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Bandeira tarifária verde garante energia sem custo extra

Bandeira verde poderá continuar até o fim deste ano (Foto ilustrativa)
Bandeira verde é um alívio para o consumidor que sofreu com elevações em 2025 (Foto ilustrativa)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz em janeiro de 2026. A bandeira tarifária será verde, o que sinaliza recuo no custo tarifário para o consumidor.

O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

Histórico

Veja abaixo o histórico mensal do sistema de bandeiras tarifárias de energia elétrica neste ano:

Janeiro: A bandeira tarifária foi verde, indicando condições favoráveis de geração de energia e sem custo extra na conta de luz.

Fevereiro: A bandeira foi verde.

Março: Bandeira Verde.

Abril: A bandeira foi verde. Além disso, houve uma redução média de 0,32% para consumidores da Neoenergia Cosern no Rio Grande do Norte, a partir de 22 de abril.

Maio: Foi amarela, resultando em um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Junho: A tarifa de energia ficou mais cara devido ao acionamento da bandeira tarifária vermelha – patamar 1 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Isso significa que houve uma cobrança adicional de R$ 0,04463 por quilowatt-hora (kWh) consumido.

Julho: Foi mantida a bandeira vermelha – Patamar 1 em vigor para o mês de julho de 2025. Houve cobrança extra de R$ 0,04463 por kWh consumido.

Agosto: Houve acionamento da bandeira tarifaria vermelha, no maior patamar, o 2, anunciou nesta sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Custo extra de R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Setembro: A bandeira foi vermelha patamar 2, o nível mais alto do sistema, com acréscimo de R$ 0,07877 a cada kWh consumido.

Outubro: A bandeira permaneceu vermelha patamar 1, com custo adicional de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.

Novembro: A bandeira foi mantida em vermelha patamar 1, seguindo o mesmo acréscimo de outubro. 

Dezembro: A bandeira tarifária é amarela, com o consumidor pagando R$ 1,88 a cada 100 KW/h.

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Taxação norte-americana compromete cadeia produtiva salineira do RN

RN tem produção estelar no país que agora está sob interrogação (Foto: Arquivo)
RN tem produção estelar no país que agora está sob interrogação (Foto: Arquivo)

O Sindicato da Indústria da Extração do Sal do Estado do Rio Grande do Norte (SIESAL-RN) afirma que a taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre a importação de produtos brasileiros “vai excluir o sal nacional do mapa de negócios com as empresas americanas.” Conclusão foi posta pelo sindicato em nota técnica emitida nessa segunda-feira (14). O estado é responsável por produzir 98% do sal brasileiro e deve, portanto, sofrer grandes consequências com a medida.

O tarifaço coloca em risco, portanto, 4 mil empregos diretos instalados em municípios do Semiárido Potiguar, além de postos de trabalho nas cadeias subjacentes, como venda, distribuição, frete rodoviário e frete marítimo. A perda dessa fonte de receita inviabiliza também a operação da concessão portuária do Terminal Salineiro Intersal, o Porto Ilha, que movimenta exclusivamente sal, aponta a nota. “O sal é estratégico e a derrocada da indústria salineira jogará o Brasil na dependência da importação”, afirma o documento.

O presidente do Siesal-RN, Airton Torres, destaca ainda que os EUA respondem por 47% de todos os negócios que a indústria salineira tem com o exterior, segundo dados dos últimos seis anos levantados pelo sindicato. “Os Estados Unidos são, notadamente, o maior importador de sal do mercado atingível pelo produto sal brasileiro, com participação de 27% dos embarques”, informa.

Torres aponta que os Estados Unidos consomem cerca de 16 milhões de toneladas de sal importado e têm um consumo total de aproximadamente 50 milhões de toneladas anuais, valor expressivamente superior ao consumo interno. “A título de informação, o mercado brasileiro consome por ano cerca de 7 milhões de toneladas.”

A nota destaca também que 58% do sal embarcado pelo Terminal Salineiro de Areia Branca, o Porto Ilha-Intersal, se destina ao exterior, e que 27% dos embarques totais são exportados para os Estados Unidos, gerando uma média de vendas de 530 mil toneladas de sal por ano.

Impactos na competitividade 

O sindicato aponta que a desvantagem competitiva do produto brasileiro se acentua à medida que todos os competidores estrangeiros, como Chile, Egito, Namíbia e México, são taxados pelo governo americano com tarifas inferiores.

Sobre a busca por possíveis novos mercados, o presidente Airton Torres afirma, em nota, que a possibilidade de exportar para outros destinos, como o mercado asiático, torna-se inviável devido aos altos custos logísticos. Outros mercados, como o europeu, que possui produção própria e importa seu déficit do Norte da África e do Oriente Médio, também são considerados fechados para a produção potiguar.

“Trata-se, pois, de produto com vendas regionalizadas e não globais, como é o caso de outras commodities. Logo, não há alternativas que possam receber o volume de sal brasileiro que deixará de ser enviado aos Estados Unidos”, afirma Torres.

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Está mantida bandeira tarifária verde para maio

O consumidor não pagará cobrança extra sobre a conta de luz em maio.

Tarifa está reduzida há vários meses (Foto ilustrativa)
Tarifa está sem taxas há vários meses (Foto ilustrativa)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

A conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até abril de 2022.

Quando a bandeira de escassez hídrica vigorou, de setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, o consumidor pagava R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

Com informações do Poder 360.

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