O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSB), da Coligação Brasil da Esperança, receberam nesta segunda-feira (19/09) o apoio de ex-candidatos à Presidência da República em eleições anteriores. Entre os presentes estavam Marina Silva, João Vicente Goulart, Cristovam Buarque, Guilherme Boulos, Luciana Genro e Henrique Meirelles.
Meirelles, último à esquerda de Lula, é um nome de prestígio nacional e internacional (Foto: divulgação)
Talvez, Meirelles tenha maior representatividade entre todos, por simbolizar um segmento de pensamento e referência em termos de política econômica, tanto para o mercado interno como o setor financeiro internacional. Ele foi titular do Banco Central na gestão Lula, após ser eleito em 2002 como deputado federal por Goiás, no PSDB.
Sequer chegou a tomar posse, aceitando a missão no BC, sob reprovação de boa parcela do PT e da esquerda nacional.
Ex-presidente do Bank of Boston, Henrique Meirelles falou do convite e apoio a Lula, recapitulando em suas redes sociais como foi sua passagem pelo governo, sob a ótica econômica. Leia abaixo:
Trabalhei no governo de Lula durante oito anos, de 2003 até 2010, convidado para comandar o Banco Central. Neste período, mais de dez milhões de empregos foram criados no Brasil. Isso é um fato inquestionável. Quarenta milhões de pessoas saíram da linha da pobreza, o que mudou a vida do país por um longo tempo.
Meirelles foi do BC no governo Lula (Foto: Teirrer)
Tivemos no país um crescimento médio de 4%, que é relevante – e o último ano, em 2010, foi de mais de 7%. No período em que a meta de inflação foi de 4,5%, de 2005 até 2010, a inflação média foi de 4,5%. Isso é impressionante, e a longo prazo a inflação na meta é a que gera mais emprego.
No cenário externo, quando assumi o BC, o país tinha baixo nível de reservas cambiais e dívida de US$ 30 bi com o Fundo Monetário Internacional (FMI). A diretora do FMI à época, Ana Maria Jul, vinha todo ano cumprir a missão de dizer o que o Brasil deveria fazer. Pois bem, eu tive a felicidade de, como presidente do BC, assinar o cheque pagando a dívida e dando adeus ao FMI.
O Brasil decretou sua independência financeira. Ao longo da minha passagem pelo BC, conseguimos acumular quase US$ 300 bilhões em reservas, dando ao país condições de enfrentar situações posteriores difíceis e graves. Encaramos com sucesso a crise de 2008, quando o Brasil teve a menor e mais curta recessão no mundo.
Este é um resumo dos fatos. Isso é, na minha opinião, o que interessa à população, que é emprego, renda, e melhor padrão de vida. E mostrar quem faz, quem realiza.
Essa história de só falatório pode impressionar muita gente, mas eu acredito em fatos. Eu olho e vejo os resultados. Isso me fez participar hoje do evento de apoio ao Lula com tranquilidade e confiança, porque sei o que funciona, e o que pode funcionar no Brasil.
Eunício Oliveira (PMDB-CE) caminha em velocidade de cruzeiro para se eleger presidente do Senado. Mas há uma turma trabalhando para encontrar um nome disposto a entrar na disputa pela cadeira.
Cristovam Buarque, Lasier Martins e Wilder Moraes procuraram Garibaldi Alves, correligionário de Eunício e presidente do Senado entre 2007 e 2009, para tentar convencê-lo a abraçar a empreitada.
Garibaldi agradeceu, mas disse que não toparia se lançar candidato contra alguém de seu partido e, principalmente, num cenário em que teria poucas chances de vencer.
O grupo, porém, ainda não desistiu da busca…
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A Federalização da Educação Básica será o assunto debatido em seminário a ser realizado no próximo dia 29 de abril, a partir das 9h, no auditório da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern).
Cristovam e Eleika (Foto: Juliana Manzano)
O evento, que terá como palestrante o senador Cristovam Buarque, está sendo promovido pela vereadora natalense Professora Eleika Bezerra com o apoio da Câmara Municipal de Natal, e visa discutir esta proposta desenvolvida como uma forma de oferecer um padrão igualitário de ensino para todas as escolas do País.
Opção
Defensora, há muitos anos, da proposta idealizada pelo senador convidado, a vereadora natalense acredita que esta é a melhor opção para a melhoria do ensino público brasileiro atualmente por reunir elementos capazes de garantir um padrão de ensino de qualidade social para todas as escolas, independente do contexto econômico e social de cada localidade.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 25 de abril por meio do sitewww.professoraeleika.com.br ou pelo telefone (84) 3232.4797. Não deixe de participar!
A palestra que seria proferida às 19h30 de hoje, na Assembleia Legislativa do RN, pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), foi cancelada.
Segundo informação da assessoria do senador Paulo Davim (PV-RN), que organizava a palestra, o fato registra-se “por motivo de força maior”, mas não detalha nada.
Adianta, porém, que em outra data haverá cumprimento desse evento.
Será amanhã (terça-feira, 30 de julho) a palestra do senador pelo Distrito Federal, Cristovam Buarque (PDT-DF), em Natal.
Ele atende a convite do Diretório Estadual do Partido Verde (PV).
Fará palestra aberta ao público na Assembleia Legislativa, a partir das 19h30.
Há uma mobilização de políticos de vários matizes para presença nesse evento, em que ele abordará como tema central a necessidade de priorização da educação na política pública brasileira.
Próxima terça-feira, 30 de julho, o senador pelo Distrito Federal, Cristovam Buarque (PDT-DF) estará em Natal, a convite do Diretório Estadual do Partido Verde do RN. Quem conhece a trajetória desse político, nascido em Pernambuco, sabe que sua principal bandeira de luta é a melhora na Educação no Brasil
Cristovam: educação como foco
Defensor da federalização de todas as escolas, ele fará palestra aberta ao público na Assembleia Legislativa, a partir das 19h30.
Para o presidente do Diretório Estadual e também senador, Paulo Davim (PV-RN), Cristovam Buarque é um dos nomes mais respeitados dentro do Senado Federal, sobretudo pela sua coerência e constância em suas ideias políticas. Costuma ser chamado pelos colegas como “o senador da Educação”, não à toa, já que foi ministro da Educação durante o Governo Lula, a partir de 2003.
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque nasceu em fevereiro de 1944 em Recife (PE). Formado em Engenharia Mecânica.
Militante da Ação Popular (AP), de origem católica, fundada por nomes como o sociólogo Herbert de Souza, o “Betinho”, se viu obrigado a sair do Brasil, com o acirramento da tensão política pós-AI 5, e foi cursar o Doutorado em Economia na tradicional Sorbonne, em Paris. Viveu quase 10 anos na França.
Quando voltou trabalhou no BID, onde chefiou equipes de elaboração de projetos financiados pela instituição em toda a América Latina. No BID, consolidou a certeza de que o liberalismo econômico não é suficiente para enfrentar a pobreza e incluir os necessitados e que o Estado tem que investir em áreas-chave para que isso aconteça.
Depois passou a lecionar na UnB e chegou a ser reitor daquela universidade, lugar onde estabeleceu as linhas gerais de seu pensamento sobre o desenvolvimento econômico e inclusão social, presentes nos 20 livros que escreveu.