A prefeita de Baraúna, Lúcia Nascimento (PMDB), cortou os salários dos servidores da educação que estão em greve. A chefe do Executivo vinha ameaçando cortar o ponto dos grevistas, o que os deixaria sem seus vencimentos, fato que acabou se concretizando.
Para o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Baraúna (SINDISERB) a decisão arbitrária porque não foi decretada ilegalidade da greve, não houve aviso prévio e corte de ponto de não se aplica a professores, que têm a obrigação de repor os dias parados, independente do motivo que causou essa paralisação.
A paralisação dos servidores da educação de Baraúnas já dura quase um mês. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial e melhorias na educação da cidade que, segundo o sindicato, vive um verdadeiro caos.
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