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Ex-desembargador será julgado por corrupção e tráfico de influência

Do Blog Território Livre

Barros Dias chegou a ser preso na Operação Alcmeón enfrentando sérias denúncias do MPF
Barros Dias chegou a ser preso na Operação Alcmeón enfrentando sérias denúncias do MPF

Seis anos depois, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5) vai julgar nessa terça-feira (16) o processo envolvendo um ex-integrante da Corte: o magistrado potiguar aposentado Francisco Barros Dias.

Em 2017, o advogado, professor e magistrado aposentado foi acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de tráfico de influência e corrupção passiva.

Na época, a prisão preventiva do ex-magistrado foi revogada pelo TRF por não existirem elementos de provas, que justificassem uma previsão preventiva.

Em 2021, sentença do juiz  federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, condenou o ex-magistrado por suposto esquema de compra de votos do Tribunal.

Amanhã, o tão aguardado julgamento da Corte da região.

Nota do Canal BCS – Professor, magistrado, autor de livros jurídicos, um nome exemplar e admirado nacionalmente, Barros Dias enfrenta uma situação impactante para si e para muitos admiradores. Entre eles, o criador e editor desta página.

Leia AQUI série de matérias sobre denúncias e prisão do ex-desembargador federal nascido em Olho D’Àgua do Borges, região Oeste do RN.

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Ex-senador é absolvido por Justiça Federal no RN

Agripino: decisão favorável (Foto: WhatsApp)
Agripino: decisão favorável (Foto: WhatsApp)

O juiz Francisco Eduardo Guimarães, da 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, absolveu o ex-senador José Agripino (DEM, hoje União Brasil) da denúncia dos crimes de peculato e associação criminosa.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF) apontou na Ação Penal, Agripino mantinha em seu gabinete um funcionário fantasma na época em que era Senador da República.

Ao final do processo, contudo, a Justiça Federal considerou que as provas trazidas aos autos pela defesa permitem concluir que o referido funcionário “teria exercido atividades típicas de assessor parlamentar de José Agripino Maia”, sendo certo que “o Ministério Público Federal, por sua vez, não conseguiu desconstituir tais provas colhidas na audiência de instrução e julgamento”.

Também foram absolvidos Victor Neves Wanderley e Raimundo Alves Maia Júnior, o “Júnior Maia”, primo do então senador. Já Victor Neves é genro de Júnior Maia.

A decisão foi prolatada à noite dessa quinta-feira (2).

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