontem, 103 pacientes estavam distribuídos em macas pelos corredores – 48 deles eram da ortopedia – à espera de vagas para transferência.
No Centro de Recuperação de Operados (CRO) existiam 10 pacientes em macas. E, na Reanimação, 17 estavam entubados sem receber qualquer tipo de sedativos e também à espera de vagas em UTI’s. Segundo a direção do HWG, os problemas no desabastecimento da farmácia – outro item em falta eram anestesias peridural para pequenas cirurgias – deverão ser superados em setembro.
Apesar disso, o secretário estadual da Saúde, Isaú Gerino, diz que continua no cargo. Mas se esquiva quando é perguntado se tem dificuldade de despachar com secretários estratégicos, como Obery Júnior, do Planejamento.
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