2 thoughts on “A honestidade da mulher de César e nossas desconfianças”

  1. Amigo;
    Sem querer, acho que melhorei esta máxima ou, mais provável, inconscientemente tê-la pescado de passado bem longe em que lia tudo de Grécia, Egito e Roma, pois às vezes costumo dizer:
    “Não basta a gente ser, nós temos que parecer que realmente somos”. De modo que não vale só para a mulher de Cezar como você muito bem colocou.

    Nilson

  2. Caro Carlos Santos.

    Será que a sociedade Mossoroense vai se mover contra os donos de Postos?
    Espero que sim, afinal de contas temos a gasolina mais cara da região.
    Enquanto isso os Rosado o que têm feito, seja situação ou oposição? Nada a não ser gozar as benesses do poder, né?

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