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Médicos do município fazem movimento nessa terça-feira

Os médicos do município de Natal estão em nova paralisação de suas atividades. Hoje e amanhã, pelo menos.  O motivo é o não cumprimento da implementação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV).

A categoria que já decretou estado de greve faz paralisação total dos serviços de ambulatório e do Programa Saúde da Família (PSF). Nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital Municipal só serão atendidos os casos de emergência. Já as maternidades devem encaminhar os pacientes para unidades de saúde do estado.

Além da paralisação, a categoria está organizando um ato público para essa terça-feira (18). O ato será uma caminhada com concentração no Sinmed RN (SIndicato dos Médicos), na Rua Apodi, a partir das 8h, seguindo até a sede da Prefeitura de Natal.

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Anestesiologistas poderão parar atividades sexta-feira

Os anestesiologistas de Mossoró, que atendem nas unidades municipais de saúde, podem paralisar os procedimentos a partir do próximo dia 15. A informação é do Drº Ronaldo Fixina, diretor Administrativo e Técnico da Clínica de Anestesia de Mossoró, com a qual a prefeitura tinha um contrato firmado para a manutenção deste serviço.

De acordo com o médico a insatisfação tem dois motivos principais, grandes atrasos nos pagamentos e o fim do contrato com a prefeitura, desde meados de julho, sem renovação ou qualquer apontamento de interesse por parte da prefeitura.

“Atraso grande”

“Estamos com atraso grande no pagamento da produção (AIH) de março a julho deste ano, os plantões da Casa de Saúde Dix Sept Rosado estão atrasados de fevereiro a julho, com exceção do mês de abril quando o pagamento foi realizado”.

Mesmo com o contrato encerrado os médicos continuaram realizando as anestesias com a esperança de receber todas as parcelas da dívida referente ao ano passado, que deveria ser paga em 5 vezes, no entanto este acordo também não foi cumprido até o fim pela prefeitura.

Com informações do Sindicato dos Médicos do RN (SINMED/RN)

 

Justiça determina suspensão de greve durante Copa do Mundo

A Procuradoria Geral do Município do Natal entrou com ação no Tribunal de Justiça do RN (TJRN), para impedir a continuidade da greve dos médicos do município de Natal durante a Copa do Mundo.

O desembargador Francisco Saraiva Dantas Sobrinho emitiu despacho favorável a ação e estipulou, caso haja descumprimento da decisão, a penalidade de uma multa diária de R$ 20 mil, além de cobrança de R$ 2 mil aos presidentes dos sindicatos, individualmente.

Por este motivo, o Sindicato dos Médicos do RN (SINMED/RN), informa à população que, a princípio, suspende a greve a partir do dia 12 de junho e retorna a partir do dia 31 de julho, como determinado na ação.

Porém, a assessoria jurídica do sindicato irá recorrer da decisão para que o direito de greve do trabalhador não seja desrespeitado.

“A ação é autoritária e vai contra um direito constitucional dos servidores. Lutamos pelo que é justo e não podemos ser penalizados por isso”, declarou o presidente do Sinmed RN, Geraldo Ferreira.

Médicos param por falta de condições de trabalho

Hoje pela manhã (14) médicos de várias especialidades do hospital Santa Catarina, na zona norte de Natal, pararam o atendimento por falta de condições de trabalho.

A unidade de saúde está praticamente de portas fechadas por falta de material para atendimento dos pacientes e exames básicos.

Algumas das solicitações feitas pelos médicos há mais de 15 dias e que ainda não foram atendidas pelo governo do estado são lap cirúrgico, lap de parto, sonar, exames laboratoriais, ultrassonografia e clamp de cordão.

Obstetras, anestesistas e neonatologistas entregaram o plantão hoje à direção do hospital e não tem previsão para o retorno das atividades.

Com informações do Sindicato dos Médicos do RN (SINMED).

 

Falta de pediatras ameaça atendimento em hospitais

Atualmente, o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel – maior unidade pública de saúde do Rio Grande do Norte – dispõe de 13 pediatras, onde quatro estão de licença médica e um com licença prêmio (todos com previsão de aposentadoria após a licença), e ainda um profissional de férias. Destes, apenas cinco possuem carga horária de 40 horas semanais.

Devido a essa carência de profissionais, na próxima segunda-feira (28), durante toda a manhã, não haverá médicos para cobrir a escala de atendimento pediátrico do Walfredo Gurgel. Já na quinta-feira (31), a preocupação é ainda maior, pois não terá profissionais ao longo de todo o dia, o que compromete os setores de Pronto Socorro, Enfermaria e o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) da Unidade.

Já no segundo maior hospital do Estado, Deoclécio Marques, e no Hospital Santa Catarina, a situação é ainda mais difícil, pois as escalas médicas não conseguem ser preenchidas até o final de cada mês, situação que se repete desde o início do ano.

Concurso

Este fato ocasionou, desde ontem (23), a suspensão dos atendimentos pediátricos nos dois os hospitais.

Atualmente, o Deoclécio Marques conta com dez pediatras, sendo apenas seis com carga horária de 40 horas semanais, onde uma médica está de licença médica e outra está de férias. No Santa Catarina, a grande preocupação é com as constantes aposentadorias, sendo um total de sete apenas neste ano. No geral, o Santa Catarina dispõe de 18 pediatras. Todavia, existem dois profissionais de licença médica, uma de licença maternidade e outra com licença prêmio.

Médicos do estado questionam a ausência de concursos públicos pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap), a fim de repor o déficit de profissionais, além da falta de atratividade destes concursos para os médicos mediante a baixa remuneração.

Com informações do Sindicato dos Médicos (Sinmed/RN).

Sindicato de Médicos acusa Governo de agir com “má-fé”

As relações entre Governo do Estado e médicos continuam esgarçadas. Agora, uma nota do Sindicato dos Médicos (SINMED) acusa o Governo de agir com “má-fé”, distorcendo informações.

Veja a nota abaixo:

O Sinmed RN informa a população que a proposta entregue a Sesap, com o escalonamento em três anos para a implantação do Piso Fenam, prevê o salário mínimo para a categoria e em nenhum momento foram discutidos, entre sindicato e governo, adicionais ou gratificações .

De acordo com o planejamento proposto pelo Sinmed RN, o salário inicial do médico para a jornada de 20h passaria de R$ 2.512 (atual) para R$4.221 em 2014, R$ 5.427,50 em 2015 e, finalmente, ficaria em R$ 6.405,77 em 2016, quando o governo adicionaria a última etapa do escalonamento.

Os valores divulgados esta semana pela Secretaria de Saúde Pública do RN revela a má fé de quem não está negociando honestamente com os trabalhadores. A tabela do Piso Fenam foi apresentada ao secretário de saúde no dia 05 de maio, durante rodada de negociação – que foi paralisada durante meses pelo governo – e apresentou novamente ao secretário adjunto na retomada das negociações, dia 19 de agosto.

A Sesap tem colocado para a população valores que o Sinmed RN considera absurdos e entendemos que a verdade precisa ser restabelecida.

 

Médicos organizam paralisação à próxima semana

Em assembleia realizada nessa segunda-feira (19), no Sindicato dos Médicos (SINMED), em Natal, os médicos do Município e do Estado decidiram paralisar todas as atividades no próximo dia 27 de agosto (terça-feira). Neste dia acontece também uma manifestação, com concentração às 9h no Centro Clínico Zeca Passos e caminhada até a sede da prefeitura, na Cidade Alta.

Os médicos do Estado aprovaram, durante a assembleia, indicativo de greve.

Na próxima segunda-feira (26) uma nova assembleia será realizada, às 19h no Sinmed, para definir os rumos da greve.

A principal reivindicação da categoria é melhor condição de trabalho, com equipamentos e insumos básicos nas unidades de saúde.

O ponto eletrônico também tem sido contestado pela categoria, que exige o salário adequado à carga horária para que o ponto possa ser cumprido.

Os médicos do município e do estado devem preparar relatórios sobre a falta de condições de trabalho e estrutura nas unidades de saúde para encaminhar ao Ministério Público. E no dia 27/8 os profissionais também realizam 1 hora de paralisação total nos atendimentos.

Com informações do Sinmed.

Médicos decidem fazer paralisação de advertência

Reunidos em assembleia, os médicos do município de Natal definiram realizar uma paralisação de advertência nesta quarta e quinta, dias 7 e 8 de novembro.

Os profissionais reivindicam o salário do mês de outubro, que ainda não foi pago. Com a paralisação, os ambulatórios não funcionarão e os atendimentos de urgência serão reduzidos para 30%.

Caso não ocorra o pagamento até a quarta-feira (7), o movimento poderá se estender.

O Sinmed (Sindicato dos Médicos) encaminhará na manhã desta terça-feira (6) um ofício notificando a Secretaria Municipal de Saúde sobre a paralisação, bem como solicitando uma audiência para discutir as pendências relacionadas aos médicos.

Os médicos também reivindicam o pagamento do terço de férias e o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário.

“Marcha Todos Pela Saúde” sairá no 7 de Setembro

Em protesto contra as precárias condições do setor público de saúde no Rio Grande do Norte, a Marcha Todos pela Saúde será realizada nesta sexta-feira, 07 de setembro.

Iniciativa do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN), em parceria com outras entidades, a caminhada será iniciada às 8h30 na praça Sete de Setembro (em frente à Assembleia Legislativa) e seguirá até a Praça Cívica.

Em assembleia realizada na noite desta terça-feira (04), na sede do Sinmed, representantes de outros sindicatos da saúde, de conselhos regionais, e dos estudantes, além de médicos do RN, decidiram os últimos detalhes para a realização da marcha.

O protesto pretende cobrar dos poderes públicos ações voltadas às unidades médicas do estado.

O Sinmed convoca trabalhadores do setor, organizações sociais, centrais sindicais, estudantes e a sociedade para participar da caminhada em defesa de uma saúde pública de qualidade.

“O descaso dos governos com a saúde pública está tornando a população fragilizada, refém dessa situação escandalosa. Essa manifestação é um chamado aos gestores para que se cumpra a letra da constituição, onde a saúde é um dever do estado, um direito dos cidadãos”, disse o presidente do Sinmed, Geraldo Ferreira.

Com informações do Sinmed/RN.

Estado de calamidade é caminho à destruição da Saúde

O Sindicato dos Médicos (SINMED/RN) tem opinião institucional sobre o  decreto que dispõe sobre o estado de calamidade na saúde pública do Estado, publicado hoje no Diário Oficial do Estado pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Veja abaixo:

O Sindicato dos Médicos do RN acompanha atentamente os acontecimentos. O estado de calamidade é um fato provocado por sucessivos governos, inclusive o atual, que não priorizaram a saúde.

O sucateamento da máquina pública segue invariavelmente um roteiro que ao fim apresenta como solução mágica as terceirizações, privatizações e a vilanização da figura dos trabalhadores, mais intensamente a do médico.

Esperamos que a decisão do governo de decretar calamidade não venha a esfriar a investigação da terceirização do Hospital da Mulher, em Mossoró, nem as sucessivas manifestações de entidades para que o governo assuma a gestão de suas unidades, dispensando a intermediação de terceiros.

Temos a expectativa de que a medida não sirva para aprofundar mais ainda a deterioração do sistema, contestado em todo Brasil, de destruição da rede pública e favorecimento a privatizações.

Os sinais emitidos pelo governo são os mesmos de sempre, fala em ponto eletrônico, numa manobra para responsabilizar o médico por escalas incompletas, não fala em suspender o contrato com a Associação Marca, caracterizando pela calamidade a situação emergencial e, pior, sinaliza a entrega da área do estádio Juvenal Lamartine à especulação imobiliária, em troca da construção de um hospital na zona norte, em parceria público-privada.

Na visão do Sinmed esse não é um caminho para resgatar o serviço público, senão para destruí-lo de vez.

Não nos furtaremos a colaborar em políticas que fortaleçam o serviço público e o direito constitucional de atendimento a saúde que a população tem, mas não nos comprometeremos com medidas que afrontem a lei, mesmo frente a uma decretação de calamidade, crônica na verdade, cujos poderes e instrumentos sejam utilizados para políticas destruidoras do próprio sistema que tenta proteger.

Geraldo Ferreira Filho – Presidente do Sindicato dos Médicos do RN

Hospitais do Estado podem sofrer interdição

Fundamentados nos Boletins de Ocorrência registrados nas delegacias de polícia do estado, no mês de maio deste ano, que denunciou o desabastecimento e a falta de estrutura das unidades hospitalares do RN (Walfredo Gurgel, Giselda Trigueiro, Maria Alice, Santa Catarina e Tarcísio Maia), o Sinmed (Sindicato dos Médicos) iniciará na próxima semana interdição de setores hospitalares que não apresentam condições mínimas para o exercício profissional, nas cidades de Natal e Mossoró.

São vários os setores problemáticos, o que levaria praticamente a interdição completa das unidades de saúde, porém o Sinmed, juntamente com os médicos, entendem que os serviços devem ser desativados por etapas.

Os primeiros hospitais a sofrerem interdição serão o Santa Catarina e o Tarcísio Maia, já na próxima terça-feira, 10/07. As outras unidades sofrerão a medida no decorrer da semana, são elas Walfredo Gurgel, João Machado, Giselda Trigueiro e Ruy Pereira.

O intuito da interdição é alertar o governo para que corrija emergencialmente as situações críticas, devolvendo condições para que os serviços possam ser prestados normalmente a população.

COm informações do Sinmed/RN

Hospital João Machado vive outro dia de caos

“A população do Rio Grande do Norte continua sofrendo com o descaso da saúde pública no estado. O caos se espalha por todos os setores, faltam leitos, insumos e profissionais para atender as demandas nos hospitais. Os médicos continuam em greve (50 dias) e não recebem uma resposta do governo”. O alerta é feito pelo Sindicato dos Médicos (SINMED/RN).

Hoje (terça-feira, 19), “a situação gravíssima pôde ser vista no hospital psiquiátrico João Machado, onde existem 35 leitos e 50 pacientes internados. Fazendo as contas, sobram 15 pacientes sem leitos aguardando vaga. Enquanto isso, estes pacientes estão no conhecido leito-chão, deitados em colchão no chão”, relata comunicado oficial do sindicato.

A médica plantonista Louise Seabra entrou em contato com o Sinmed para denunciar a problemática enfrentada pelos profissionais que querem atender aos pacientes, mas não tem as condições necessárias para isto.

Hoje, devido a movimentação no hospital João Machado, a médica fechou as portas do pronto-socorro, atendendo apenas as emergências. “É difícil tomar uma atitude dessas, sei que quem procura o hospital realmente necessita de atendimento, mas não tenho como atender a tantos pacientes sozinha”, disse Louise.

A médica informou que nos turnos da manhã e noite só tem um plantonista e a tarde são dois. Segundo ela, número insuficiente de profissionais para atender a demanda.

Saúde fará protesto e denúncia contra o Estado

Amanhã (sexta-feira, 18/05), às 9h, os sindicatos médicos do estado (Sinmed, Sindsaúde e Soern) realizam manifestação em frente ao Hospital Walfredo Gurgel, contra a precariedade dos serviços públicos de saúde.

Após a manifestação, às 9h30, os sindicatos seguem em caminhada até a Delegacia de Polícia (a decidir, se da Região ou de Defesa Patrimonial), lavrar Boletim de Ocorrência contra a Secretaria de Saúde Pública do Estado, nominando a secretária Dorinha Burlamaqui.

O B.O. será registrado devido aos riscos que a Sesap deixa os pacientes correr pela falta de leitos, medicamentos e vagas em UTI neste hospital.

Os sindicatos esperam que as autoridades convoquem os responsáveis por esta calamidade em que se encontra a saúde no RN e procedam as medidas cabíveis para salvaguardar o atendimento adequado a população.

É esperado também que se ofereça a denúncia ao Ministério Público sobre os riscos que a população sofre ao ficar exposta a tamanho descaso.

Entidades médicas repudiam nomeações do Estado

O Sindicato dos Médicos e o Conselho Regional de Medicina do RN estão amuados. Não gostam do modelo de gestão que o Governo do Estado passou a adotar, para nomeação em cargos do setor de Saúde Pública.

Daí nasceu uma nota oficial, veiculada nesta quinta-feira (18).

A nomeação de não-médicos para regionais de saúde em Caicó e Santa Cruz, seguindo a velha receita do compadrio politiqueiro, irrita essas entidades.

Veja a nota abaixo:

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte e o Sindicato dos Médicos do RN – Sinmed/RN lamentam profundamente que, em plena luta pelo resgate da profissão e da dignidade médica, o Governo do Estado faça nomeação de profissional não-médico como representante da classe, conforme publicação do Diário Oficial do Estado, no de 07 de maio de 2011, na página 03.

As duas entidades entendem que: Atos administrativos são de competência da Chefe do Executivo, entretanto, repudiam a nomeação de profissional não médico como representante da classe médica.

Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte – CRM/RN Sindicato dos Médicos do RN – Sinmed/RN