
Por François Silvestre
A direita cantou loas, fez festa, soltou balões quando da eleição do Mauricio Macri. Seria o arquétipo do liberalismo para sepultar o populismo econômico e colocar a esquerda no esquecimento.
Por aqui, foi a cantilena que se ouviu. Aí vem Bolsonaro, também no mesmo ramerrão. No que deu?
Lá pras plagas portenhas saiu tabelamento de preços. Macri copiou Sarney. Não só pelo falso e impossível controle da inflação pro esse método, mas exatamente igual a Sarney para ganhar a próxima eleição.
Cadê a eficiência liberal?
Na hora do sufoco correm para o mesmo e condenável populismo econômico. Aproveitando as últimas sílabas, o povo argentino tá pagando o mico.
Enquanto Macri está “preocupado” com os problemas da Venezuela. Aqui, começou cedo o desmascaramento. Intervenção, sempre criticada, nos preços da Petrobrás. Liberação de “dotes” para parlamentes, sempre negada, para aprovar a “reforma” da previdência.
Criação do bolsa caminhoneiro, com empréstimo em grana, que nunca será honrado, e promessas mirabolantes de afago e “carinho” aos motoristas.
Mais um tipo de esmola, conquistada por chantagem, que desmoraliza o discurso liberal. E a inflação despertando.
E assim tal Macri, Bolsonaro também quer resolver os problemas da Venezuela.
Vão ambos varrer o quintal alheio, pisando no lixo dos próprios quintais. Que Tal?
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.