Sou repetitivo, mas não me canso: futebol para mim é uma metáfora da vida. Ensina porque sua atmosfera reproduz o que somos como indivíduos, aqui fora, longe dos gramados e estádios.
Santos 4 x 5, ontem na Vila Belmiro, a célebre casa de Pelé, abrigou mais um épico. Não foi apenas um jogo de futebol.
Deixou lições, quem quiser que pare e reflita. Aprenda.
O impossível realmente é muito mais um estado de espírito do que algo intransponível, ficou claro ao final da partida entre esses dois grandes clubes do futebol brasileiro, com projeção internacional.
O Santos, que disparou na frente no placar com 3 x 0, logo no início da partida, terminou a perdendo.
Por quê?
Entre outros motivos, por dois pecados comuns em nosso mundo esportivo ou não, mas sempre competitivo em todos os quadrantes: soberba e autosuficiência.
Os “Meninos da Vila” repetiram o que fizeram na Copa América, com a Seleção do Brasil: acreditavam que podiam tudo. Desdenharam o adversário que parecia batido. Foram punidos.
Quanto ao jogo, o que dizer? Supimpa, demais.
Teve todos os ingredientes de um épico. Memorável não apenas para flamenguistas, mas para quem ama o futebol como esporte, arte e metáfora da vida.
Veja AQUI como foi esse jogão.