Por François Silvestre
O sofisma é uma artimanha retórica de clássica escola grega. A modernidade aproveitou-se do método para deformá-lo e usá-lo em proveito de interesses políticos e escusos.
Sem escrúpulos. Em todas as direções da Rosa dos Ventos.

Veja um caso concreto.
Donaldo Trump, que dorme e acorda pensando em Barack Obama, declarou ser prejudicial à democracia americana uma aproximação com a ditadura cubana. Pelo perigo de Cuba? Não. Por ter sido uma decisão de Obama.
Mais recentemente, o mesmo Trump resolveu aproximar-se da ditadura coreana, chamando o ditador da Coreia de “jovem talentoso”.
A ditadura da Coreia do Norte é mais humana e “democrática” do que a cubana? Não. É muito pior.
Mas Obama falara muito mal de Kim Jong-un.
Foi a deixa para Trump amar a Coreia do Norte e odiar Cuba.
Qual a palavra que melhor alcança a definição desse procedimento? Fascismo. E o método? Sofisma.
Não existe cultura inútil, posto que inútil é a ignorância.
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