A dor ignorada na ‘normalidade’

Nivaldo e Paulo: duas vidas (Fotomontagem)

Dois médicos vítimas fatais da Covid-19 no Rio Grande do Norte, numa única manhã, mas parecem acontecimentos banais.

A mim pareciam próximos, os médicos falecidos em Natal nessa quarta-feira (1º), mesmo que eu nunca os tenha visto.

Boa parcela da população já se acostumou com essa ‘normalidade’.

Falta-nos compaixão e um pingo de sintonia com a realidade cruel.

Ave, doutores Nivaldo Júnior (veja AQUI) e Paulo Matos de Castro (veja AQUI).

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5 thoughts on “A dor ignorada na ‘normalidade’”

  1. Lastimo, profundamente, a partida de médicos tão valorosos. Insisto na minha pergunta sobre a medicação profilática e, acima de tudo, sobre a medicação na fase inicial da doença. Repito, medicação na fase inicial da doença. Não precisa esperar nem o segundo dia, para iniciar o protocolo. O exame pode ser feito a qualquer tempo, às vezes, quando fica pronto, o paciente já está bom.
    Registro que não sou médica. Apenas acompanho opiniões importantes e resultados igualmente importantes.

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