General Newton Cruz estava internado (Foto: reprodução de vídeo)
O general Newton Cruz, ex-chefe da Agência Central do Serviço Nacional de Informações (SNI) durante a ditadura militar, de 1964 a 1985, morreu na sexta-feira (15). Cruz tinha 97 anos.
A informação foi confirmada ao g1 por familiares neste sábado (16). Newton Cruz morreu de causas naturais e estava internado no Hospital Central do Exército, em Benfica, na Zona Norte.
À tarde, o Comando Militar do Leste divulgou nota confirmando a morte.
Em 2014, foi apontado pela Comissão da Verdade como um dos 377 militares que cometeram crimes durante a ditadura.
Em 1982, o jornalista Alexandre von Baumgarten foi assassinado. O caso veio a público no ano seguinte, após a publicação de um dossiê em que ele acusava integrantes do SNI de planejar sua morte.
Em 1994, Newton Cruz foi candidato ao governo do Rio pelo PSD. Terminou em terceiro colocado no primeiro turno, atrás de Marcello Alencar (PSDB) e Anthony Garotinho (PDT).
A prefeita reeleita de Alexandria (386,6 km de Natal), Jeane Carlina Saraiva e Ferreira de Souza (PSD), 48, escapou ilesa de um ataque à bala nesse sábado (6), na cidade. Segundo apuração preliminar, ela estava sentada à calçada de amigos, ao lado de seu namorado (nome não revelado), quando dois homens chegaram numa moto e o garupa desfechou cerca de 6 tiros.
Jeane comungou em missa em ação de graças (Foto: Reprodução BCS)
O caso ocorreu por volta de 23h10. Além do casal, pelo menos mais seis pessoas estavam no local e todas correram a esmo em pânico, fugindo dos tiros de revólver calibre 38. Balas acertaram a fachada do imóvel e até seu interior.
Os agressores saíram em fuga, sem que um único tiro fosse letal ou causasse ferimentos em um dos circunstantes. A princípio não se sabe quem seria o alvo dos disparos ou se tinham ‘apenas’ caráter intimidativo.
O Governo do RN deverá designar um delegado especial à apuração do caso.
De joelhos
Em missa em ação de graças pelos 91 anos de emancipação política do município, nesse domingo (7), na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, a prefeita emocionou-se após comungar (receber hóstia do oficiante da liturgia). De joelhos, trêmula, ficou absorta em suas reflexões/orações.
“Agradeço mais uma vez a Deus e a Nossa Senhora da Conceição por conceder a vida a mim, por ter concedido o livramento de ontem”, disse.
Ex-mulher do desembargador Expedito Ferreira, Jeane é natural de Cabrobó (PE), mãe de cinco filhos. Foi reeleita ano passado para o cargo ao receber 62,01% dos votos válidos, um total de 5.418 votos. O segundo colocado, David Abrantes Pordeus (PCdoB), perdeu com 37,99% dos votos válidos.
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Depois de duas semanas de investigação, a Polícia Federal (PF) não encontrou, até o momento, nenhum indício de que Adélio Bispo de Oliveira tenha agido a mando de uma segunda pessoa quando esfaqueou o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), conforme disse ao jornal Globo uma fonte que conhece o caso de perto.
Adélio Bispo de Oliveira é escoltado por policiais federais no aeroporto de Juiz de Fora (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Não há indicativo também de que Adélio tenha recebido ajuda de uma outra pessoa para cometer o crime, como chegou a ser especulado no início.
A Polícia Federal concluiu hoje a primeira parte da apuração e pediu prazo de 15 dias para apresentar relatório final do caso à Justiça Federal.
O incidente aconteceu em Juiz de Fora (MG), no último dia 6. Bolsonaro passou por procedimentos cirúrgicos e está internado no Hospital Albert Einstein, em processo de tratamento.
O empresário Edvaldo Fagundes Filho sofreu um atentado à bala à noite de hoje em Mossoró. O incidente aconteceu quando ele pilotava um carro Land Rover blindado pertencente à sua mãe, Zulailde Gadelha, por volta de 20h30.
Vários tiros foram disparados, mas se destaca a série à altura da cabeça do motorista (Foto: cedida)
Em áudio que postou em redes sociais, tranquilizando amigos e familiares, subliminarmente o empresário admite que o fato não fora uma tentativa de assalto, mas tentativa de assassinato:
– Estou bem, estou bem, tranquilo. Estou bem mesmo (…). Foi melhor ter acontecido agora que não aconteceu nada comigo. Mais na frente podia ser que eu tivesse morrido (…). Não é possível que eles ainda venham de hoje para amanhã…
“Edvaldo Filho”, como é mais conhecido, estava pilotando o veículo numa via projetada que liga o Partage Shopping ao condomínio Quintas do Lago, ladeada pelo condomínio Alphaville e pela loja de atacarejo Atakadão (Nova Betânia).
Edvaldo Filho: blindado (Foto: arquivo)
De repente, o carro foi emparedado por outro veículo (moto) e vários tiros foram disparados, com destaque para projéteis que atingiram região que fatalmente alcançariam sua cabeça.
Emoção
A abordagem com característica de atentado foi reproduzida pelo empresário em depoimento à Polícia Civil, na Delegacia de Plantão (Alto de São Manoel).
Segundo relatos de fontes ouvidas pelo Blog, ele chegou tão emocionado que abraçava indistintamente as pessoas presentes, a ponto de chorar.
Em seguida, passou a se comunicar com familiares e amigos através de redes sociais no seu smartphone. A todos, tranquilizava (como colocamos em reprodução acima nesta postagem) dizendo que estava “bem”.
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Aos amigos e amigas que, sabedores de minha paixão pela França e de minha mania de dar pitaco sobre as coisas, me perguntaram opinião sobre os atentados em Paris, a dizer – e refletir – o seguinte:
1 – Não relativizo atos terroristas. Em hipótese nenhuma. Não discuto, não debato e não o farei neste post. Atentado é atentado e assassinato e assassinato, ponto. Não embarco em relativizações (“ah, mas estão colhendo o que plantaram”, “Oh, mas a França apoia os EUA nos ataques ao Oriente Médio”, “Ih, mas teve o Charlie Hebdo”. Não. NADA justifica atentado e assassinato.
2 – Sem disposição de ver amigos queridos e inteligentes “competindo” sobre tragédias (Paris x Lama em Mariana + Quênia + Nigéria) e cobrando solidariedade. Cada um se solidariza com o que quer e se quiser, e quem não o faz publicamente e no Facebook não quer dizer que esteja sentindo mais do que quem sente em silêncio, não é mesmo? E, não, não vou trocar minha foto nem pela bandeira da França nem pela bandeira brasileira. Quem o faz, bem. Acho legal quem se dedica a uma causa. Só não pode cobrar que os outros sigam a mesma causa, da forma que se deseja e na hora que o outro quer, né?
3 – Não há comparação entre tragédias. Uma foi um desastre ambiental causada pela negligência e mau caratismo de empresários que tiveram vista grossa de políticos, todos eleitos pelo voto popular. Outra foi um atentado terrorista que mais tem a ver com geopolítica do que com religião. As da Nigéria e Quênia também foram diferentes. Ah, e também teve chacina de 11 pessoas em Fortaleza e assassinato de um PM aqui em Natal,
4 – Amigo(a) que eu detectar ofendendo muçulmanos em geral pelos atentados, deleto amizade. Generalização é uma das pragas do Facebook. Ou os amigos nordestinos gostam quando um retardado de São Paulo posta coisas como “todos os nordestinos deveriam morrer” e similares?
5 – É isso. Cada qual tem seu time de futebol, seu filme preferido, suas causas e decide a hora de defende-las e se o fará neste Facebook ou não. Cobrança radical parece muito com o pensamento daquele pessoal que comete atentados terroristas, não? Que todos nós tenhamos mais calma na hora de apontar o dedo para os outros internautas.
Cefas Carvalho é jornalista.
* Texto originalmente publicado em seu endereço próprio na Web.
O candidato a prefeito de Pendências – Ivan Padilha (PMDB) – foi vítima de atentado na madrugada deste sábado (6) no distrito de Amargoso, que fica nesse município.
Segundo informações de familiares, Ivan, que é atual prefeito e disputa a reeleição, estava saindo da casa de um amigo por volta da 1h quando homens em um Siena branco se aproximaram.
A chegada deles foi notada por uma menina, que alertou as pessoas. Nesse momento, os ocupantes do carro sacaram armas de grosso calibre e começaram a atirar.
O motorista de Ivan Padilha, identificado como Manoel, foi atingido por quatro tiros e foi levado para Mossoró onde está internado. Pessoas que estavam no local com Ivan Padilha ouviram quando em meio aos tiros, os homens gritaram que iam “matar todo mundo” e fugiram em seguida com destino ignorado.
Ivan Padilha não foi ferido e na manhã deste sábado está na delegacia de Pendências sendo ouvido acerca do episódio. Após o atentado, ele se mostrou ainda mais preocupado com a segurança pública na cidade neste fim de semana de votação.
Familiares comentaram que o atual prefeito não tem inimigos e não descartam “motivação política” para o atentado. Ivan Padilha vai solicitar ao Governo do Estado reforço policial e segurança de vida.
Com informações da Assessoria de Imprensa de Ivan Padilha.