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Começa construção de sistema de adutora em zona rural

Sistema começou a ser montado e será levado a outras comunidades (Foto: Lucas Bulcão)
Sistema começou a ser montado e será levado a outras comunidades (Foto: Lucas Bulcão)

Por meio do “Mossoró Realiza”, um antigo sonho da comunidade da Barrinha, zona rural de Mossoró, começa a se transformar em realidade: teve início nesta segunda-feira (25) a construção da adutora que vai garantir independência hídrica para a região.

O sistema de abastecimento recebe um investimento de R$ 1.043.813,62.

O sistema será composto por 2 mil metros de rede de adução (adutora), mais de 5,6 metros de tubulação para a rede de distribuição de água, dois reservatórios com capacidade de 20 mil litros cada e 381 unidades de hidrômetros para instalação em residências, contemplando aproximadamente 1 mil pessoas que residem na região.

“A comunidade vinha passando por momentos de escassez de água, apesar de a gente ter feito uma grande melhoria no sistema de abastecimento. Agora, vai ter independência hídrica, com um sistema de adutora moderno e distribuição de água encanada, com torneiras nas casas”, explicou o gerente executivo de Desenvolvimento Rural da Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Raniere Barbosa.

O benefício está em expansão e alcançará outras comunidades.

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Prefeito encaminha projeto para instalação de três indústrias

Projeto foi encaminhado aos vereadores (Foto: divulgação)
Projeto terá apreciação dos vereadores (Foto: divulgação)

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), encaminhou à Câmara Municipal projeto de lei com o objetivo de viabilizar a instalação de três novas indústrias na cidade. O projeto propõe a autorização para cessão de terrenos às empresas, que poderão gerar até 370 empregos diretos. O anúncio foi feito durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais do gestor.

Após o trabalho de organização e atração de novas empresas realizado pela gestão municipal, duas novas indústrias serão instaladas no distrito da Barrinha, enquanto uma terceira deverá ser construída no distrito industrial ao longo da BR 304. Essa iniciativa estratégica busca impulsionar o crescimento econômico local, atraindo investimentos e criando oportunidades de emprego para a população.

O prefeito Allyson Bezerra destacou que a cidade já alcançou um marco histórico de saldo positivo de empregos, somando 11.642 vagas durante a sua gestão, de acordo com dados do Novo Caged (Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). “Essa conquista é fruto dos esforços contínuos para atrair empresas, simplificar processos burocráticos e implementar programas de incentivo. Vamos continuar trabalhando para gerar oportunidades para o povo de Mossoró”, disse o prefeito.

O projeto agora passará por análise e discussão na Câmara Municipal.

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Câmara discute orçamento; comunitários pedem água

A Câmara Municipal de Mossoró realiza nesta quarta-feira (14), audiência pública para discutir “Políticas e Orçamento Público para a Educação em 2014”, atendendo proposição do vereador Francisco Carlos (PV).

O objetivo é discutir, antes da elaboração da peça orçamentária do próximo ano, as prioridades para o investimento orçamentário em 2014 na área da educação. “Estaremos realizando uma discussão sobre o investimento público da educação, despesa com pessoal, custeio, além de receber propostas para serem inseridos no orçamento da educação em  2014”, afirmou o autor da proposição.

A audiência pública será realizada a partir das 9 horas, no Plenário da Câmara Municipal de Mossoró. Foram convocados a participar da discussão, Prefeitura de Mossoró, Governo do Estado, Ministério Público, Conselho Municipal de Educação, Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Igrejas, Universidades, OAB, entre outras. Toda a população está convidada a participar e apresentar suas reivindicações.

Maria Nazaré relatou drama da falta de água e promessas vazias

Zona rural pede socorro

A precariedade no abastecimento de água nas comunidades da zona rural foi tema do pronunciamento de hoje do vereador Tomaz Neto (PDT) na Câmara Municipal de Mossoró, nessa terça-feira (13). Por iniciativa dele, numa iniciativa que denomina de “Gabinete nos Bairros”, vários moradores do sítio Barrinha foram ao plenário do legislativo pressionar no sentido de que o serviço seja realizado com mais eficiência.

Dois representantes da comunidade rural da Barrinha falaram na Tribuna Popular: John Carlos e Maria Nazaré, que se emocionou ao microfone, retratando drama na zona rural.

Também foram feitos vários outros apelos. Houve princípio de bate-boca entre Tomaz Neto e Francisco Carlos, mas logo contornado até com uma conversa amistosa entre ambos nos bastidores, quando o integrante do PV pediu desculpas por alguma exasperação.

Betinho Segundo

“Nós levamos nosso gabinete até a zona rural, ouvimos a população e convidamos para hoje comparecer a Câmara. Deu certo, e vamos manter o trabalho, inclusive, com a presença de qualquer vereador que queira participar, é aberto a todos”, disse Tomaz em plenário.

Como fruto desse movimento, foi agendada ainda ontem uma audiência com o subsecretário do Desenvolvimento Rural, Betinho Rosado Segundo. Ele recebeu os manifestantes  encaminhados por Tomaz, que contou ainda com a presença do vereador Narcízio Silva, por delegação do presidente da Casa, Francisco José Júnior (PSD).

“Desde o dia 9 deste mês que pedi audiência para esse povo à prefeita Cláudia Regina (DEM), mas o seu gabinete preferiu transferir o encontro para Betinho Segundo”, lamentou Tomaz.

“Gabinete nos Bairros” ouve apelos de comunidade rural

O “Gabinete nos Bairros”, projeto do vereador Tomaz Neto que leva seu trabalho às comunidades mossoroenses, na discussão de problemas e busca por soluções, chegou à Barrinha, zona rural de Mossoró.

Tomaz ouviu reclamações e prometeu procurar organismos responsáveis

À noite dessa quarta-feira, dia 7, uma multidão atendeu à convocação do vereador. Populares manifestaram-se.

O vereador prometeu agir, sendo porta-voz dos pleitos. Os moradores solicitaram uma lombada eletrônica, pois as tartarugas que foram instaladas não estão dando certo e os caminhões passam em alta velocidade.  Uma moradora reclama que a UBS só distribui somente 10 fichas diárias e apenas após às 10 horas da manhã, que é a hora que os funcionários chegam. Isso, quando os médicos não faltam.

Houve queixas quanto à própria estrutura da Unidade Básica de Saúde, que está com rachaduras e outras deficiências.

Falta água

Reclamaram que não tem água frequente, e a água que chega é através do caminhão-pipa que abastece a caixa de água central. Essa água é complementada com a água que vem da Penitenciaria Mário Negócio.

Também houve solicitação de uma área de lazer, que seria utilizada pelos moradores das comunidades circunvizinhas (Barrinha, Riacho Grande, Pau Branco, Morada Nova…).

Segundo dona Maria Nazaré, de 63 anos, “a Barrinha está entregue às baratas e os gabirus”. Lamentou que durante a campanha, a prefeita Cláudia Regina (DEM) tenha prometido água, educação, saúde, segurança… e após as eleições “não retornou nem para dizer obrigado”.

Na próxima terça-feira (13), representantes da comunidade estarão na Câmara Municipal, levados por Tomaz Neto. Eles vão usar a Tribuna Popular, para renovação de apelos, retratando a situação dessa comunidade.

– Nós vamos encaminhar todos os pleitos que ouvimos, falaremos diretamente com as autoridades responsáveis e ficaremos pressionando por soluções – avisa  Tomaz Neto.

Fafá "entregou" UPA e depois mandou colocar tapumes, a fechando

UPA

O vereador anunciou hoje, através de sua assessoria, que vai provocar o Ministério Público a intervir no caso do fechamento da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Belo Horizonte. Esse equipamento de saúde foi “inaugurado” pela então prefeita Fafá Rosado (DEM) no dia 28 de dezembro do ano passado.

Quase oito meses depois, a UPA continua fechada e sofrendo desgastes naturais sob chuva, sol e ameaça de depredação.

“É uma vergonha”, diz Tomaz. “O que ouvi nas UPA´s do Santo Antônio e São Manoel, é que a UPA fechada no Belo Horizonte sobrecarrega o atendimento nessas duas unidades e torna muito precário o serviço prestado à população”, comenta ele.

– A população do Belo Horizonte e adjacências se sente enganada e humilhada – acrescenta.