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ABC perde mais uma, fica na lanterna e demite treinador

Do GE e Canal BCS

Após duas derrotas consecutivas, o Botafogo-SP se reabilitou na Série B do Campeonato Brasileiro e se manteve no pelotão de cima. De virada, a equipe de Ribeirão Preto bateu o ABC por 2 a 1 no Estádio Frasqueirão, em Natal, neste domingo (14).

Como desdobramento quase imediato da nova derrota, o treinador Fernando Marchiori foi demitido. Desde que chegou ao clube, venceu o Campeonato Potiguar de 2022 e conseguiu o acesso para a Série B 2023, após o vice-campeonato na Série C do ano passado. Mas time desandou e não vence há 9 jogos.

O Alvinegro potiguar segue afundado na lanterna da competição. Maycon Douglas abriu o placar para os donos da casa, mas Tárik e Robinho garantiram a vitória paulista.

O Botafogo-SP chegou aos 12 pontos, na quinta posição. O ABC tem apenas um ponto, na última colocação. Na próxima rodada, no sábado, o Pantera encara o Sport na Ilha do Retiro, em Recife, e o ABC pega o Sampaio Corrêa no Castelão, em São Luís.

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Sindicato dá Nota de Solidariedade ao radialista Gilson Cardoso

O Sindicato dos Radialistas de Mossoró e Mesorregião Oeste do RN emitiu Nota de Solidariedade em face da demissão de um de seus diretores, com atuação na FM 93 de Mossoró, Gilson Cardoso, fato anunciado (veja AQUI) nessa quinta-feira (13).

Veja abaixo:

Nota de Solidariedade

O Sindicato dos Radialistas de Mossoró e Mesorregião Oeste do Rio Grande do Norte vêm a público se solidarizar com o companheiro Gilson Cardoso, que foi demitido de forma intempestiva da empresa na qual trabalhava, Sistema Resistência de Comunicação.

É inadmissível que tenhamos que assistir companheiros de rádio sendo demitidos por não acompanhar politicamente seus administradores, provocando situações constrangedoras ao ponto de demitir o funcionário após uma campanha eleitoral por não concordar com a ideologia partidária de seus proprietários.

Não podemos assistir passivamente profissionais de imprensa sendo afastados de seus trabalhos e tendo o direito constitucional da livre manifestação de pensamento, expressão, segmento partidário e o direito ao contraditório desrespeitados.

É inadmissível que tenhamos que assistir radialistas sendo tolhidos do direito de comunicar na empresa que trabalha por não seguir o mesmo pensamento político de seus proprietários, principalmente com a projeção que tem o comunicador de rádio Gilson Cardoso.

Ratificamos nosso protesto a todo e qualquer tipo de atitude de seus patrões, afastando de sua empresa um comunicador que sempre zelou pela sua empresa e principalmente pela sua audiência na emissora que trabalhou até o dia de hoje.

Estamos solidários ao comunicador Gilson Cardoso, que tanto procurou fazer não só pelos seus ouvintes como também pelos companheiros da empresa que trabalhou e em especial respeitando e tendo um profundo apreço pelos seus diretores.

Presidente – Francisco Carlos Cavalcante de Assis.

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Ex-candidato a vereador é demitido de rádio após eleições

“Por questões que não cabe aqui está explicando, acabo de ser demitido da 93 FM.” A mensagem lacônica foi postada há pouco mais de 15 minutos em redes sociais pelo radialista e apresentador de TV, Gilson Cardoso.

Gilson na campanha 2016 (Foto: reprodução)

O comunicado foi feito a ele pessoalmente pela ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB), diretora da emissora. Estava na emissora há mais de 15 anos (desde 2001).

Gilson participou há poucos dias da terceira campanha municipal mossoroense, como candidato a vereador, mas sem sucesso nas urnas.

Nas duas anteriores, fora integrante do PSB – partido liderado em Mossoró pela ex-deputada federal Sandra Rosado. Ela foi eleita vereadora no pleito do último dia 2, devendo substituir na Câmara Municipal o seu filho Lahyrinho Rosado (PSB), que não disputou a reeleição.

Dessa feita, Gilson foi candidato pelo PRB, ficando na primeira suplência.

Votações e escolha

Do ponto de vista político, ficou em posição oposta aos controladores da emissora. Enquanto Sandra desembarcou no palanque da ex-adversária Rosalba Ciarlini (PP), Gilson viu seu partido compor coalizão – mesmo contra seu voto – liderada pelo prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Com a desistência do prefeito da candidatura à reeleição, Gilson optou – como maioria do PRB – por apoio à candidatura à Prefeitura do empresário Tião Couto (PSDB).

Como candidato a vereador, ele obteve 1.520 votos em 2008; em 2012, empalmou 1.398 votos. Agora, amealhou 944 votos e seu partido elegeu dois vereadores: Raério Dantas (Raério Cabeção) e Édson Duarte Morais (Didi de Arnor).

Nota do Blog – Meu caro, votei em você para vereador, como é público e notório, sem um pingo de arrependimento.

Vida que segue. Independentemente das razões da demissão, profissionais ou políticas, o importante é que tens valores pessoais e como comunicador, capazes de fortalecê-lo nos próximos projetos. Conte comigo, dentro do que lhe posso ofertar como amigo e indivíduo do meio. Abração.

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Terceirizada anuncia demissão de todos os seus empregados

O ano novo não para de produzir péssimas notícias para a gestão municipal de Mossoró.

Hoje, a direção local da Certa Serviços, que tem mão-de-obra terceirizada, comunicou a todos os seus empregados que eles seriam demitidos.

O atraso salarial se arrasta há cinco meses.

As notícias são desencontradas quanto ao pagamento dos meses trabalhados e outros direitos trabalhistas.

Quanto à Sanepav, que atua na limpeza urbana, com coleta domiciliar do lixo, seus empregados retornaram ao trabalho após pagamento salarial.

Mas a greve que durou o dia passado, terminou comprometendo mais ainda a limpeza urbana, com várias reclamações pipocando em pontos distintos da cidade.

Jornalista tem complexo de elite

Por Cynara Menezes

Quando eu trabalhei na Folha de S.Paulo pela primeira vez, em 1989, fui demitida porque confundi fisicamente o irmão de PC Farias, Luiz Romero, com o cientista político Bolívar Lamounier (parece bizarro, mas eles eram de fato parecidos). Na época, fiquei muito triste porque me pareceu uma bobagem diante dos furos que tinha dado em minha passagem-relâmpago por lá, e me senti como a namorada que é chutada no auge da paixão.

Depois, refletindo, vi que foi a melhor coisa que poderia ter acontecido ao meu ego de fedelha de 22 anos que já estava se achando, em pleno início de carreira, uma das maiores jornalistas do país.

Também foi importante por me fazer perder rapidamente a ilus ão de ser imprescindível e não apenas um parafuso na engrenagem deste grande negócio que se chama imprensa. Descobri cedo qual era o meu lugar.

Quatro anos mais tarde, quando o jornal me convidou para voltar, eu era outra. Meu entusiasmo e a vontade de fazer reportagens interessantes continuavam intactos, mas havia morrido dentro de mim aquela sensação de “pertencer” a alguma empresa que contratasse os meus serviços, de ser “querida” na casa ou de integrar uma “família”.

Para mim, meu empregador passara a ser apenas meu empregador. E eu, uma mera operária da palavra, que estava por ali fazendo o meu melhor, mas que tinha claro que podia ser descartada a qualquer momento.

Até porque, no Brasil, quanto mais você se torna experiente e se destaca numa empresa jornalística, e consequentemente ganha mais, não passa a ser o menos visado na hora dos “cortes”, e sim o oposto.

Esta visão pragmática não me tornou, entretanto, insensível ao descarte de vários contemporâneos que presenciei ao longo dos anos. Cada vez que um deles é chutado, ao contrário, sinto uma revolta ainda maior do que senti naquela primeira (e felizmente única) demissão. É como se fosse comigo.

Sinto raiva quando lembro da vez que um amigo, excelente texto, foi dispensado, após 13 anos como repórter, e o primeiro que comentou foi: “Puxa, e olha que nunca dei um ‘erramos’”. Ou do que aconteceu recentemente com um fotógrafo querido, que comemorou pela manhã no Facebook os 20 anos de jornal e, à noite, voltou para publicar em seu mural que havia sido demitido.

A empresa certamente nem se deu conta de que o fazia justo naquele dia. Na planilha de custos, aquele profissional impecável se resumia a alguns dígitos numa folha de pagamentos.

A esmagadora maioria dos jornalistas que conheci na minha já longa carreira são, como eu mesma, pés-rapados que ascenderam socialmente em virtude do seu trabalho, apurando, entrevistando, escrevendo, editando, fotografando. Infelizmente, com a ascensão social (somada ao convívio com o poder), os mal nascidos jornalistas se iludem de que passaram a integrar a elite, senão financeira, intelectual do País. É por isso que, como diz Mino Carta, “o Brasil é o único lugar onde jornalista trata patrão como colega”.

Boa parte dos jornalistas acha mesmo que os patrões são colegas: colegas de classe. Patrões e jornalistas estariam lado a lado na elite. Não é à toa que tantos não se constrangem em escrever reportagens que representam uma classe a qual não pertencem de origem: se mimetizaram com ela.

É claro que jornalistas ficam abalados e tristes, sim, quando um companheiro de redação é demitido, mas não a ponto de fazer protestos ou de se organizarem para questionar as “reestruturações”.  E por que é assim?

Eu acho que, no fundo, os jornalistas não reagem quando alguém vai parar no olho da rua porque, de certa maneira, se sentem solidários também com o dono, seu “colega”, na fria e corriqueira justificativa de de que “era preciso cortar os custos”. Como se a empresa onde batem ponto diariamente fosse um pouco sua, ao mesmo tempo que sabem que serão os próximos. Aquela bendita demissão 24 anos atrás me livrou de sentir esta síndrome de Estocolmo.

Não sei o que vai acontecer, no futuro, com o jornalismo impresso, em crise no mundo –e mais em um país de pouca leitura como o nosso. Não acredito que as demissões que se tornarão cotidianas sejam capazes de provocar na categoria uma consciência de classe que nunca teve e que, ao meu ver, nunca terá.

A minha esperança é que a mesma internet que tem causado a fuga de leitores e os consecutivos cortes nos jornais proporcione um novo modelo de empresa de comunicação, alguma experiência individual, quiçá conjunta ou até cooperativa, em que possamos ser patrões de nós mesmos, para variar. As crises costumam ser boas para reconstruir.

Oxalá nasça daí um jornalismo onde s aibamos melhor nosso lugar na sociedade e a quem estamos servindo ao ganhar, com a notícia, o pão de cada dia.

Cynara Menezes é jornalista

* Texto originalmente publicado no site da revista Carta Capital

Agora é o titular da Emproturn que pede para sair

Mais um auxiliar da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) pede o ‘boné’. Como ocorreu com Ramzi Elali, titular da Secretaria do Turismo, que pediu demissão esta semana, Francisco Barbosa de Albuquerque – da Emproturn – alega “motivos pessoais” à saída.

Sua  carta de demissão foi protocolada nessa sexta-feira (30), no Gabinete Civil.

‘Barbosinha’ associa-se a Elali na decisão de se afastar do governo e voltar à iniciativa privada, porque na verdade o setor voltado para a política turística do estado está esvaziado e isolado. Em cerca de 13 meses, quase nada se viu ou foi notado.

É mais um buraco a ser preenchido no governo que tem tido dificuldades para recompor e compor cargos em seus escalões, em face de uma crise político-administrativa que não para de crescer.

 

 

Secretária-adjunta da Saúde pede demissão

A secretária-adjunta da Saúde, enfermeira Ana Tânia, entregou o cargo. Ela o fez ainda ontem à noite.

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) foi comunicada da decisão em caráter irrevogável da auxiliar.

É mais um nome a cair fora do “barco” à deriva em que se transformou a incipiente administração da ex-senadora e ex-prefeita mossoroense.

A informação foi colhida pelo Blog com fontes da própria Secretaria Estadual da Saúde Pública (SESAP).

Antes tinham saído Manoel Pereira (Administração e Recursos Humanos), Carlos Lira (Ipern) e delegado Ronaldo Gomes (Delegacia Geral da Polícia Civil).

As baixas devem continuar, como este Blog antecipou com plena segurança quanto ao que informa.