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Morre em Natal a viúva do ex-vice-governador Clóvis Motta

Dona Lourdes ao lado do filho Ricardo e netos (Foto: redes sociais)
Dona Lourdes ao lado do filho Ricardo e netos (Foto: redes sociais)

Faleceu neste sábado (29), em Natal, dona Dona Maria de Lourdes Meirelles da Motta, 89. Era mãe do ex-presidente da Assembleia Legislativa do RN Ricardo Motta e avó do ex-deputado federal Rafael Motta (Avante).

Viúva de Clóvis Motta – engenheiro, advogado, industrial, ex-deputado federal e ex-vice-governador do RN -, dona Maria de Lourdes teve cinco filhos com ele.

Estava com alzheimer e morreu vítima de falência múltipla dos órgãos.

Que dona Maria de Lourdes descanse em paz.

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Novo medicamento retarda Alzheimer em 35%, apontam testes

Um medicamento experimental para Alzheimer desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly and Co retardou o declínio cognitivo em 35% em um teste em estágio final, disse a empresa nesta quarta-feira (3), fornecendo o que especialistas dizem ser a evidência mais forte até agora de que remover placas amiloides pegajosas do cérebro beneficia pacientes com a doença.

Foto ilustrativa (Getty Images)
Foto ilustrativa (Getty Images)

O medicamento da Lilly, o donanemab, atendeu a todos os objetivos do teste, disse a empresa.

Ele retardou a progressão da doença de Alzheimer em 35%, em comparação com um placebo, em 1.182 pessoas com doença em estágio inicial cujos cérebros tinham depósitos de duas proteínas-chave da doença de Alzheimer, a beta-amilóide, assim como níveis intermediários de tau, uma proteína ligada à progressão da doença e à morte de células cerebrais.

O estudo também avaliou o medicamento em 552 pacientes com altos níveis de tau e descobriu que, quando ambos os grupos foram combinados, o donanemab retardou a progressão em 29%, com base em uma escala comumente usada de progressão da demência conhecida como Escala de Avaliação Clínica de Demência (CDR-SB).

Usando essa escala, os especialistas disseram que as conclusões da Lilly estavam praticamente no mesmo nível do lecanemab, da Eisai Co Ltd e da Biogen Inc, comercializado sob a marca Leqembi, que reduziu o declínio cognitivo em 27% em pacientes com Alzheimer inicial em um estudo publicado ano passado.

Os resultados levaram as ações da Lilly a um recorde, subindo mais de 6%, 429,85 dólares.

O dr. Ronald Petersen, um pesquisador de Alzheimer na Mayo Clinic, disse que o teste da Lilly é o terceiro a mostrar que a remoção de amilóides do cérebro retarda a progressão da doença, o que poderia esclarecer algumas dúvidas persistentes sobre os benefícios dos medicamentos da classe e da teoria da redução de amilóides.

“É modesto, mas acho que é real”, disse ele sobre o benefício, “e acho que é clinicamente significativo”.

Com informações da CNN.

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O tempo muda tudo

Por Inácio Augusto de Almeida 

Houve um tempo que fumar era charmoso. Nos filmes que via no PAX apareciam mulheres com enormes piteiras e o cigarro. Eu nem desconfiava que aquilo era propaganda para induzir as mocinhas ao vício do tabagismo.

Os rapazes eram influenciados por um cowboy, que de cigarro no bico, montado num cavalo, dizia que os homens se encontravam no Arizona. Se não era isso que o homem dizia era alguma coisa parecida. cuba-libre-e1487719983925

Com os anos os detalhes vão se perdendo na memória que aos poucos o mal do alemão vai consumindo. Como não sei pronunciar Alzheimer uso o recurso ‘mal do alemão’.

Nos carnavais as marchinhas de sucesso eram OLHA A CABELEIRA DO ZEZÉ, do Roberto Kelly; e a MARIA SAPATÃO, do Abelardo Barbosa, CHACRINHA.

Fico a imaginar se estas marchinhas de carnaval tocassem hoje…

Drogas se ouvia falar numa tal de maconha. E quem usasse sofria uma exclusão do grupo e passava a ser chamado de maconheiro. Até o nome perdia. Cocaína? Nem se sabia da existência.

O que a turma gostava mesmo era de Cuba Libre e Hi-Fi. Cuba Libre era Rum Montilla com Coca Cola e Hi-FI uma mistura de Vodka com Crush.

Para os desabonados, assim eram chamados os lisos, existia o Samba em Berlim, uma dose de cachaça com Coca Cola.

Tempos bons, tempos que se ouvia Nelson, Anísio, Cauby, Ângela e Núbia. Tempos da Lambreta rivalizando com a Vespa e as aventuras acontecendo lá onde hoje é a Caern.

Tudo mudou. Careta é o não usuário de droga. Espanto a ninguém causa a inversão dos costumes e trisal deixou de ser muito sal na comida.

O vestibular foi engolido por um tal de ENEM e já não existem os cursinhos preparatórios para os concursos do Banco do Brasil e da Academia Militar das Agulhas Negras.

Novos tempos, tempos onde a inversão de valores se agiganta, tempos onde qualquer condenado por prática de corrupção recebe mais respeito da sociedade do que um pobre e honrado trabalhador. Tempo do TER.

Tempo dos valores invertidos.

Tempo de fingir que de nada sabe, porque saber se tornou perigoso.

Brasília finge não saber que a miséria e o atraso se agigantam por conta da corrupção alimentada pela impunidade.

Tivesse eu algum apoio ou recursos próprios, faria um filme mostrando O BRASIL QUE BRASÍLIA NÃO CONHECE.

No filme mostraria crianças nuas, por falta de um calção para vestir, estendendo a mão nas estradas sonhando conseguir alguma migalha para mitigar a fome e continuarem vivos.

Mulheres com criancinhas famintas nos braços e sem leite no peito para amamentar.

Criancinhas que não choram, apenas nos olham cravando em nossos corações a culpa da nossa covardia.

Brasília fala em saneamento básico para fingir que desconhece a falta de aparelho sanitário nas casas destes pobres.

Brasília fala em vale gás para nos passar a ideia de não saber que os miseráveis não têm fogão e nunca viram um botijão de gás.

Quando algum caroço de feijão cozinha é entre três tijolos protegendo o fogo de gravetos.

Brasília finge desconhecer a corrupção praticada pelas administrações municipais porque só está interessada nos votos do povo miserável, que tangido será por corruptos que tudo furtam, a neles votar e assim manter este esquema imundo funcionando a pleno.

Infelizmente vivemos a época do fingir.

O tempo muda tudo.

Inácio Augusto de Almeida é escritor e Jornalista

Morre ex-jogador que atuou pelo Baraúnas

Necildo: desportista e cidadão de conceitos (Foto: Web)

Faleceu nessa terça-feira (28), o ex-jogador de futebol Necildo Diniz Freire, 81.

Sofria de Alzheimer, tinha diabetes, era hipertenso e também enfrentava um câncer.

Necildo atuou durante muitos anos no Baraúnas, jogando de zagueiro, entre os anos 60 e início de 70.

Também durante muitos anos foi colaborador efetivo do tricolor mossoroense, além de compor quadro dirigente da Liga Desportiva Mossoroense  (LDM).

Que descanse em paz.

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