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Fafá tem ‘balão de ensaio’ para eleições, mas decolagem não vinga

Página foi criada e divulga nome e ações de Fafá, como prefeita (Reprodução do BCS)
Página foi criada e divulga nome e ações de Fafá, como prefeita (Reprodução do BCS)

Numa das plataformas das redes sociais, a ex-prefeita Fafá Rosado (PSB) tem página preparatório para a campanha de 2024, em Mossoró. É o que se chama no meio político de ‘balão de ensaio.’

Denominada de “Fafá Rosado 2024”, o endereço justifica que é “Página de apoio à pré-candidatura da ex-prefeita Fafá Rosado nas eleições de 2024.”

Mas, não esclarece se é à prefeitura, como vice ou à vereança.

A ex-prefeita tem sérios problemas para fazer esse balão ganhar os ares, subindo, subindo, subindo…

O menos grave é de ordem legal. Com algumas condenações em segundo grau, por improbidade, ela está inelegível. Mais de 50 demandas tramitam na Justiça acossando Fafá Rosado.

A outra dificuldade é mais evidente e não precisa ser especialista em política mossoroense para constatar o óbvio: seu tempo passou.

Foi bom para ela e familiares, enquanto durou.

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‘Sal Grosso’ torna vereadores e ex-vereadores inelegíveis

Izabel e Manoel: prejuízos no futuro (Foto: arquivo)

Do Blog do Barreto

Os vereadores Manoel Bezerra de Maria (PRTB) e Izabel Montenegro (MDB) e os ex-vereadores Junior Escóssia, Gilvanda Peixoto, Benjamim Machado, Sargento Osnildo, Daniel Gomes, Aluízio Feitosa e Claudionor dos Santos estão inelegíveis pelos próximos oito anos.

Embora a maioria deles tenha sofrido condenação a cumprir pena em regime aberto cuja restrição de liberdade será restrita a horários em que devem permanecer na rua e de mobilidade, no campo político a punição mais significativa será a inelegibilidade por estarem enquadrados na Lei da Ficha Limpa.

Já Junior Escóssia cumprirá pena de seis anos em regime semiaberto onde usará tornozeleira eletrônica ou prisão domiciliar.

Leia também no Blog Carlos Santos: TJ dá ‘condenação’ branda a envolvidos em Sal Grosso.

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Novas sentenças devem movimentar “Operação Sal Grosso”

Estão sendo azeitadas novas sentenças derivadas da chamada “Operação Sal Grosso”, desencadeada em 14 de novembro de 2007. Envolveu vários vereadores da legislatura que estava em vigor na Câmara Municipal de Mossoró.

Também alcançou com condenações vários empresários do setor de combustíveis automotivos e outros políticos.

O caso está nas mãos do juiz Cláudio Mendes Júnior, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Mossoró.

Ouvido ao chão como bom índio Sioux, Navajo, Cherokee, Comanche, Apache ou Cheyenne.

Leia também: Juiz mantém condenação contra envolvidos na “Sal grosso” (AQUI).

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Vaccari Neto é o segundo ex-tesoureiro do PT condenado

Ser tesoureiro do PT virou atividade intrinsecamente associada ao crime organizado. Dois condenados a xilindró em poucos anos.

Depois de Delúbio Soares no rumoroso “mensalão”, agora é José Vaccari Neto, na Lava Jato.

Vaccari: desvio de milhões para partido (Foto: Cadu Gomes)

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque foram condenados nesta segunda-feira (21) por envolvimento no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato. Eles receberam penas de, respectivamente, 15 anos e quatro meses e 20 anos e 8 meses de reclusão.

Na sentença, o juiz federal Sérgio Moro afirma que o petista intermediou o recebimento de 4,26 milhões de reais em propinas acertadas com a Diretoria de Serviços e Engenharia da Petrobras para o Partido dos Trabalhadores. Alguns desses pagamentos foram contabilizados como doações oficiais e de campanha ao partido.

Criminosos

O PT sempre negou qualquer irregularidade, e manteve Vaccari no cargo até sua prisão, em abril. A decisão é de primeira instância, e ainda cabe recurso.

“A lavagem [de dinheiro feita pelo ex-tesoureiro] gerou impacto no processo político democrático, contaminando-o com recursos criminoso”, escreveu Moro na sentença.

Vaccari é o segundo tesoureiro da legenda a ser condenado por envolvimento em escândalo de corrupção: seu antecessor, Delúbio Soares, foi sentenciado em 2012 a oito anos e 11 meses de prisão por sua participação no caso do mensalão.