Uma das estratégias à melhoria – ou tentativa – do combate à violência, no Rio Grande do Norte, está em estudo na Secretaria da Segurança Pública. A questão é levantada minuciosamente.
Sob a batuta da delegada civil Kalina Leite Gonçalves, essa pasta poderá utilizar modalidade de agrupamento policial por microrregiões.
Verdadeiramente não é uma fórmula genial, mas a que pode parecer possível diante da incapacidade de contratação de mais pessoal.
Só na Polícia Militar, o déficit é de cerca de 4 mil homens.
O jeito é se virar com o que tem. Assim, muitos municípios que são “servidos” precariamente por dois ou três policiais, podem ficar sem nenhum.
A saída é organizar a polícia (civil e militar) por regiões, fracionadas, com equipamentos, armas e veículos que possam responder a comandos diversos.
Até aqui, o que o Governo anunciou não tem qualquer consistência, porque falta o básico: recurso financeiro.
O Governo Federal pode ter participação maior e mais direta na política de combate à violência, não sendo apenas um mero repassador de recursos aos estados. Isso já é discutido no Planalto (veja AQUI).
Sozinho, o RN e qualquer outro estado federado podem muito pouco. Ou quase nada.
