DEM e MDB deixaram o blocão liderado pelo deputado Arthur Lira, na Câmara dos Deputados. Pretendem, junto ao PSDB, formar um grupo de centro, independente do governo, que promova para a presidência da Casa um nome respaldado pelo atual presidente, Rodrigo Maia.
A eleição é no fim do ano. Lira, que negociou cargos no segundo e terceiro escalão do governo para seu PP, PSD, PL e Republicanos, promovendo a aliança entre o presidente Jair Bolsonaro e o Centrão, vem atuando como articulador informal do Planalto entre os parlamentares. Ele próprio pretendia suceder a Maia.
Ao perder as duas siglas por ser visto como homem do governo, torna mais difícil sua candidatura. (Globo)
O resultado concreto é que Bolsonaro terá muita dificuldade de emplacar o novo presidente da Câmara. Oposição e independentes somam dois terços dos deputados, informa o Painel.
E dependendo de quantos partidos o PSL conseguir carregar para um novo bloco que tenta formar, o Centrão poderá ficar ainda mais enfraquecido. (Folha)
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A futura bancada governista na Câmara Municipal de Mossoró a princípio começará minoritária, na legislatura 2017-2020. A oposição fez larga maioria em relação à coligação Força do Povo, que abrigou a candidatura a prefeito da ex-governadora e ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
Mas é bom lembrarmos a todos e a cada um dos eleitos para o Legislativo: o voto não é secreto no pleito interno para escolha do futuro presidente e demais membros da Mesa Diretora.
"Blocão" tem 13 nomes e muitas incertezas ainda para disputa interna (Foto: Do Mossoró Hoje)
Os “oposicionistas” começaram a participar de reuniões e articulações para formação de uma chapa própria, sem qualquer “governista” eleito em 2 de outubro. Pelo menos 13 eleitos firmaram pacto de união em torno de uma chapa a ser formada ainda.
Vereadores eleitos dia 2 de Outubro
– Zé Peixeiro (PTC) – 2.802 votos – Retorna à Casa
– Izabel Montenegro (PMDB) – 2.475 – Reeleita
– Tony Cabelos (PSD) – 2.375 – Primeiro mandato
– Alex Moacir (PMDB) – 2.291 –Reeleito
– Ricardo de Dodoca (PROS) – 2.171 – Reeleito
– Sandra Rosado (PSB) – 2.129 – Primeiro mandato
– Genilson Alves (PMN) – 2.104 – Reeleito
– Maria das Malhas (PSD) 2.041 – Retorna à Casa
– Francisco Carlos (PP) – 2.041 –Reeleito
– Alex do Frango (PMB) – 2.040 – Reeleito
– Flavinho Tácito (PPL) – 2.032 – Reeleito
– João Gentil (PV) – 1.991 – Primeiro mandato
– Emílio Ferreira (PSD) – 1.947 – Primeiro mandato
– Manoel Bezerra (PRTB) – 1.925 – Reeleito
– Isolda Dantas (PT) – 1.861 – Primeiro mandato
– Petras Vinícius (DEM) – 1.585 – Primeiro mandato
– Ozaniel Mesquita (PR) – 1.574 – Primeiro mandato
– Raério Cabeção (PRB) – 1.431 – Primeiro mandato
– Rondinelli Carlos (PMN) – 1.385 – Primeiro mandato
– Didi de Arnor (PRB) – 1.021 – Primeiro mandato
– Aline Couto (PHS) – 916 – Primeiro mandato.
Zé Peixeiro, Aline Couto, Rondinelli Carlos, Raério Cabeção, Petras Vinícius, Ozaniel Mesquita, Emílio Ferreira, Tony Cabelos, João Gentil, Flávio Tácito, Manoel Bezerra, Genilson Alves e Alex do Frango compõem esse “blocão” de 13 eleitos que aposta num nome próprio à presidência da Casa. Sete deles são novatos e um está de retorno à Casa – Zé Peixeiro.
Por trás desse numeroso e heterogêneo grupo de pessoas e partidos, não há uma liderança política forte e articulada para agregá-los e liderar esse projeto eleitoral. E os encantos da Prefeitura, mesmo em dificuldades, são sempre reluzentes.
Isolda Dantas marcha em faixa própria, desconectada desse movimento e sem ligação com o rosalbismo.
Bancada de “Francisco”
Didi de Arnor deverá acompanhar o governismo, além de Francisco Carlos, Sandra Rosado, Alex Moacir, Maria das Malhas, Izabel Montenegro e Ricardo de Dodoca.
A costura oposicionista do blocão conta com incentivo, de bastidores, do atual prefeito e adversário da prefeita eleita Rosalba Ciarlini, Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”. Ele confidencia a pessoas próximas que pode ter uma bancada ‘sua’ e fazer o próximo presidente.
Raciocina sem levar em conta uma realidade que hoje já é extremamente depreciativa de sua imagem e capacidade de comando. E tudo caminha para se exaurir ainda mais à sua saída do governo.
Eleição à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró é historicamente recheada de surpresas. Uma chapa “fechada” agora talvez não chegue ao dia da Proclamação da República (15 e Novembro).
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Mais uma reviravolta na política mossoroense. PMDB, PSB, PDT e PTB decidiram formar um bloco para caminhar juntos nas eleições desse ano.
O grupo trabalha com três alternativas: 1) apoiar Rosalba Ciarlini (PP); 2) ter candidatura própria; 3) apoiar Tião Couto (PSDB).
O grupo decidiu exigir participação na majoritária indicando vice de um dos candidatos que vier a apoiar e com liberdade de definir entre si as coligações proporcionais.
O quarteto partidário reúne um bom tempo de TV e seis vereadores. Há potencial para o lançamento de uma candidatura a prefeito de Mossoró. Nesse caso seria Larissa Rosado com o PMDB indicando o vice. Essa possibilidade depende muito de garantias financeiras das direções partidárias nacionais.
Nota do Blog Carlos Santos – Não acredito que prospere. Luta de “afogados” à reeleição à Câmara Municipal.
Saída deles é formarem “blocão” em faixa própria e a majoritária que se vire.
Juntos eles têm seis vereadores. PMDB, dois; PDT, dois; PTB e PSB com um.
Nenhum partido aceita coligação com eles até aqui.
Daí o desespero.
O primeiro que “arrumar” sua vida, deixará os outros para trás. Pura sobrevivência.
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