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Vivo

Meu isolamento por livre arbítrio passa dos 15 dias.

Saídas são episódicas para reposição de mantimentos e outras necessidades, com escassas interlocuções.Nada de BBB, Netflix, bater panelas ou vomitar xingamentos em redes sociais.

Não vi reprise de qualquer jogo e tenho trabalhado muito.

Leitura, rádio, documentários e aulas por diletantismo no YouTube, videoconferências por labor, muitas e muitas horas sem ouvir uma voz, nenhum sintoma de angústia ou depressão.

Não vi fantasmas, não desejei morrer nem fiquei indiferente às dores alheias.

Estou vivo.

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O grande problema do Brasil é o brasileiro

No Facebook – uma das mais concorridas redes sociais cibernéticas – que temos, o jornalista Bruno Barreto posta em seu endereço próprio uma constatação-decepção com o brasileiro:

José Mayer: o cara (Foto: Web)

Diz ele, listando, quais os temas mais comentados/lidos no portal UOL (o maior do país):

1 BBB17:  Entre Ilmar e Marcos, quem deve ser eliminado?

2 Funcionários pressionaram para afastar José Mayer na Globo;

3 José Mayer admite que “passou dos limites” em carta aberta;

4 Barney: Produção detona Marcos e Emilly em noite histórica no BBB;

5 Após acusação a José Mayer, atrizes fazem protesto contra assédio.

Fácil entender os políticos que temos… – arrepia Bruno na mesma postagem.

Eu complementei em comentário à sua postagem, o que reproduzo cá embaixo:

O grande problema do Brasil é o brasileiro. Mas preferimos culpar os políticos, também brasileiros.

Complexo de transferência de culpa. Terceirização de responsabilidade.

Por isso não estranho tanta militância seletiva contra a corrupção na Net e quase nada no cotidiano das ruas, lá fora.

Abração, Velho.

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Com BBB e Veja

Fico espantado como algumas pessoas falam mal do Big Brother Brasil (BBB) e juram que não assistem o programa.

Criticam diálogos, caras e bocas dos participantes, censuram o Bial.

Eu não quero bem nem mal. Não tenho condições de comentar, porque não vejo. Quando não gosto de algo, me distancio e pronto.

E não o vejo porque tenho outras preferências, não por preconceito ou pose de intelectualóide.

Já vi esporadicamente outras edições, mirando algumas moças fornidas, mas achei sem graça, bobo… chato.

Essa psicose lembra muito o faniquito em relação à revisa Veja. Os que dizem detestar a publicação, terminam sendo seus maiores leitores e propagadores.

Vá entender o ser humano.

Todo dogmatismo é uma prisão. Esquerda ou direita, não importa.

Fechar os sentidos à diversidade, ao contrário, é uma forma muito pequena de ver o mundo e de se atrasar em relação a ele. Mesmo assim, respeito quem seja assim.

Só não tolero que me imponham a sua “verdade”.

Porra que pode e porra que não pode

No seriado “Dercy”, da Rede Globo de Televisão, palavrão tá liberado. O mais comum, “Porra”.

No BBB (Big Brother Brasil), aparece sempre o corte eletrônico quando algum integrante dessa fauna exagera no vocabulário de esgoto.

Dercy já foi cult. Hoje, não.

A vida e seus ciclos. Hoje, por cima; ontem, por baixo.

Muita gente não entende e não percebe esse movimento de gangorra durante toda sua existência.