A vereadora Sandra Rosado (PSB) anunciou nessa segunda-feira (6) em reunião (veja AQUI) no plenário da Câmara Municipal de Mossoró, que “abriu mão” do seu salário (subsídio, que é a retribuição pelo exercício público) correspondente ao cargo.
Em tese, atuaria sem receber nada pelo mandato.
Não é bem assim. Vejamos.
Na verdade, incompatibilidade legal a levou a fazer essa opção, sem maiores perdas.
Sandra, a propósito, é aposentada pela Câmara Federal desde fevereiro de 2015, proventos empalmados logo após o fim do seu último mandato. Tem remuneração básica de R$ 11.575,89.
Francisco Carlos
É uma situação parecida com o que aconteceu na legislatura passada em relação ao vereador Francisco Carlos (PP) – veja AQUI. Ele trombeteou que abria mão dos subsídios, mas por injunção da lei e não por bom-mocismo ou sacrifício pessoal.
Compreensível a escolha, que se diga. A propaganda enganosa, também.
Até aqui, no início da atual legislatura, Francisco Carlos não repete o gesto assumido há quatro anos. Resolveu receber os R$ R$ 12.600,00 (brutos) como vereador, além de conservar os ganhos como professor da Universidade do Estado do RN (UERN).
Teve que excluir o salário – menor – no âmbito do Município. Bom senso, que se diga.
Simples assim.
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Em sequência à articulação que a senadora Fátima Bezerra (PT/RN) tem feito desde o início do mês, no que diz respeito a retomada da política de distribuição do milho, foi realizada nesta quarta-feira (11), audiência com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias.
Segundo a senadora, o ministro se sensibilizou com a demanda e disse que se reunirá com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, para que sejam feitos os encaminhamentos necessários para a renovação da política de subsídio do milho.
Presentes também na audiência o senador Garibaldi Filho (PMDB) e os deputados federais Beto Rosado (PP) e Felipe Maia (DEM).