Na estrutura organizacional do Governo Federal, o Ministério da Defesa é o órgão incumbido de coordenar o esforço integrado de defesa, visando contribuir para a garantia da soberania, em prol da sociedade brasileira, abrangendo o preparo e o emprego conjunto e singular das Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, e a articulação entre elas e os demais órgãos do Estado.

Na gestão Jair Bolsonaro (PL), essa pasta virou fiscal de urna eletrônica (veja AQUI) para atender aos caprichos e neuras do seu chefe de ocasião, inquilino do Palácio do Planalto até o fim deste ano.
Nem durante o regime militar de 1964 vimos algo tão caricato.
Quando os generais que presidiam o país se sentiam incomodados com a oposição política, logo criavam artifícios “legais” à manutenção das rédeas do processo eletivo e do poder.
Daí nasceram casuísmos como escolha indireta para governadores e prefeitos das capitais, o senador biônico, propaganda eleitoral apenas com perfil em áudio e foto do candidato, voto vinculado e sublegenda. E bem antes, em 1965, a limitação ao bipartidarismo – Arena x MDB -, em vez do pluripartidarismo que chegou a 13 legendas.
Agora, em pleno século XXI, ano de 2022, somos testemunhas desse vexame de suposta auditoria em urnas eletrônicas, serviço mequetrefe, encomendado pelo chefe de governo. Embaraçoso.
Francamente.
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