“Não reclame por envelhecer; é um privilégio negado a muitos.”
Andrew Carnegie
“Não reclame por envelhecer; é um privilégio negado a muitos.”
Andrew Carnegie
“Mantenha-se ocupado. É o remédio mais barato e um dos melhores que existem na Terra.”
Andrew Carnegie
“Você pode mudar o que sente mudando o que pensa.”
Andrew Carnegie
“A maturidade começa no dia em que aceitamos a responsabilidade por nossas próprias ações.”
Andrew Carnegie
“Aquele que se recusa a obedecer não pode comandar.”
Andrew Carnegie
“Você sempre aprende muito mais quando perde do que quando vence.”
Andrew Carnegie
“Às vezes, são os seus amigos que mantêm seus inimigos informados.”
Andrew Carnegie
“Se você não conhece o valor da lealdade, nunca entenderá o dano da traição.”
Andrew Carnegie
“Ao envelhecer, parei de escutar o que as pessoas dizem. Agora, só presto atenção no que elas fazem.”
Andrew Carnegie
“Ninguém será grande líder se quiser fazer tudo sozinho, ou ter todos os louros por o ter feito.”
Andrew Carnegie
“Aqui jaz um homem que soube ter junto a si homens que eram mais inteligentes que ele”
Andrew Carnegie
“Ao envelhecer, parei de escutar o que as pessoas dizem. Agora, só presto atenção no que elas fazem.”
Andrew Carnegie
“Não se satisfaça apenas em cumprir sua obrigação. Faça mais que sua obrigação. É o cavalo que termina com uma cabeça à frente que vence a corrida.”
Andrew Carnegie
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) divulgou no dia 23 de dezembro passado uma pesquisa administrativa com várias avaliações sobre gestões públicas federal, estadual e local. Entre os números, a “aprovação” do governo municipal de Allyson Bezerra (Solidariedade) com 73,8% (veja AQUI) – segundo números do Instituto TS2.
Sem dúvidas, um feito. Sobretudo por ser o primeiro ano de uma gestão que não teve direito a transição de poder, formada por uma equipe sem vivência na municipalidade e comandada por um jovem eleito aos 28 anos: o prefeito Allyson.

O êxito exponencial do primeiro ano desse time é algo surpreendente. Contraria as ‘cassandras’ da oposição que previam, torciam e prepararam a máquina pública para implodir em poucas semanas. A bomba-relógio foi desarmada a tempo.
O novo baque político dos adversários é equivalente ao resultado das urnas de 2020. É a segunda e mais retumbante derrota do rosalbismo, seus próceres e apêndices.
Para os donos do poder – há décadas – foi uma hecatombe perder eleições ‘certas’. Porém, perceber um ano depois que o governo sucessor funciona, tem aprovação popular maciça e traciona com robustez para o segundo ano, é de causar calafrios. A tentativa de sabotagem vai continuar, com ações ‘endógenas’ e ‘exógenas’, como diria um especialista em biologia.
Sob outra ótica, a administrativa, e não tão somente a política, o nome que aparece em relevo (com justiça) nessa façanha de plena superação em 2021, é do prefeito Allyson Bezerra. Figura emergente na política local e do RN, até 2018, ele era um desconhecido em sua própria casa – Mossoró. Um invisível como tantos outros milhares de cidadãos.
Contudo, o elenco de auxiliares que formou para acompanhá-lo na missão hercúlea de botar nos trilhos uma máquina desgovernada, diz muito sobre esse sucesso, que é o seu sucesso. Compreensível.
Escalou gente de matizes ideológicos distintos, da direita à esquerda, indo buscá-la sobretudo na inteligência universitária local. Moveu peças, reordenou posições, distribuiu tarefas, cobrou resultados. E todos sabem: ninguém é ‘imexível’ ou ganhou passaporte para passar quatro anos na administração. Com certeza, não nomeou qualquer pessoa que não tivesse força para exonerar, regra geral para quem governa.
Um detalhe: Allyson é quem realmente governa. Não tem tutores, “prefeito de fato” ou eminências pardas por trás da cortina ou na sala contígua ao gabinete em que despacha no Palácio da Resistência, algo raro na história recente da municipalidade mossoroense.
Talvez outro grande diferencial para fazer essa tropa ‘rodar’ no ritmo do seu comandante, é o fato de ele ter escolhido um a um, realmente por critério técnico. Nenhum aliado ou grupo impôs preferidos. Paralelamente, está aí uma de suas principais dificuldades no período, ou seja, justamente conciliar as injunções administrativas com as demandas, cobranças e amuos de aliados, sobretudo vereadores.
Se o governo tem avaliação gerencial notável como a própria pesquisa CDL-TS2 atesta, o mesmo não se pode dizer da performance política. Nessa área tão delicada, não faltaram abalos, defecções e choques internos e externos. Não conhecer a política ou “não ser político”, como se definem alguns auxiliares, não resolve arestas com aliados, por exemplo. Tudo desaba nos ombros do prefeito. Ele é político.
Para o segundo ano de governo que está apenas começando, período eleitoral, Allyson e seu time serão novamente testados, encouraçados pelos desafios de 2021 e crédito popular recebido. São outros enfrentamentos. Se o primeiro ano foi de conhecimento e controle, como destacamos na avaliação dos primeiros 100 dias de gestão (veja AQUI), 2022 será de teste de força.
É provável que Allyson Bezerra não esteja familiarizado com a história de Andrew Carnegie (1835-1919), imigrante escocês que venceu na América (Estados Unidos). Transformou-se num industrial bilionário, mecenas e filantropo com realizações que chegam a nossos dias. É dele uma frase lapidar para quem é líder, perfil que parece estar em permanente e acelerada maturação no prefeito mossoroense:
– À medida que envelheço, presto menos atenção ao que as pessoas dizem; simplesmente observo o que fazem.
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“Ninguém será grande líder se quiser fazer tudo sozinho, ou ter todos os louros por o ter feito.”
Andrew Carnegie
Por Elio Gaspari (O Globo)
Em 2011, um grupo de jovens executivos colocou-se a seguinte questão: o que se pode fazer para ajudar uma criança pobre que tem um brilhante desempenho escolar e enfrenta a lei da gravidade social que tenta retê-la no andar de baixo? Nasceu assim o Primeira Chance.
Ontem, em Fortaleza, cinco desses executivos passaram o dia entrevistando 35 jovens que cursam o ensino fundamental em escolas públicas. Quando tiverem terminado o serviço, estarão escolhidos os garotos e garotas que cursarão o ensino médio como bolsistas nas duas melhores escolas da cidade (Ari de Sá e Farias Brito). Resolvido? Como diria Fred Astaire, o segredo de um bom dançarino está em dar aos outros a impressão de que é fácil.
Os executivos do Primeira Chance ralaram. Como achar os garotos? Fácil. Selecionaram 250 crianças do ciclo fundamental bem colocadas em olimpíadas de conhecimento, como as de Matemática, Português, Ciências e Física. Como contatá-los? Pedindo ajuda às escolas?
Não dá certo, muitos diretores temem que lhes queiram roubar os bons alunos. Mandando-se uma carta ao aluno, para o endereço do colégio, ele vai recebê-la. Resolvido? Nem sempre. Um garoto não tinha telefone (móvel ou fixo) em casa. Para chegar a ele foi preciso ligar para a residência onde sua tia trabalhava como empregada doméstica.
Em todo o processo, o Primeira Chance busca crianças que, além de terem bom desempenho, mostrem uma surpreendente capacidade de batalhar pelo que querem. Um menino sem pai, com mãe e avó analfabetas, tinha medalha olímpica de Matemática. Aos 10 anos, soubera que na cidade da avó havia uns austríacos que ensinavam inglês de graça.
Mudou-se para a casa dela. Seis anos depois, sua entrevista em Fortaleza deu-se em inglês. Ele também descobriu uma professora de Matemática que lecionava para pobres e colocou-se sob sua proteção.
Das 250 cartas enviadas, tiveram 75 respostas, e os candidatos foram convidados para uma prova e uma entrevista. A renda média de suas famílias era de R$ 1 mil por mês. Feito? Nada. Metade deles não veio.
Um garoto que tinha duas medalhas de olimpíadas não poderia sair de sua cidade (Jijoca de Jericoacoara) a sete horas de Fortaleza, pois não tinha como pagar o ônibus. A turma do Primeira Chance cacifou as passagens, e ele veio com o pai, que trazia consigo currículos para tentar um emprego de porteiro na capital caso o filho se desse bem.
Catapultados para boas escolas como a Ari de Sá ou a Farias Brito, resolvia-se apenas uma parte do problema. Faltava o resto. Os colégios dão os livros, e o Primeira Chance cobre as despesas de material, transporte e alimentação.
Em alguns casos, pagam também a hospedagem num pensionato. Um garoto jamais calçara sapatos, usava sandálias artesanais. Pela lei da gravidade, quando terminasse o ciclo fundamental, iria para a roça do pai.
Cada jovem amparado pelo Primeira Chance ganha um mentor que acompanha seu desempenho, com quem se comunica durante todo o tempo em que cursa o ensino médio e se capacita para o vestibular. Um bolsista custa R$ 4 mil por ano. Tendo começado em 2011, o grupo de executivos já deu 14 bolsas.
O garoto que foi morar com a avó analfabeta para estudar inglês ganhou mais três medalhas olímpicas, foi aprovado nos vestibulares do Instituto Militar de Engenharia e do Insper, que oferece bolsas para jovens do Primeira Chance. O menino de Jijoca de Jericoacoara ganhou mais uma medalha na Olimpíada de Física e passou no vestibular do IME quando ainda cursava o segundo ano do ensino médio.
Nenhum dos executivos do Primeira Chance é milionário. Quase todos estão apenas devolvendo o que receberam da Viúva, pois estudaram em universidades públicas gratuitas, seis deles no Instituto Tecnológico da Aeronáutica. Alguns, ralando como os meninos que beneficiam.
Além de um núcleo de 17 pessoas, têm a ajuda de 15 voluntários. A idade média do grupo está em menos de 30 anos. O que eles fazem não custa um tostão à Viúva, numa época em que dinheiro da Boa Senhora é usado para construir estádios, e o Rio de Janeiro corre o risco de perder a maior faculdade de Medicina do país — decadente, porém a maior.
Essa turma prefere que se divulgue mais o site do Primeira Chance do que seus nomes. O endereço é primeirachance.org. Vale lembrar que grandes universidades privadas americanas, interessadas em preservar a diversidade de seus alunos, despacham expedições para achar talentos.
Nunca é demais lembrar a frase de Andrew Carnegie, dono da maior fortuna dos Estados Unidos no final do século XIX: “Morrer rico é uma desgraça.”
Em dinheiro de hoje, ele distribuiu bilhões de dólares. Morava num palacete na esquina da Rua 91 com a Quinta Avenida. É mais modesto do que o palácio erguido pelo Barão de Nova Friburgo no Rio de Janeiro.
A mansão de Carnegie foi doada ao governo. Repetindo, doada. O palácio do barão tentou virar hotel, faliu e acabou vendido à Presidência da República por algo como 15 milhões de dólares em dinheiro de hoje. É o Palácio do Catete.
Vão aqui os nomes das empresas que com recursos ou serviços colaboram com o grupo do Primeira Chance:
Colégio Ary de Sá, Colégio Farias Brito, Instituto Ling, Fundação Beto Studart, escritório de advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey e Quiroga, Yázigi, Adbat/Tesla, Locaweb, Curso Simétrico, Editora VestSeller, Accord, Sindicato da Escolas Particulares do Ceará, Sinepe, Organizze e Insper.
Elio Gaspari é jornalista e escritor
“À medida que vou amadurecendo, presto menos atenção ao que os homens dizem. Simplesmente vejo o que fazem.”
Andrew Carnegie
“Não se contente apenas fazendo o seu dever. Faça mais! É o cavalo que termina um pescoço à frente que vence a corrida.”
Andrew Carnegie