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Coligação de Rosalba Ciarlini tenta barrar pesquisa eleitoral

A pesquisa registrada (veja AQUI) pelo Seta Instituto de Pesquisas Ltda, do Natal, nessa última segunda-feira (26), sobre disputa à Prefeitura de Mossoró, está sob questionamento na Justiça Eleitoral.

A Coligação Força do Povo, que abriga a candidatura a prefeito da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), entrou com representação na 34ª Zona Eleitoral, para impedir sua divulgação.

Representação foi protocolizada na tarde de ontem contra a pesquisa a ser veiculada pela TCM

Caberá ao juiz titular da 34ª, Cláudio Mendes Junior, se pronunciar sobre o caso.

O intrigante, é que a matéria corre “em segredo de Justiça”, algo inusitado em campanhas mossoroenses.

A coleta de dados para a pesquisa do Seta ficou definida para ontem (quarta-feira, 28) e hoje (quinta-feira, 29), tendo 600 entrevistados.

O técnico responsável é o estatístico Galttieri Ferreira Tavares.

A sua divulgação está acertada com a TV Cabo Mossoró (TCM) para o dia 2 (data das eleições), às 7h30, em sua programação especial denominada de “Vota Mossoró”.

Pesquisa Ipespe e Jornal de Fato

Noutra frente, o Jornal de Fato anunciou pesquisa para divulgação no próximo dia 1º de outubro, sábado, que é véspera das eleições (veja AQUI).

Mas o trabalho foi registrado duas vezes na Justiça Eleitoral, em face da confusão em torno da desistência da candidatura do prefeito Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”.

As entrevistas foram feitas nos dias 21 e 22, respectivamente quarta e quinta-feira passadas, ouvindo 400 pessoas.

O Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE) fez registro inicial no dia 24 (sábado), sem a inclusão do nome do candidato “desistente” .  No dia seguinte (domingo, 25), fez outro com a inclusão do seu nome.

A escassez de pesquisa nesta campanha, é um contraste com o que ocorreu em 2012 em Mossoró, quando houve divulgação de 18 pesquisas (veja AQUI).

Durante toda a campanha houve uma enxurrada de divulgação de números de supostas pesquisas, se utilizando redes sociais como forma de propagação e propaganda.

Também houve caso específico de divulgação de números supostamente inverídicos, sem registro, em linguagem cifrada (dissimulada). Existem dois jornalistas ligados à Força do Povo que foram condenados àmulta no valor de 60.000 UFIRs (R$ 63.846,00), cada um.

A sentença é do juiz Cláudio Mendes Júnior publicada na última segunda-feira (26).

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