Ontem (sexta-feira, 15) por volta das 22h35, a cidade de Mossoró perdeu uma mulher do bem, uma pessoa religiosa, um ser iluminado, uma mulher magnifica.
Faleceu aos 95 anos de idade, dona Áurea Anselmo Silva, “Tia Aru”, vítima da Covid-19.
Ela nasceu no dia 05 de dezembro de 1924, na cidade de Lajes-RN.
Filha de Joaquim Anselmo da Silva e Isabel Teixeira da Silva. muito cedo adotou Mossoró como sua terra natal, onde aqui prestou muito serviços no antigo Hospital Duarte Filho, na Casa de Saúde Santa Luzia (CSSL) e na antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM).
Vão daqui aqui nossos sentimentos aos familiares e amigos. Vá com Deus, amiga e até um dia!
* Fonte: Relembrando Mossoró.
Nota do Blog Carlos Santos – Que Dona Áurea, matriarca de família numerosa e bastante conhecida em Mossoró e região, descanse em paz!
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O Governo do Estado e a Prefeitura de Mossoró seguem unidos com uma dívida milionária com a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC).
Os dois devem juntos R$ 7,5 milhões, sendo 60% do Estado e 40% do Município.
Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado em março deste ano, entre Governo, Prefeitura e Ministério Público, prevê a negociação dessas dívidas que vão de março a dezembro de 2018. Nunca aconteceu.
Somente a produção é repassada em dia.
A Liga Mossoroense é um dos mais modernos serviços de saúde do RN.
É uma entidade filantrópica, que realiza o tratamento oncológico em crianças e adultos e consegue salvar milhares de vidas.
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O farmacêutico-bioquímico, escritor e pesquisador Paulo de Medeiros Gastão, 80, pernambucano de origem que se tornou mossoroense por inteiro, faleceu nesta segunda-feira (4). O óbito ocorreu em Mossoró, pela madrugada.
Tinha câncer e estava internado na antiga Casa de Saúde Santa Luzia, unidade da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC).
O velório acontece na capela do Seminário Santa Terezinha. Seu sepultamento ocorrerá às 16h no Cemitério São Sebastião, em Mossoró.
Criador e primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), ele escreveu importantes livros sobre o banditismo rural fermentado no Nordeste entre o século XIX e século XX, como “Quem é quem no cangaço”, “Lampião de A a Z”, “O cangaço e a imprensa”, “Jararaca – o cabra valente do Moxotó” e “Geografia do cangaço – nomenclatura”.
Compôs também outras entidades e movimentos culturais, como Fundação Vingt-un Rosado e o Cariri Cangaço.
Nota do Blog – Paulo era uma figura adorável. Inesquecível uma viagem que fizemos juntos há alguns anos, para participação no Cariri Cangaço, entre Crato, Juazeiro, Barbalha e outros municípios cearenses.
Que descanse em paz, meu caro.
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Após postagem do Blog Carlos Santos às 7h32 dessa segunda-feira (16), assegurando que não começariam as cirurgias eletivas em Mossoró, conforme noticiado pela gestão Rosalba Ciarlini (PP) no último dia 11, o governo municipal se apressou em agir. Convocou representantes de hospitais e clínicas que farão os procedimentos, para finalmente assinarem contratos à tarde de ontem.
Até então, existia apenas um “protocolo de intenções”, o que não dava qualquer garantia legal para a contratação dos serviços. A propaganda oficial, apesar disso, imprimia outra dimensão aos acontecimentos, longe da realidade.
Contrato só foi assinado à tarde de ontem, após Blog alertar que notícia da PMM era inverídica e não havia contrato algum
O secretário da Saúde do município, enfermeiro Benjamin Bento, assinou no início da tarde os contratos com o Hospital Wilson Rosado (HWR), Casa de Saúde Santa Luzia (CSSL), pertencente à Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC); Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), ligado à Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), Clínica de Olhos Dr. Vasconcelos Neto, Clínica de Otorrinolaringologia de Mossoró e Hospital Geral de Oftalmologia.
Sem data para começar
Segundo o secretário, “a meta é que no máximo em três meses o município consiga reduzir significativamente a fila das cirurgias”, destacou Benjamin, que frisou também a necessidade do paciente passar por uma triagem.
“É preciso que o paciente passe pela triagem para que a cirurgia seja realizada. A expectativa é de que sejam realizadas 400 cirurgias ao mês”, disse.
Mas não informou quando, de verdade, efetivamente, na prática, materialmente, começarão as cirurgias. Ontem, não começou – como chegou a anunciar com alarde. Nem será hoje ou amanhã. Eis a questão.
Leia também: Prefeitura vai dizer por que não começou cirurgias eletivas AQUI;
Leia também: Prefeitura anuncia para hoje um serviço que não realizará AQUI.
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