Mossoró teve mais um dia de transtornos devido fortes chuvas. Do centro comercial à periferia, as águas assombraram e atormentaram a vida de milhares de pessoas.
Lojas e casas invadidas por águas; ruas, avenidas e outras artérias transformadas em caudalosos rios.
No centro da cidade, o comércio de rua na Praça Rodolfo Fernandes e adjacências viveu um final de manhã e início de tarde bastante críticos.
Nem o sofisticado condomínio Alphaville escapou da “cheia”, sendo atingido em seu sossego e glamour, uma rotina do Santo Antônio, Barrocas e outros setores periféricos.
Um ponto histórico de alagamento absolutamente insolúvel é no setor da Central de Abastecimento (conhecido Mercado da Cobal). Por lá, a rotina de inverno ou mesmo chuvas esporádicas, não muda nunca.
Na Prefeitura Municipal de Mossoró, a Defesa Civil entrou em ação.
“Determinei que a equipe de defesa civil coloque todas as equipes nas ruas. Também temos varias câmeras espalhadas pela cidade monitorando 24h por dia as principais vias. Em caso de problemas, ligue 153 ou 199”, alertou a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) em redes sociais.

Raríssimo encontrar uma cidade de portes grande e médio em condições de enfrentar esse tipo de adversidade.

Com Mossoró não é diferente. A expansão imobiliária desordenada, escassez de estruturas de drenagem e a má educação da população sempre entupindo esgotos e galerias, concorrem para que cada dia mais esse problema se agrave.
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