Vendo o contorcionismo do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para se manter no cargo e com o mandato, lembro do ex-presidente Severino Cavalcanti que cobrava “toco” de 10 mil/mês de um empresário que arrendou restaurante na sede desse poder.

Renunciou para não ser cassado por esse ‘pequeno’ deslize.
Foi mostrada em rede nacional uma cópia ampliada do cheque compensado, utilizado para pagar-lhe o mensalinho. Em 21 de setembro de 2005, o pernambucano Severino Cavalcanti renunciou a seu mandato de deputado federal em decorrência das denúncias.
Sebastião Buani, que administrava o restaurante da Câmara, acusou Severino de cobrar-lhe a mensalidade de 10 mil reais sob a ameaça de fechar o restaurante dele.
Hoje, Cunha aparece a todo momento enroscado em milhões e milhões no Brasil, Suíça e o escambau.
Mas continua lá, presidente da chamada Baixa Câmara.
Resiste a todo cerco à sua cassação.
Diante dele, Severino é realmente um batedor de carteiras.
Cunha, um ladravaz sem limites.
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