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Como previsto, Prefeitura tem contas bloqueadas

Postagem do Blog Carlos Santos dia passado (segunda-feira, 16), às 10h04: Prefeitura pode ter novo bloqueio judicial de contas. Hoje (terça-feira, 17), o Blog Saulo Vale confirma:

O juiz federal Orlan Donato Rocha da 8ª Vara da Justiça Federal, determinou nesta terça-feira o bloqueio nas contas da Prefeitura de Mossoró, no valor de quase R$ 2,5 milhões.

O motivo do novo bloqueio são as dívidas acumuladas da Prefeitura para com a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) – Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Tentativa

A Prefeitura tenta, nos bastidores, amenizar os efeitos do bloqueio milionário, sugerindo às contas que teriam o dinheiro descontado.

Já são mais de 20 bloqueios, em apenas dois anos, em favor da Apamim, devido às dívidas acumuladas da Prefeitura para com a unidade hospitalar.

P.S – 19H – NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Prefeitura esclarece que o Município convive com esses bloqueios judiciais desde o início da gestão, medidas que refletiram a precariedade das contratações no âmbito do SUS.

Porém, nesse segundo semestre de 2019, foram concluídos os procedimentos de chamamento público para credenciamento do SUS, segundo as normas do Ministério da Saúde, e todos os contratos, a partir do próximo ano, terão fluidez normal.

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Juiz já bloqueou contas da PMM 14 vezes para socorrer hospital

Do Blog Saulo Vale

Desde o início da gestão Rosalba Ciarlini (PP), a Justiça Federal do RN, através da 8ª Vara, já realizou 14 bloqueios nas contas da Prefeitura de Mossoró, para forçar o Município a pagamento de dívidas com a Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância (Apamim)/Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

Tendo em vista que Rosalba está à frente da Prefeitura desde janeiro de 2017, é quase um bloqueio a cada dois meses.

A unidade hospitalar é administrada atualmente por uma Junta Interventora, nomeada pela Justiça Federal.

Os recursos para sua manutenção são de verbas federais (SUS), estaduais e municipais.

Leia também: Prefeitura segura recursos de hospital e tem contas bloqueadas.

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Prefeitura não repassa dinheiro a hospital; Justiça faz bloqueio

Do Blog Saulo Vale

A Justiça Federal determinou nesta sexta-feira (13) o bloqueio imediato das contas da Prefeitura de Mossoró para pagamento de dívidas ao Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). O bloqueio é no valor de R$ 2.217.431,17 (dois milhões, duzentos e dezessete mil, quatrocentos e trinta e um reais e dezessete centavos).

A decisão veio do juiz Orlan Donato Rocha, titular da 8ª Vara Federal, instala em Mossoró.

De acordo com o magistrado “Não há justificativa para a conduta desidiosa do Município no que diz respeito aos serviços de saúde, prestados à população de Mossoró. Assim, tendo em vista a manutenção dos serviços prestados pela entidade intervinda, bem como o cumprimento das obrigações assumidas pela Junta, é medida que se impõe o IMEDIATO BLOQUEIO das contas do município de Mossoró para pagamento do repasse dos valores SUS”.

recém-nascidos e servidores sofrem (Foto: arquivo)

O magistrado afirma em outro techo que a Prefeitura já havia recebido esses recursos do Governo Federal, mas o dinheiro estava retido pelo próprio Poder Executivo Municipal. “Observa-se que o ente municipal já fora contemplado com os valores repassados nos referidos meses do corrente ao pelo Ministério da Saúde, o que demonstra a existência de saldo pata pagamento dos valores pleiteados.

Na decisão, o juiz afirma ainda que não vai impor multas diárias pelo atraso no repasse “mas que nada impede que, em momento futuro, a depender da conduta do Município, seja aplicada multa diária incidente sobre o atraso do repasse nas produções”.

Retenção é recorrente

Em outubro de 2017, a 8ª Vara Federal do RN bloqueou R$ 3,4 milhões nas contas da Prefeitura de Mossoró, para pagamento ao Hospital Maternidade Almeida Castro.

À época, as dívidas se acumulavam há mais de três meses.

Nota do Blog Carlos Santos – Caso típico de apropriação indébita e ninguém é efetivamente punido. Prejudica principalmente servidores e pacientes. É algo escroque e desumano.

Sob outra ótica, passa a ideia de ser uma tentativa de sabotagem à interventoria, que colocou ordem nessa unidade hospitalar.

Ah, Mossoró sem jeito!

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Prefeitura vive sérios problemas após saída de prefeita

Com novo prefeito desde o último dia 1º, Baraúna segue emperrada em termos de gestão municipal. O vice-prefeito Édson Barbosa (PV), que assumiu a municipalidade, trabalha quase que em voo cego, sem informações oficiais.

Édson: dificuldades (Foto: arquivo)

Na “Operação Didática”, desencadeada por Ministério Público Federal e Estado no dia 1º, com apoio da Polícia Militar, os mandados de busca e apreensão incluíram computadores com banco de dados imprescindíveis ao funcionamento do Executivo.

Contas bloqueadas

Para agravar cenário, o Banco do Brasil ainda não desbloqueou as contas da Prefeitura para que se faça qualquer movimentação, nem mesmo folha de pessoal.

Na Operação Didática, houve decisão judicial que afastou a prefeita Luciana Oliveira (PMDB) por prática de corrupção (veja AQUI).

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Robinson e secretários têm contas pessoais bloqueadas

O juiz Marcus Vinícius Pereira Júnior, em substituição na 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal, determinou o bloqueio imediato de R$ 1 milhão nas contas do governador do Estado, Robinson Faria; do secretário estadual de Justiça e Cidadania, Walber Virgulino; e do secretário estadual da Administração, Cristiano Feitosa.

A determinação se deu por não terem comprovado que tomaram as providências necessárias para o cumprimento de determinação liminar em Ação Civil Pública que trata da ausência de armas, letais e não letais, e de equipamentos para os agentes penitenciários do Estado.

A liminar determinava a compra, pelo Estado do RN, de armas, equipamentos e munições para os agentes penitenciários, fixando multa pessoal de R$ 1 milhão em desfavor do governador e dos referidos secretários em caso de descumprimento.

De acordo com a sentença, a ordem de bloqueio via BACEN JUD será renovada mensalmente até que a obrigação seja integralmente cumprida. Caso as obrigações sejam cumpridas, está determinado o imediato desbloqueio dos valores.

O magistrado realizou audiência de conciliação, instrução e julgamento na manhã de hoje (22), onde o Estado deveria apresentar um cronograma para a aquisição do material, contudo não houve a apresentação de cronograma ou mesmo proposta de acordo.

Com informações do TJRN.

Prefeitura terá contas bloqueadas se não pagar dívida à hospital

A Prefeitura de Mossoró dispõe de poucas horas para cumprir, “na marra”, outra obrigação que teima em desconsiderar. Caso contrário, terá suas contas bancárias bloqueadas.

Trata-se de uma dívida superior a R$ 2,4 milhões com o Hospital Wilson Rosado (HWR).

Despacho do desembargador Cláudio Santos estabelece pagamento do débito em três parcelas iguais, sendo a primeira “de imediato”.

As restantes em 15 e 30 dias.

A municipalidade já foi notificada.

Vire-se.