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Desenvolvimento se reúne com ambulantes e autônomos

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Turismo (SEDINT) promoveu nesta quinta-feira (24) reunião com o setor produtivo que abrange o comércio ambulante, autônomo e mercados públicos. Ocorreu no auditório da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM).

Filgueira fez explanação de projetos para o segmento e ouviu sugestões e questionamentos (Foto: Walmir Alves)
Filgueira fez explanação de projetos para o segmento e ouviu sugestões e questionamentos (Foto: Walmir Alves)

Na ocasião, o titular da pasta, Franklin Filgueira, explanou sobre o Programa de Governo, possibilitando aos presentes darem sugestões, definindo aspectos relevantes e prioritários. “Temos mais de 1.500 famílias que dependem desse segmento. Eles têm visões importantes para que a Prefeitura possa utilizar em seu planejamento”, declarou.

Francivaldo Santos da Silva, presidente da Associação dos Comerciantes Ambulantes de Mossoró (ASCAM), apresentou em reunião dificuldades enfrentadas pela categoria e propôs soluções para que o comércio ambulante flua de forma mais organizada.

“Esse diálogo é muito importante para a categoria porque busca solucionar os problemas existentes. Assim, vamos conseguir alinhar os interesses, levando benefícios à população sem prejudicar a renda de cada ambulante”, disse.

A secretária da Ascam, Carmélia Dhezerê, ressaltou que a reunião foi muito importante, visto que possibilitou diálogo com a Sedint. “Entendemos que o secretário tem buscado o melhor para os ambulantes e acreditamos que muitas coisas vão melhorar para nós”, declarou.

Com informações da PMM.

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Prefeitura retira comércio ambulante e causa polêmica

A Prefeitura Municipal de Mossoró retirou um trailer instalado à Rua Coronel Gurgel, à noite dessa segunda-feira (16), com uso de guincho e outros equipamentos.

O assunto viralizou nas redes sociais com vídeo de suposto proprietário do equipamento comercial, alegando perseguição ao trabalho informal.

Nesta manhã, a municipalidade deu versão para o caso em nota (veja em boxe abaixo):

A Prefeitura de Mossoró explica que não se trata de remoção de ambulantes. O que ocorreu foi uma situação específica de um trailer instalado em local proibido, no espaço destinado a parada de ônibus na Rua Coronel Gurgel, Centro de Mossoró. O trailer foi interditado no dia 23 de fevereiro.  Não houve contestação do proprietário, ou seja, ele não compareceu à secretaria após o procedimento. Como estava em situação irregular, o equipamento foi retirado durante a noite de ontem. O horário é escolhido pela fiscalização em função da movimentação no trecho, para não causar transtornos ao trânsito no Centro.

PMM

O Blog Carlos Santos recebeu às 22h52 o primeiro compartilhamento desse vídeo. Muitos outros chegaram, com mesmo conteúdo e nenhum esclarecimento seguro. Em face do horário, não contactamos com a municipalidade e passamos a apurar mais informações. O que a princípio era divulgado como remoção de vários trailers, não se confirmou. Pedimos até o auxílio de um taxista amigo para ir no local e averiguar o que de fato acontecia. Atuou como repórter “ad hoc” (para a ocasião): “Seu Carlos, não estão tirando tudo. É só um barraco, mas não sei bem por que só ele”.

Quiosque estava fincado num espaço de embarque e desembarque de passageiros urbanos (Foto: Web)

Às 7h34 desta terça-feira (17), a PMM enviou nota de esclarecimento.

Nota do Blog – Em 2015, o então prefeito Francisco José Júnior iniciou operação para limpar o centro de Mossoró da pulverização de barracos, quiosques e outros negócios ambulantes, que ocupam passeio público e causam vários problemas. Fez a coisa certa da forma errada, assinalamos à época. Acabou não avançando nessa tarefa.

Sem ordenamento de um espaço próprio para acomodação dos comerciantes informais, com condições de sobrevivência digna, além de respeito ao consumidor, toda retirada brusca deve ser questionada. É o que pensávamos à época e pensamos agora, pois não mudamos de opinião porque mudou o inquilino do Palácio da Resistência.

Passados quase cinco anos, tudo está muito pior, com a condescendência do Ministério Público e do próprio setor produtivo organizado, como Sindivarejo, Acim e CDL. Vai piorar, pois estamos em ano político, período em que não se fará nada mesmo. Quem deveria cobrar, não o faz. Quem tem a obrigação de mudar, não o fará porque teme prejuízos eleitorais. Mossoró é realmente um país à parte, com leis próprias.

Essa terra ainda vai cumprir seu ideal.

Acompanhe AQUI série de matérias da época até os dias atuais, que trata do assunto.

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