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Mobilização organiza protesto contra Robinson Faria

A visita do governador Robinson Faria (PSD) a Mossoró, com programação administrativa (veja AQUI) de amanhã até sexta-feira (13), após quase um ano sem cumprir agenda dessa ordem na cidade, será objeto de protesto público.

Segmentos da Saúde preparam mobilização para o segundo dia de visita do governador e sua comitiva, às 8h da quinta-feira (12), em frente ao Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

Convocação reprova fechamento de hospitais (Reprodução)

Convocação vem sendo feita pelo Sindicato dos Servidores da Saúde (SINDSAÚDE-MOSSORÓ).

Querem fazer ato contra fechamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correira e Hospital da Polícia.

Veja abaixo:

O Sindsaude Mossoró faz um chamado às entidades  de classe e a população  de insatisfeitos com o governo Robinson Faria  em Mossoró, que se declarou inimigo da saúde  pública  e dos pobres ao fechar dois hospitais regionais  (Hospital da Polícia e Hospital da Mulher) na cidade, e ameaçar ainda o fechamento  do Hospital  de Apodi e em outras cidades do interior. Não aceitamos, nem aceitaremos!

Todos ao ato público em recepção  ao governador, quinta – feira 12/01, a partir das 08h, em frente ao Tarcísio Maia.

Mossoró não foge à luta!

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Movimento cobrará funcionamento de hospital em Mossoró

O Sindicado dos Trabalhadores da Saúde do Estado do Rio Grande do Norte (SINDSAÚDE-RN)) organiza movimento amanhã em frente ao Hospital da Polícia Militar em Mossoró. Mobilização contra sua iminente desativação. Será às 14h.

Desde a semana passada que o Governo do Estado determinou a transferência de todos os seus funcionários civis para o Hospital Regional Tarcisio Maia (HRTM) – veja AQUI.

Essa unidade hospitalar tem prestado apenas serviços ambulatoriais desde a gestão Rosalba Ciarlini (PP), pois não dispõe de equipe suficiente para ampliar atendimento.

O Hospital da Polícia foi inaugurado em 1977 no Governo Tarcísio Maia.

Grevistas da Saúde fazem “aniversário” de movimento

Servidores da Saúde promovem ato público em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Saúde (SESAP), à manhã de hoje na Avenida Deodoro da Fonseca, Cidade Alta, em Natal..

Marcam os 80 dias do movimento grevista, completados neste domingo (30).

“O governo negou a reposição salarial e não cumpriu os compromissos que assumiu nas negociações, como a mudança de nível”, denuncia Simone Dutra, coordenadora-geral do Sindsaúde-RN.

Uma nova audiência de negociação está marcada para esta terça-feira (01), às 17h, na Governadoria.

Os servidores farão uma vigília durante todo o dia.

“Esperamos que o governo garanta o que havia prometido e avance em uma proposta de reajuste, como fez para a UERN”, afirma Simone.

Servidores de hospital farão protesto

Na próxima quarta-feira (13), os servidores do Hospital Ruy Pereira, na Zona Sul de Natal, realizarão um protesto contra a sobrecarga de serviços e por condições de trabalho.

O ato faz parte do calendário de atividades da campanha salarial, aprovado na última assembleia dos servidores do estado, no dia 7 de maio.

As condições de trabalho no hospital são precárias, devido ao déficit de pessoal, os servidores estão sobrecarregados e fazem dobra de serviço, prejudicando a própria saúde, faltam também medicamentos e materiais.

Com informações do Sindsaúde.

Prefeitura deve rever enquadramento de agentes de endemias

Mandado de Segurança Coletivo impetrado pelo Sindicado dos Trabalhadores da Saúde do Estado do Rio Grande do Norte (SINDSAÚDE-RN) foi julgado procedente pelo juiz Cleanto Fortunato da Silva. A ação tramita na Vara da Fazenda Pública de Mossoró, tendo como requerido o Chefe do Executivo Municipal. A autoridade deverá promover, em até 30 dias, o enquadramento dos Agentes de Combate às Endemias nos termos do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração em vigor.

A entidade sindical alega que esses agentes, que tiveram seus cargos criados pela Lei 2235/2006, não foram efetivamente enquadrados no Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores efetivos do Grupo Ocupacional da Saúde. O impetrado, em sua defesa, suscitou, entre outras coisas, carência da ação em razão da ausência de capacidade processual do Sindicato por não possuir registro junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, argumento pelo julgador.

Omissão da Prefeitura

Após dizer que o Mandado de Segurança encontra previsão no texto constitucional, Cleanto Fortunato da Silva explicou que esse tipo de ação tem por fundamento, a omissão do Poder Público no exercício de atribuição que lhe é própria e que resulta, neste caso, em lesão a direito da categoria.

O dispositivo da sentença afirma que o Prefeito do Município de Mossoró deverá promover o enquadramento dos Agentes de Combate às Endemias nos termos do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos servidores efetivos do Grupo Ocupacional da Saúde, instituído pela Lei Complementar nº 020/2007, com vencimento previsto em seu Anexo I, Classe “B”.

Os efeitos patrimoniais indiretos são devidos desde a data do ajuizamento da ação. A administração deverá arcar ainda com o pagamento das custas processuais.

Veja matéria AQUI.