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Terceirizadas que servem ao estado estão sob suspeita

Existem fortes indícios e densas suspeitas, de que boa parte das empresas terceirizadas a serviço do Estado do RN tem relação de negócios com políticos de grosso calibre.

Algumas, por exemplo, com deputados federais que participariam do bolo (ou do butim), usando laranjas ou com ganhos indiretos e indevidos.

O Governo Fátima Bezerra (PT) tem olhado as minudências de contratos e coleta mais informações, para colocar ordem nessa modalidade de relação contratual sempre recheada de desconfianças.

O enxugamento de despesas passa por aí.

E a moralização, óbvio.

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Corsários e piratas vão continuar o butim

Ó tempos! Ó costumes! Nosso povo não tem referências, não confia em ninguém, não vê nada capaz de guiá-lo.

Por isso não vai para as ruas, não se encorpa e não reage à tanta safadeza nos três poderes da República.

Povo inerte, sem saber que direção tomar, pois não possui boas referências. Não há movimentos populares porque faltam líderes confiáveis, estadistas; um ideário cívico e humanista capaz de resgatar a esperança que nos foi roubada por uma corrupção dilacerante.

O medo paralisa em vez de provocar um espasmo reativo.

Sentimo-nos desestimulados; exauridos.

Esperamos uma luz. Ela não virá do alto.

É cá embaixo que está a solução.

Porém outra vez surgem figuras messiânicas (umas, já manjadas), que não passam de populistas, prometendo o nirvana terreno.

São guiados pelo marketing/pesquisas e por ambições pessoais.

Falam sobre dores, mas sem remédio para elas.

Oferecem milagres.

Estamos ferrados.

São piratas e corsários, com raríssimas exceções.

Continuarão o butim.

Esse país é um caso perdido.

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“Amizade” nas quadrilhas

Por François Silvestre

O desgosto entre quadrilheiros começa na partilha do butim. Porém, os menos aquinhoados permanecem quietos enquanto dure a liberdade de agir.

Seguem os líderes, acumulando um ranço morno, que vai esquentado com tempo. Até que a quadrilha seja alcançada.

Quando caem, desaparece qualquer sentimento de afeição.

O que parecia afeto, era apenas medo ou interesse. Aí, o que se sentia injustiçado empurra o que pode, de pior, para o chefe privilegiado.

A cumplicidade nas quadrilhas não guarda nenhum sinal de amizade.

É ódio adiado.

Taí as delações que confirmam o dito.

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O necessário, o dispensável e a farsa do Arena das Dunas

Durante meses e meses, anos e  anos, políticos, muitos jornalistas e uma turba de maria-vai-com-as-outras impuseram a ideia de que o Arena das Dunas era imprescindível ao Rio Grande do Norte.

A tese é de que teríamos um importante “legado” da Copa do Mundo de 2014.

No rol dessa farsa, o argumento acessório para não perdermos a ‘oportunidade’, era de que várias obras de mobilidade para Natal só seriam possíveis se o Arena das Dunas fosse viabilizado.

Imagine só que chantagem: uma obra necessária só estaria aprovada se a dispensável fosse garantida.

Um estádio bilionário e dispensável seria imprescindível à vida dos natelenses; obras à melhoria do seu trânsito, nem tanto.

Aos poucos a gente vai descobrindo o óbvio: o Arena das Dunas serviu e continuará servindo a uma súcia, espertalhões que podem até se dividir e arengar nos palanques, mas sempre andam unidos no rateio do butim.

Nós pagamos a conta.

Sem reforma política, nada feito

A autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) à investigação de quase 50 políticos, no caso da Operação Lava Jato, prova: corrupção não é caso partidário, mas endemia suprapartidária.

Está entranhada em nossa cultura política há anos e décadas. É herança multissecular, coisa de além-mar.

Isso fica ainda mais claro, quando testemunhamos na Web uma guerra entre jagunços cibernéticos desses e daqueles partidos, atribuindo a lama ao outro.

Todos fedem. Exalam um odor insuportável.

Sujos falando de mal-lavados.

Os dois lados estão certos.

O ambiente partidário e esse simulacro de democracia que temos, terminam fazendo florescer vermículos em todos os partidos.

Assim continuará.

Sem uma verdadeira reforma política, continuaremos testemunhando o butim na Petrobras, corrupção no BNDES, pilhagem em prefeituras ou rapa em qualquer autarquia municipal.

O Congresso que aí está, lógico que possui legitimidade constitucional e institucional à reforma, mas nenhum amparo moral.

Sem reforma, nada feito.

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Despesa de estádio mostra o que ocorrerá no RN

Agência Estado

Abrir a Arena Castelão pela primeira vez após a reforma representou uma despesa de R$ 402.118,68. Esse foi o valor dos gastos com a rodada dupla realizada no último domingo, quando o Bahia venceu o Ceará por 1 a 0 e Fortaleza e Sport ficaram no 0 a 0, pela Copa do Nordeste, de acordo com o borderô divulgado pela Federação Cearense e publicado no site da CBF. A renda bruta da partida foi de R$ 590 494,00, arrecadados de 33.249 pagantes – exatas mil pessoas entraram no estádio gratuitamente.

O borderô atesta o que já era esperado: abrir o Castelão não vai sair barato. É justamente por causa do alto custo que a diretoria dos dois principais times do estado, Ceará e Fortaleza, relutam em assinar contrato com a administradora do estádio, o Consórcio Arena Castelão, para jogar frequentemente no local.

Nota do Blog – Você imagine o tal do Arena das Dunas, em Natal, com Alecrim e Potyguar de Currais Novos, Palmeira e Riachuelo etc., com pouco menos de 200 torcedores em suas arquibancadas. Risível, apesar de triste.

Vale lembrar que o ABC tem seu estádio próprio e não tem interesse em torrar dinheiro nesse elefantinho branco e o América marcha para construir o seu próprio estádio.

O Arena das Dunas na verdade faz parte de um dos maiores golpes contra os cofres públicos do RN, numa articulação de quadrilha interestadual que envolve políticos daqui e alhures, além de grupos empresariais.

O povo que vá à m….

Estamos diante de um butim sem precedentes.