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quinta-feira - 21/03/2024 - 04:44h
Fim de semana

União Brasil filiará prefeitos e vários vereadores em quatro municípios

Allyson, Cínthia, Lidiane e Souza são reforços ao UB, além de dezenas de vereadores e outros nomes (Fotomontagem do BSV)

Allyson, Cínthia, Lidiane e Souza são reforços ao UB (Fotomontagem do BSV)

Do Blog Saulo Vale

O União Brasil fará dezenas de filiações em pelo menos quatro municípios oestanos neste fim de semana.

Na sexta-feira (22), o prefeito mossoroense Allyson Bezerra, que lidera o partido no município, vai realizar um encontro para filiar pelo menos 14 vereadores de sua bancada, além de outros nomes na disputa à Câmara. Será na quadra do colégio Sementes, que fica no conjunto Planalto 13 de Maio, às 19h.

No sábado (23), a prefeita de Tibau, Lidiane Marques, que saiu recentemente do PSDB, vai se filiar ao União Brasil. Evento que vai ser realizado na Câmara Municipal, às 15h.

Às 16h é a vez do ex-prefeito, ex-deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Areia Branca, Manoel Cunha Neto, o “Souza”, que saiu recentemente do PSB. Ele assinará filiação ao União Brasil em evento na Câmara Municipal.

Às 19h será a prefeita Cinthia Sonale, que saiu do PSDB, e também vai se integrar à sigla. Evento às 19h, na residência de Vertinho.

O ex-senador José Agripino Maia, presidente estadual do União Brasil, vai participar de alguns desses eventos.

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Categoria(s): Política
sábado - 10/02/2024 - 20:02h
Política

Deputado estadual anuncia que sairá do PSDB e pensa em ir pro UB

Por Márcio Costa (Blog Giro pelo Estado)

Galeno falou também sobre afinidades históricas e familiares (Foto: Eduardo Maia/Arquivo)

Galeno falou também sobre afinidades históricas e familiares (Foto: Eduardo Maia/Arquivo)

Em entrevista a Rádio Cultura de Pau dos Ferros na tarde de quinta-feira (08/02), o deputado estadual Galeno Torquato (PSDB) confirmou que está em processo de migração partidária.

Galeno afirmou que aguarda a abertura da janela de transferência para definir seu rumo.

Deve encaminhar sua saída do PSDB e seu rumo será o União Brasil.

“Dentro do PSDB é possível que eu não fique e a tendência é de ir para o União Brasil” destacou Galeno.

O deputado justificou a aproximação com o União Brasil pelo distanciamento mantido entre o grupo do ex-deputado Getúlio Rego e Agripino e pela proximidade histórica mantida com o ex-senador que lidera a sigla no Rio Grande do Norte.

“É uma aproximação que começou do meu pai (José Torquato de Figueiredo) com Tarcísio Maia (pai de José Agripino e ex-governador do RN)”, reforçou o deputado.

O certo é que Galeno já atua no processo de articulação destinada a fortalecer o União Brasil que deverá receber alguns prefeitos da região como consequência da sua chegada.

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quarta-feira - 04/10/2023 - 16:10h
Brasília

Prefeito apresenta pauta cultural e de eventos a ministro do Turismo

Paulinho, Agripino, ministro Celso Sabino, Allyson e Benes: Brasília (Foto: divulgação)

Paulinho, Agripino, ministro Celso Sabino, Allyson e Benes: Brasília (Foto: divulgação)

O prefeito mossoroense Allyson Bezerra (União Brasil) esteve nesta quarta-feira (4) em Brasília, com o ministro do Turismo, Celso Sabino. Acompanhado dos deputados federais Benes Leocádio (UB) e Paulinho Freire (UB), além do ex-senador José Agripino, presidente do UB no RN, ele apresentou pauta ligada à cultura e eventos de Mossoró.

“Estamos aqui em Brasília buscando apoios e recursos para levar para Mossoró. Agradecemos o Ministro Celso Sabino que nos recebeu, ouviu nossas demandas e se prontificou em contribuir com o nosso município,” disse o prefeito.

Em particular, ele mostrou o que é o Mossoró Cidade Junina (MCJ) ao ministro, deputado federal pelo União do Brasil do Pará, atualmente licenciado.

“Uma das pautas tratadas é o Mossoró Cidade Junina, onde tivemos a oportunidade de apresentar o São João mais cultural do mundo para o ministro, ressaltamos os grandes retornos que a nossa cidade tem com a realização do evento e saímos felizes com o encontro bastante produtivo e positivo. Agradeço ao José Agripino, e aos deputados Paulinho e Benes pelo apoio e atenção que estão dando a Mossoró,” concluiu o prefeito.

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quinta-feira - 28/09/2023 - 12:20h
Colegiado

TRF5 mantém absolvição do ex-senador José Agripino

MPF teve sua denúncia, contra Agripino, rejeitada novamente (Foto: Arquivo)

MPF teve sua denúncia, contra Agripino, rejeitada novamente (Foto: Arquivo)

Por unanimidade de votos, a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) manteve a decisão do juiz federal Francisco Eduardo, da 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, de absolvição do ex-senador José Agripino Maia (UB). Foi denunciado por supostamente manter em seu gabinete no Senado um funcionário fantasma.

O TRF5 negou provimento à apelação do Ministério Público Federal (MPF), interposta contra decisão do juiz, ratificando que as provas trazidas aos autos pela defesa do senador permitem concluir que o referido funcionário “teria exercido atividades típicas de assessor parlamentar”, sendo certo que “o Ministério Público Federal, por sua vez, não conseguiu desconstituir tais provas colhidas na audiência de instrução e julgamento”.

De acordo com o advogado do ex-senador, Fabrízio Feliciano, “a decisão representa o encerramento de uma acusação injusta e restaura a paz para alguém que dedicou mais de quarenta anos à vida pública, tendo sido prefeito de Natal, governador do RN por duas vezes e Senador da República por quatro mandatos, sem jamais sofrido qualquer condenação por improbidade”.

Todos os réus do processo também foram absolvidos da acusação do Ministério Público Federal.

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quarta-feira - 16/08/2023 - 23:10h
Mossoró

União Brasil prepara festa para receber Allyson e outros filiados

Agripino (mão no rosto) prestigiou o Mossoró Realiza (Foto: BCS)

Agripino (mão no rosto) prestigiou o Mossoró Realiza (Foto: BCS)

O presidente estadual do União Brasil, ex-senador José Agripino, prestigiou a solenidade de encaminhamento de obras do programa Mossoró Realiza (veja AQUI), nesta quarta-feira (16) em Mossoró.

Esteve no Teatro Municipal Dix-huit Rosado e em seguida no Palácio da Resistência, sede da municipalidade, conversando com o prefeito Allyson Bezerra – que se filiou dia 5 de julho à legenda (veja AQUI).

Agripino pretende promover evento público em Mossoró para marcar o ingresso de Allyson, além de vários vereadores e outros nomes representativos. Os detalhes começaram a ser tratados.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 06/07/2023 - 16:48h
Ouça

Blog Carlos Santos faz ampla análise política na 95 FM

95 FM de Mossoró - Foto do site com microfoneNessa quarta-feira (5), a gente bateu papo sobre política nacional, estadual, disputas 2024 e 2026, gestão municipal mossoroense, mudanças partidárias, greve, relação entre sindicatos e poder, além de outras questões.

Flashs

“O nome mais forte da oposição em Mossoró é Rosalba Ciarlini (PP).”

“Fátima Bezerra (PT) não foi eleita presidente do Sinte nem Sindsaúde (…). É governadora do RN.”

“O presidente Lula (PT) é meeiro do próprio governo; dividido até com adversários, gente que votou contra ele.”

“O senador Styvenson Valentim (Podemos) virou político. Isso é muito bom.”

“Os Rosados chegaram a zero. Estão sem nenhum mandato e nenhum aliado com mandato. O último foi o vereador Francisco Carlos (Avante).”

“Existe uma promessa de apoio do prefeito Allyson Bezerra à reeleição de Zenaide Maia (PSD), em 2026.”

“Acabou o tempo do verde contra o encarnado. Está tudo misturado.”

“O grande projeto de Isolda Dantas (PT) é ser candidata a federal em 2026.”

“Jorge do Rosário (Avante) disse numa entrevista que oposição em Mossoró não existia e desagradou pessoas da oposição.”

“A política é dinâmica. Há seis ou sete anos ninguém listaria Rogério Marinho (PL)  como nome ao Senado. Hoje, ele é senador.”

“A chance de Lawrence Amorim (Solidariedade) romper com o prefeito Allyson Bezerra é zero. Romperia por quê?”

A conversa foi com os jornalistas Carol Ribeiro e Vonúvio Praxedes no programa Meio-dia TCM, da 95 FM de Mossoró.

Aperte o play e ouça a partir de 11 minutos e 22 segundos de programa.

AQUI.

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quinta-feira - 06/07/2023 - 10:02h
Partido

Prefeito Allyson acerta em cheio na escolha pelo União Brasil

União Brasil em Brasília, ao lado de Allyson, com deputados e um ex-senador influente Foto: divulgação)

União Brasil em Brasília, ao lado de Allyson, com deputados e um ex-senador influente Foto: divulgação)

Bingo. Acertou na mosca o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, na nova escolha partidária. O União Brasil, partido a que se filiou dia passado em Brasília, lhe oferta as melhores condições para projetar sua marcha à disputa municipal, numa legenda sólida, com grande capilaridade, bons fundos partidário e eleitoral e na base congressista e ministerial do governo Lula (PT).

O “plus” é que o prefeito ganha ainda dois deputados federais – Benes Leocádio e Paulinho Freire -, do próprio UB, como suporte em Brasília nos escaninhos do Governo Federal e Câmara dos Deputados. Na verdade, ambos há meses se afinam com Allyson Bezerra, no trato de questões do interesse do município. Nessa quarta-feira (5), exemplificando, acompanharam-no em audiência com o ministro Jader Filho, do Ministério das Cidades (veja AQUI).

Também não se pode desprezar a destreza, conhecimento e poder de articulação na Capital Federal do ex-senador José Agripino, do comando nacional da legenda e seu presidente no RN. Ele abre portas, inclusive na Esplanada dos Ministérios.

Paralelamente ao namoro com o UB, Allyson tinha conversas com o PSD da senadora Zenaide Maia e o PL do senador Rogério Marinho foi-lhe colocado como opção. E não ficou por aí o cortejo interpartidário.

Acabou dando União Brasil. Acertadamente, reitere-se.

E, nem assim, ele distancia-se do próprio PSD. Há compromisso firmado com o partido de marcharem juntos na política paroquial e na aspiração da senadora Zenaide em tentar a reeleição em 2026. Allyson antecipou que ela terá seu apoio. Ponto pacífico. Ou, “prego batido, ponta virada”, como ele gosta de repetir desde a corrida eleitoral municipal de 2020.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 05/07/2023 - 21:46h
Projetos

Ministérios da Saúde e das Cidades recebem prefeito de Mossoró

Na companhia de Zenaide, prefeito esteve no Ministério da Saúde (Foto: PMM)

Na companhia de Zenaide, prefeito esteve no Ministério da Saúde (Foto: PMM)

Essa quarta-feira (5) não foi só de agenda político-partidária para o prefeito mossoroense Allyson Bezerra, em Brasília, quando assinou filiação no União Brasil (veja AQUI). A pauta administrativa também foi tratada em audiências nas pastas da Saúde e das Cidades.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, se reuniu nesta quarta-feira (05) com equipe do Ministério da Saúde, acompanhado da senadora Zenaide Maia (PSD), para tratar de obras para a cidade de Mossoró. “A senadora Zenaide tem sido uma grande força em Brasília, enviando emendas para importantes obras na cidade de Mossoró”, pontuou Allyson.

Na reunião de hoje foram tratadas obras de construção de 4 Centros de Atenção Psicossocial (CAPSs), 10 postos de saúde na zona rural e a reforma de 10 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Além disso, também está garantido a liberação de R$ 1 milhão para realização de cirurgias eletivas no município de Mossoró.

Por parte do Município de Mossoró, acompanharam o prefeito, os secretários Kadson Eduardo (Planejamento, Orçamento e Gestão) e Almir Mariano (Projetos e Programas de Governo), e Bruno Martins (Assessor Especial do Gabinete).

Anel Viário

Nesta quarta-feira, Allyson também apresentou o projeto do Anel Viário ao ministro das Cidades, Jader Filho. A obra ligará a BR-110, saída para Areia Branca, à BR-304, saída para Fortaleza.

“Essa é uma obra impactante para a cidade de Mossoró”, pontuou Allyson, afirmando ainda que solicitou ao Ministério recursos para construção de ciclovia e calçadão em toda a via. O licenciamento do projeto da obra já está aprovado e com R$ 40 milhões garantidos para sua execução.

No Ministério das Cidades, prefeito teve companhia de Agripino e dois deputados federais (Foto: PMM)

No Ministério das Cidades, prefeito teve companhia de Agripino e dois deputados federais (Foto: PMM)

“Agradeço ao ex-senador José Agripino (União Brasil) e aos deputados Benes Leocádio (União Brasil) e Paulinho Freire (União Brasil), que sempre apoiam todos os projetos referentes a Mossoró que trazemos até Brasília, e por nos ajudarem a abrir portas que contribuem para o desenvolvimento do nosso município. Nossa gratidão,” disse o prefeito.

Participaram da reunião José Agripino, e os deputados federais Benes Leocádio e Paulinho Freire. Pelo Município de Mossoró, os secretário Kadson Eduardo (Planejamento, Orçamento e Gestão) e Almir Mariano (Projetos e Programas de Governo), além de Bruno Martins (Assessor Especial do Gabinete).

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  • Art&C - Ecomax - Bosque das Carnaúbas - 10 a 24 de Abril de 2024
quarta-feira - 05/07/2023 - 15:16h
Brasília

Allyson Bezerra agora é prefeito do União Brasil

Prefeito assinou ficha de filiação prestigiado pela cúpula nacional do UB (Foto: cedida)

Prefeito assinou ficha de filiação prestigiado pela cúpula nacional do UB (Foto: cedida)

Allyson Bezerra é agora União Brasil. O prefeito de Mossoró deixa o Solidariedade, onde estava desde 2017, para se filiar à legenda presidida pelo deputado federal pernambucano Luciano Bivar. O evento ocorreu agora à tarde, em Brasília.

Presentes à inscrição partidária, integrantes da Executiva Nacional do partido:

Ronaldo Caiado- Governador do Goiás

Luciano Bivar – Presidente Nacional

ACM Neto – Presidente da Fundação do União

José Agripino – Presidente União no RN

Juscelino Filho – Ministro das Comunicações

Efrain Filho – Senador da Paraíba

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terça-feira - 04/07/2023 - 18:04h
Brasília

Com filiação disputada, Allyson anuncia novo partido nessa quarta-feira

Agripino e Allyson; Zenaide e Allyson: nome em destaque (Fotomontagem do BCS)

Agripino e Allyson; Zenaide e Allyson: nome em destaque (Fotomontagem do BCS)

Em Brasília desde segunda-feira (3), em agenda administrativa no Congresso Nacional e ministérios/autarquias federais, o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade) também trata de política partidária em sua estada por lá.

Nessa quarta-feira (5), ele anunciará sua nova opção de legenda para projeto de reeleição no próximo ano.

Dois partidos o assediam diretamente há meses: União Brasil e PSD. O primeiro, comandado pelo ex-senador José Agripino; o outro, pela senadora Zenaide Maia.

As duas siglas no momento fazem parte da base política do Governo Lula da Silva (PT), mas no RN estão em posições distintas. O UB é oposição e o PSD é ligado ao governismo estadual.

Paralelamente, pelo menos mais duas siglas correm por fora em busca do reforço do prefeito de Mossoró.

Porém, hoje, a maior inclinação é para que se filie ao União Brasil.

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  • Art&C 25 anos - Institucional - 19-12-2023
segunda-feira - 08/05/2023 - 08:30h
Política

Senador foca no Progressistas para mudança partidária

Styvenson diz que ninguém merece confiança na política, tão somente ele (Foto: Diário Político)

Styvenson Valentim está atualmente no Podemos (Foto: Diário Político)

Apesar de ter conversado com o ex-senador José Agripino, líder estadual do União Brasil, cogitando hipótese de aportar nessa legenda, o senador Styvenson Valentim (Podemos) deverá ter outro endereço partidário adiante.

Nos intramuros, a informação é de que ele se encaminha para o Progressistas do ex-deputado federal e ex-ministro Fábio Faria, do ex-deputado federal Beto Rosado e da ex-prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini.

Ouvido ao chão, como bom índio Sioux, Apache, Comanche, Cherokee, Navajo ou Cheyenne.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 30/03/2023 - 18:30h
Hoje

Presidente do União Brasil tem compromissos em Mossoró

O ex-senador e presidente estadual do União Brasil José Agripino pousou nesta quinta-feira (30) em Mossoró, ao lado da mulher Anita Catalão Maia e do empresário Paulo de Paula.

Agripino em visita ao prefeito e também na Ufersa nesta quinta-feira (Fotomontagem do Canal BCS)

Agripino em visita ao prefeito e também na Ufersa nesta quinta-feira (Fotomontagem do Canal BCS)

Nos compromissos agendados entre a manhã e à tarde, encontro com o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), além de questões particulares e sociais, como visita à reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), professora Ludimilla de Oliveira.

Do ponto de vista partidário, o prefeito segue sem pressa numa definição quanto ao seu destino, mas sem dúvidas o União Brasil é uma aposta muito considerável.

Nada definido.

Por enquanto.

E para não dizer que só se fala em política nessa cidade, o senador visitou a recém-nascida Angelina, filha do casal Allyson-Cínthia Pinheiro.

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  • Art&C - Ecomax - Bosque das Carnaúbas - 10 a 24 de Abril de 2024
sábado - 18/02/2023 - 11:45h
Política

Federação União Brasil-Progressistas começa forte e chegará ao RN

O Progressistas (PP) e o União Brasil estão com entendimento praticamente fechado para formação federação partidária. Os presidentes de PP, Ciro Nogueira (ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro, PL), e do União Brasil, Luciano Bivar, costuram formalização para março. Os reflexos serão sobretudo na relação com o Governo Lula (PT) e Congresso Nacional.

Pela capacidade de influência, poder de articulação, Agripino caminha para ser o "quarto senador" (Foto: Marcos Oliveira)

Ex-senador comanda partido que saiu bastante fortalecido no RN (Foto: Marcos Oliveira)

Essa composição também terá repique nos estados. O Rio Grande do Norte, por exemplo.

Os dois partidos contarão com 108 deputados federais e 15 senadores. Hoje, a maior bancada é do PL, com 99 parlamentares.

Bom ser lembrado, por exemplo que o União Brasil já possui três ministérios: Comunicação, Turismo e Integração Nacional. Seus espaços deverão aumentar.

No plano estadual, um nome que deverá aumentar sobremodo seu peso político será o ex-senador José Agripino, presidente do União Brasil.

O partido fez dois federais – Paulinho Freire e Benes Leocádio, além de contar com dois estaduais – Ivanilson Oliveira e Taveira Júnior.

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quinta-feira - 09/02/2023 - 20:20h
Allyson Bezerra

União Brasil, PSD ou nenhum desses

Com Zenaide, garantia de R$ 5 milhões para construção de UBS's; Agripino apoio à audiência com ministro Waldez Goes do Desenvolvimento Regional (Fotomontagem do Canal BCS)

Com Zenaide, garantia de R$ 5 milhões para construção de UBS’s; Agripino apoio à audiência com ministro Waldez Goes do Desenvolvimento Regional (Fotomontagem do Canal BCS)

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), passou parte da semana em Brasília com agenda em ministérios.

Por fotos e vídeos que registram sua estada na Capital Federal, há forte indicação de que sua próxima escolha partidária ficará entre o União Brasil do ex-senador José Agripino ou o PSD da senadora Zenaide Maia.

Faça suas apostas.

Os dois políticos recepcionaram-no, facilitaram encaminhamento de diligências administrativas da prefeitura e seguem o cortejando.

União Brasil, PSD ou outra opção partidária?

Veremos.

*Senadora Zenaide garantiu R$ 5 milhões em emendas para construção de UBS’s e equipamentos à Saúde Municipal; com Agripino, audiência com o ministro Waldez Goes (Desenvolvimento Regional) sobre duplicação da Avenida Francisco Mota, Anel Viário BR-110/BR-304, pavimentação e recursos hídricos.

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  • Art&C 25 anos - Institucional - 19-12-2023
sexta-feira - 03/02/2023 - 19:02h
MPF

Ex-senador é absolvido por Justiça Federal no RN

Agripino: decisão favorável (Foto: WhatsApp)

Agripino: decisão favorável (Foto: WhatsApp)

O juiz Francisco Eduardo Guimarães, da 14ª Vara Federal do Rio Grande do Norte, absolveu o ex-senador José Agripino (DEM, hoje União Brasil) da denúncia dos crimes de peculato e associação criminosa.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF) apontou na Ação Penal, Agripino mantinha em seu gabinete um funcionário fantasma na época em que era Senador da República.

Ao final do processo, contudo, a Justiça Federal considerou que as provas trazidas aos autos pela defesa permitem concluir que o referido funcionário “teria exercido atividades típicas de assessor parlamentar de José Agripino Maia”, sendo certo que “o Ministério Público Federal, por sua vez, não conseguiu desconstituir tais provas colhidas na audiência de instrução e julgamento”.

Também foram absolvidos Victor Neves Wanderley e Raimundo Alves Maia Júnior, o “Júnior Maia”, primo do então senador. Já Victor Neves é genro de Júnior Maia.

A decisão foi prolatada à noite dessa quinta-feira (2).

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
quinta-feira - 22/12/2022 - 21:28h
Política real

União Brasil está na fila para entrar em base governista

FilaO União Brasil está na fila para conversar com Lula (PT).

Pode fazer parte da base de apoio do futuro presidente da República no Congresso Nacional.

Só lembrando que no RN, a legenda é comandada pelo ex-senador José Agripino.

Só lembrando.

O partido nasceu da fusão do PSL com o DEM.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 07/10/2022 - 19:20h
RN

Depois de eleger quatro deputados, União Brasil apoia Bolsonaro

Agripino estreou no comando partidário com saldo muito positivo em 2022 (Foto: redes sociais)

Agripino estreou no comando partidário com saldo muito positivo em 2022 (Foto: redes sociais)

O União Brasil anunciou apoio no Rio Grande do Norte à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). Esperado.

O ex-senador José Agripino, presidente estadual da legenda, fez o comunicado em redes sociais nesta sexta-feira (7).

“Por decisão dos líderes do partido a Secção do União Brasil no RN anunciou apoio à candidatura de Jair Bolsonaro à presidência da República”, marcou Agripino.

O partido, que nasceu da fusão do PSL com o DEM, estreou bem nas urnas. No RN, o União Brasil elegeu dois nomes à Câmara dos Deputados e igual número à Assembleia Legislativa.

Benes Leocádio foi reeleito e Paulinho Freire obteve o primeiro mandato a deputado federal. Para estadual, os estreantes Ivanilson Oliveira e Taveira Júnior foram os vitoriosos do União Brasil.

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Categoria(s): Eleições 2022 / Política
domingo - 02/10/2022 - 13:10h
História

Veja números de todas as disputas ao Governo do RN desde 1982

Blog Carlos Santos apresenta neste domingo (2) de Eleições 2022, em todo o país, um resumo das disputas ao Governo do Estado do RN desde 1982, primeiro pleito direto ao cargo de governador, no início do processo de reabertura democrática do país – que ainda vivia sob o regime militar.

Garibaldi Filho e José Agripino, dois vitoriosos que também experimentaram a derrota (Foto: arquivo)

Garibaldi Filho e José Agripino, dois vitoriosos que também experimentaram a derrota (Fotomontagem: arquivo)

Acompanhe abaixo um resumo dos resultados dos pleitos de 1982, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018. São 40 anos de história e números:

Eleições de 1982

– José Agripino (PDS) – 57,58%

– Aluízio Alves (PMDB) – 41,88%

– Rubens Lemos (PT) – 0,47%

– Vicente Cabral de Brito – 0,07%

Eleições de 1986

– Geraldo Melo (PMDB) – 50,11%

– João Faustinho (PFL) – 48,60%

– Aldo Tinoco (PDT) – 0.72%

– Sebastião Carneiro (PT) – 0,57%

Eleições de 1990 (Primeiro turno)

– José Agripino (PFL) – 48,11%

– Lavoisier Maia (PDT) – 39,40%

– Salomão Gurgel (PSB) – 10,97%

– Ana Catarina Alves (PTR) –  1,52%

Eleições de 1990 (Segundo Turno)

José Agripino (PFL) – 52,09%

Lavoisier Maia (PDT) – 47,91%

Eleições de 1994

Garibaldi Alves Filho (PMDB) – 52,67%

Lavoisier Maia (PDT) – 38,10%

Fernando Mineiro (PT) – 4,80%

Wilma de Faria (PSB) – 3,83%

Eleições de 1998

– Garibaldi Filho (PMDB) – 50,17%

– José Agripino (PFL) – 41,36%

– Manoel Duarte (PT) – 6,73%

– Dário Barbosa (PSTU) – 0,73%

– Roberto Ronconi (PSN) – 0,58%

– Marcônio Cruz (PSC) – 0,43%

Eleições de 2002 (Primeiro Turno)

– Wilma de Faria (PSB) – 37,59%

– Fernando Freire (PPB) – 30,89%

– Fernando Bezerra (PTB) – 19,93%

– Ruy Pereira (PT) – 11,24%

– Sônia Godeiro (PSTU) – 0,18%

– Marcônio Cruz (PSC) – 0,12%

– Roberto Ronconi (PSDC) – 0,05%

Eleições de 2002 (Segundo Turno)

– Wilma de Faria (PSB) – 61,05%

– Fernando Freire (PPB) – 38,95%

Eleições de 2006 (Primeiro Turno)

– Wilma de Faria (PSB) – 49,58%

– Garibaldi Filho (PMDB) – 48,60%

– Sandro Pimentel (PSOL) – 0,92%

– José Geraldo Fernandes (PSL) – 0,38%

– Humberto Silva (PTC) – 0,36%

– Antônio José Bezerra (PCB) – 0,16%

Eleições de 2006 (Segundo Turno)

_ Wilma de Faria (PSB) – 52,38%

– Garibaldi Filho (PMDB)  – 47,62%

Eleições de 2010

– Rosalba Ciarlini (DEM) – 52,46%

– Iberê Ferreira (PSB) – 36,25%

– Carlos Eduardo Alves (PDT) – 10,37%

– Sandro Pimentel (PSOL)  – 0,68%

– José Walter Xavier “Camarada Leto” (PCB) – 0,13%

– Bartô Moreira (PRTB) – 0,11%

Eleições de 2014 (Primeiro Turno)

– Henrique Alves (PMDB)  – 47,34%

– Robinson Faria (PSD)  – 42,04%

– Robério Paulino (PSOL) – 8,74%

– Simone Dutra (PSTU) – 0,98%

-Araken Farias (PSL) – 0,90%

Eleições 2014 (Segundo Turno)

– Robinson Faria (PSD) – 54,42%

– Henrique Alves (PMDB) – 45,58%

Eleições 2018 (Primeiro Turno)

 Fátima Bezerra (PT) – 46,17%

– Carlos Eduardo (PDT) – 32,45%

– Robinson Faria (PSD) – 11,85%

– Brenno Queiroga (SD) – 6,56%

– Professor Carlos Alberto (Psol) – 1,93%

– Freitas Jr (Rede) – 0,56%

– Heró Bezerra (PRTB) – 0,27%

– Dário Barbosa (PSTU) – 0,21%

– Brancos – 4,38%

– Nulos – 13,21%

– Abstenções – 17,12%

Eleições 2018 (Segundo Turno)

– Fátima Bezerra (PT) – 57,60%

– Carlos Eduardo Alves (PDT) – 42,40%

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Categoria(s): Política
  • Art&C 25 anos - Institucional - 19-12-2023
domingo - 25/09/2022 - 04:44h

Showmícios – uma festa popular

Por Odemirton Filho 

A Churrascaria O Laçador, no grande alto de São Manoel, era o ponto de partida. Uma multidão se reunia para descer em passeata. Uma ruma de gente. Idosos, adultos, jovens e crianças se misturavam à espera da descida. Muitos estavam vestidos com as camisas dos seus candidatos e segurando bandeiras. Pessoas ficavam nas ruas laterais da avenida Presidente Dutra para ver a multidão passar.

Foto ilustrativa

Foto ilustrativa

A diferença para os dias de hoje é que nos anos oitenta e noventa, até 2006, quando foi proibido, os comícios tinham a participação de bandas musicais. Além das atrações locais, vinham bandas de “fora”. No decorrer de toda a avenida se viam pessoas bebendo, dançando e cantando. O trio elétrico animava a multidão. Era o tempo dos showmícios.

Juntar muita gente na descida “do alto”, apesar de não garantir a vitória, é claro, seria como a coroação de uma campanha vitoriosa. Distribuíam-se bebida e comida, até uma cachacinha pra animar a galera. O povo gostava dos showmícios. Gostava de ir às ruas para se divertir com as atrações nacionais, “de graça”.

Os candidatos doavam camisetas, bonés e bandeiras à vontade. A legislação eleitoral permitia ou, se havia alguma proibição, não era observado pelos candidatos e seus cabos eleitorais.

Dia desses o editor desta página – Canal BCS (Blog Carlos Santos) postou uma matéria, na qual dizia que a campanha política para nós, do interior, é um parque de diversões (veja AQUI). E é, sem dúvida. O nosso povo sempre gostou de política; do “moído” das campanhas eleitorais.

Lembro-me da campanha de 1982. Aluízio Alves perdeu para José Agripino. Depois, a inesquecível campanha de 1986; Geraldo Melo contra João Faustino. A de 1988, entre Rosalba Ciarlini e Laíre Rosado, ficou gravada em minha memória. Em 1989, a campanha para Presidente da República. A eleição do velho Dix-Huit Rosado derrotando Luiz Pinto, em 1992. E tantas, tantas outras.

Tínhamos o costume de ficar andando pra lá e pra cá entre o Largo do Jumbo e a Cobal para espiar a movimentação do adversário ou curtir a banda que iria tocar. Normalmente tinha mais gente em um comício quando uma atração musical era melhor do que a outra.

São inesquecíveis as passeatas/carreatas saindo do Aeroporto de Mossoró, percorrendo várias ruas da cidade; os comícios no “Ferro de Engomar”. Nas grandes concentrações, milhares de pessoas acompanhavam a pé, além de carros, caminhões, carros de som, bicicletas, carroças, motocicletas.

Viam-se alguns eleitores com os olhos cheios d`água, acenando para os seus candidatos. Como sabemos, a paixão política e a razão sempre andaram lado a lado.

Os showmícios eram uma verdadeira festa popular, apesar dos candidatos com maior poder econômico saírem à frente daqueles que tinham poucos recursos, o que causava um desequilíbrio na disputa eleitoral. Não é de hoje que alguns usam e abusam da força do dinheiro.

Sim, já escrevi sobre esses momentos em outras oportunidades. Entretanto, a cada campanha eleitoral, lembro-me dos showmícios.

E dos tempos e excessos da juventude.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

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Categoria(s): Crônica / Política
domingo - 18/09/2022 - 09:00h

O “Terceiro Maia” e a queda de um mito político

Por Jessé Rebouças

A década de 80 dos anos 1900 representa, sem dúvida, uma “virada de chave” na história econômica e política brasileira. Em matéria de economia, de 1930 a 1980, o Brasil cresceu uma média de 6% ao ano, ou seja, foram cinquenta anos de crescimento exuberante, a partir do qual o Brasil deixou de ser um País rural – 70% da população morava no campo em 1940 – e se tornou uma das quinze maiores potenciais industriais do mundo – o PIB brasileiro expandiu em participação da indústria de 20% em 1947 para 36% nos anos 90 de 1900[1]. Porém, 80 representara o fim desse ciclo de crescimento iniciado na década de 30, período que ficou (acertadamente) conhecido como a “década perdida”.

Agripino com o filho Felipe nos braços em 1982 (Foto: autoria não identificada)

Lavoisier Maia, Tarcísio Maia e José Agripino Maia (com o filho Felipe), a tríade Maia em 1982 (Foto: autoria não identificada)

No que tange à política, é de mister contextualizar.

O golpe militar de 1964, que ocorrera no final de março/início de abril, manteve na legalidade os partidos registrados. Porém, nas eleições diretas de 1965, o governo perdeu em cinco Estados, dentre os quais estavam a Guanabara[2] e Minas Gerais, dois importantes colégios eleitorais.

A retaliação da ditadura militar se deu através da edição do Ato Institucional n° 2 no dia 27 de outubro de 1965, que, dentre outras medidas, extinguiu todos os partidos políticos e proibiu a eleição direta para presidente, senador, governador e prefeito.

Com efeito, no final da década de 70 dos anos 1900, Geisel e Golbery forjaram a fórmula “abertura lenta, gradual e segura”, de modo que, no período logo subsequente, sob o tacão de João Figueiredo, o Brasil experimentaria a primeira eleição majoritária – a bem da verdade, existiu um arremedo de sufrágio a partir de 1972, porém, as manipulações no processo eleitoral tornariam a caracterização das eleições como abertas num equívoco conceitual elementar.

Propaganda da campanha de Aluízio em 1982 (Reprodução/Arquivo do Canal BCS)

Propaganda da campanha de Aluízio em 1982 (Reprodução/Arquivo do Canal BCS)

Sob muitos aspectos, as eleições gerais de 1982 representaram uma quebra de paradigma. No plano nacional, o direito ao sufrágio retomara fôlego e, pela primeira vez em quase duas décadas, os cidadãos(ãs) poderiam escolher os governantes do seu Estado de forma livre e direta, ademais da nova sistemática pluripartidária, encerrando o ciclo bipartidário que caracterizou a ditadura militar; no plano estadual, os sintomas dessa nova conjuntura estavam evidentes.

No Rio Grande do Norte, por duas décadas, Dinarte Mariz e Aluízio Alves, aliás dois dos maiores líderes populares da história do Estado, protagonizaram a cena política potiguar. Com a abertura, iniciam-se as movimentações das peças no tabuleiro estadual. Aluízio Alves logo se estabeleceu como candidato natural pelo PMDB; o PT lançou Rubens Lemos; o PTB Vicente Cabral de Brito e o PDS o mossoroense José Agripino Maia.

A candidatura de José Agripino Maia ao governo do estado em 1982 não se deu de modo natural, como a Aluízio Alves. O jovem engenheiro vinha da experiência política de ser prefeito de Natal nomeado pelo seu primo e então governador, o almino-afonsense Lavoisier Maia Sobrinho – à época, os governadores, que eram nomeados pela ditadura militar, indicavam os prefeitos das respectivas capitais.

Contudo, enfrentou oposição dentro do próprio partido, especialmente porque existia uma ala que não queria “o terceiro Maia” no governo – o pai de José Agripino (Tarcísio Maia) e primo (Lavoisier Maia) governaram o RN entre 1975 e 1983, quando este entregou o bastão ao Maia mossoroense –, algo que, pelas minhas pesquisas, nunca ocorrera.

O “Pacto de Solidão” [3] nasce justamente disso, com o desiderato de obstar a candidatura de José Agripino. Esse acordo foi forjado entre os pedessistas Geraldo Melo (vice-governador), Wanderley Mariz, Martins Filho (Senador), Vingt Rosado (deputado federal) e o anfitrião Dinarte Mariz. Mas, Dinarte Mariz, em função do pragmatismo político e certamente orientado pela bílis que caracterizava a disputa com o seu figadal opositor, Aluízio Alves, optou por apoiar José Agripino Maia, cujo resultado foi o desfazimento do grupo.

Com isso, o deputado federal Vingt Rosado, mesmo optando por ficar entre os quadros pedessistas, resolveu não apoiar Agripino e defender o voto em branco, episódio que ficou conhecido como “voto camarão”[4] – tecnicamente, era denominado pela legislação de voto vinculado –, episódio esse que será objeto de texto à parte. Já o homem do “vento forte no Rio Grande do Norte”, Geraldo Melo, renunciou à vice-governadoria para apoiar Aluízio Alves.

A última vez que os potiguares votaram diretamente para governador foi na eleição de 1965, que elegeu o monsenhor Walfredo Gurgel com o apoio do então governador Aluízio Alves. Em 15 de novembro de 1982, o resultado das urnas impôs à então imaculada ficha curricular política do mito Aluízio Alves uma acachapante derrota para o “Terceiro Maia”, o jovem José Agripino, com quase 107 mil votos de maioria, diferença essa nunca vista até aquela data.

Wilma e Garibaldi conseguiram reeleição (Foto: reprodução/Arquivo)

Wilma e Garibaldi conseguiram reeleição (Foto: reprodução/Arquivo)

Dessarte, um mito da política potiguar teve de submeter-se à derrota imposta pelas urnas. É de ressaltar, ainda, que José Agripino Maia conseguiu feitos políticos que o colocam em lugar de destaque na história política do RN:  i) desde a segunda república (1946), Agripino foi o primeiro político a ocupar, por duas vezes, a cadeira do governo, feito repetido, apenas, por Garibaldi Filho e a também mossoroense Wilma de Faria (fora Maia também), ou seja, de 1946 até a presente data, os únicos que repetiram a titularidade das rédeas do Estado foram três potiguares sendo dois oriundos da terra da resistência, simetria que pode ser quebrada pela reeleição da paraibana Fátima Bezerra nas eleições gerais desse ano (2022); ii) venceu quatro eleições majoritárias seguidas,  feito não repetido por nenhum outro político do Estado.

As eleições gerais de 1982 têm, simbólica e concretamente, a tarefa de reformar o País através do voto direto e livre, ademais de colecionar as singularidades abordadas ao longo dessas linhas; as eleições gerais de 2022, sob circunstâncias diferentes, também se revelam com potenciais idiossincrasias, tanto no âmbito nacional – com a possibilidade de, pela primeira vez desde à redemocratização, o chefe do executivo federal não conseguir a renovação do seu mandato –, como no RN, que pode reeleger a paraibana Fátima Bezerra governadora, fato que repetido apenas por Garibaldi Alves Filho – o mais mineiro dos políticos potiguares – e Wilma de Faria no pós-Constituição de 1988.

[1] BAER, Werner. A Economia Brasileira. 2ª ed. São Paulo: Ed. Nobel, 2005.

[2] O Estado da Guanabara durou apenas 15 anos. A cidade do Rio de Janeiro foi a capital do Brasil de 1763 até 1960, data da interiorização da capital da república para recém-criada Brasília. Assim, quando o antigo Distrito Federal se deslocou para o centro do País, este se converteu em Estado, denominado de Guanabara. Uma curiosidade: a Constituição de 1946 trazia, no seu ADCT, a previsão da interiorização da capital federal para o planalto central. Portanto, JK cumpriu, apenas, um mandamento constitucional expressamente imposto,

[3] “Solidão” era o nome da fazenda do ex-senador, ex-governador e líder político Dinarte Mariz.

[4] Pela legislação do período, os eleitores eram a obrigados a votar “porteira fechada” num mesmo partido, do vereador ao governador, de modo que se alguém optasse por votar em branco na cabeça ou votasse em candidatos de partidos diferentes, o voto seria considerado nulo.

Jessé Rebouças é advogado

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Categoria(s): Artigo / Política
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terça-feira - 13/09/2022 - 17:50h
Fechado

Prefeito de Natal passa a apoiar Fábio Dantas

Álvaro esteve domingo com Fábio, sem definição, mas hoje veio a sua posição (Foto: reprodução do Canal BCS)

Álvaro esteve domingo com Fábio, sem definição, mas hoje veio a sua posição (Foto: reprodução do Canal BCS)

Depois de reunião no domingo (11) – veja AQUI, com participação do ex-senador José Agripino (União Brasil), o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB) confirma apoio nesta terça-feira (13), à candidatura de Fábio Dantas (Solidariedade) ao governo estadual.

“Anúncio feito. O prefeito Álvaro confirma o apoio a Fábio e @ivanjrrn (União Brasil) a vice”, exulta Maia.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 12/09/2022 - 08:38h
Eleição ao Governo

Sem definição “ainda”, Álvaro Dias recebe Fábio Dantas

Até o momento sem definir preferência à disputa ao Governo do Estado do RN, o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB) conversou em seu apartamento nesse domingo (11), com o candidato Fábio Dantas (Solidariedade). Além dele, o presidente estadual do União Brasil, ex-senador José  Agripino.

Álvaro recebeu Agripino e  Dantas; em julho conversou com Fátima Bezerra (Foto: rede social)

Álvaro recebeu Agripino e Dantas; em julho conversou com Fátima Bezerra (Foto: rede social)

“Recebi hoje pela manhã, no meu apartamento, a visita do ex senador José Agripino e do candidato a governador Fábio Dantas. Conversa cordial e amistosa, apesar de não ter tido nenhuma definição política, ainda!”, disse o próprio Dias em postagem em suas  redes sociais.

Existem rusgas na relação pessoal e política entre Álvaro e Fábio, que remontam à política na Assembleia Legislativa.

Com Fátima

No dia 23 de julho, Álvaro Dias conversou pessoalmente com a governadora Fátima Bezerra (PT), o vice na chapa de dela (homologada àquele mesmo dia), Walter Alves (MDB), além do secretário-chefe do Gabinete Civil do Governo do RN, Raimundo Alves Júnior (veja AQUI). O encontro foi na residência de Esdras Alves, assessor de Álvaro Dias.

O encontro não foi conclusivo sobre apoio ou posicionamento equidistante do prefeito.

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Categoria(s): Eleições 2022 / Política
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