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Cid Gomes esculacha deputados e depois pede demissão

O ministro da Educação, Cid Gomes, enfrentou o plenário da Câmara e repetiu, diante de cerca de 300 parlamentares, que há achacadores entre os deputados, criando assim mais um embate entre o governo e o Congresso. No fim da sessão, após discutir com o deputado Sérgio Zveiter (PSD-RJ), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), cortou o microfone do ministro, e disse que a Casa não poderia ser desrespeitada.

Cid, então, deixou o plenário e pediu a sua demissão do cargo.

Cunha afirmou que a presidência da Câmara irá entrar com uma ação contra Cid Gomes. O peemedebista também afirmou que irá pedir a abertura de um processo contra o ministro em seu nome:

— Não vou admitir que alguém que seja representante do poder Executivo, agrida não só essa casa, como ainda volte aqui e reafirme as ofensas.

Antes, dirigindo-se ao presidente da Câmara, que na semana passado o qualificou de mal educado por conta das afirmações, o ministro da Educação disse:

— É melhor ser acusado de ser mal educado do que (ser acusado) de fazer achaque.

O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), pediu, da tribuna, que o governo demita o ministro.

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Orçamento Impositivo é aprovado em segundo turno

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10), em segundo turno, a proposta de emenda à Constituição do orçamento impositivo por 452 votos a 18 e 1 abstenção, estabelecendo a execução obrigatória das emendas parlamentares ao orçamento até o limite de 1,2% da receita corrente líquida (RCL) realizada no ano anterior. Para 2015, isso significaria R$ 9,69 bilhões em emendas.

A matéria será agora promulgada.

Na prática, a liberação das emendas não dependerá mais do “toma lá, dá cá” do Executivo, que sempre a condiciona ao comportamento dócil dos parlamentares, sobretudo durante votações importantes.

As emendas parlamentares individuais são recursos previstos no orçamento a que cada deputado e senador têm direito. Eles direcionam o dinheiro das emendas para obras, como construção de pontes e postos de saúde, em geral nas suas bases eleitorais.

O ex-presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB), compareceu à sessão. Ele é quem desencadeou a iniciativa histórica.

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Novo presidente da Câmara quer Henrique ministro, já!

Por Cláudio Humberto (Coluna Diário do Poder)

Após ser eleito presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) deve fazer sua primeira exigência ao enfraquecido governo Dilma: nomear o amigo e antecessor Henrique Alves para qualquer ministério, de preferência o do Turismo.

Mas, neste caso, poderia provocar uma crise com Renan Calheiros, reeleito no mesmo domingo presidente do Senado e padrinho do atual ministro, Vinícius Lages.

Banho-maria

O Planalto colocou Henrique Alves de molho, prometendo que se ele não estiver enrolado no assalto à Petrobras poderá virar ministro.

Candidatos à Câmara têm situações distintas no RN

A entrevista coletiva que seria concedida pelo deputado federal Arlindo Chinaglia (PT) nesta terça-feira (13), às 18h, no escritório da senadora eleita, Fátima Bezerra (PT), foi cancelada.

A visita que faria o parlamentar ao Rio Grande do Norte será realizada em data a ser divulgada posteriormente. Não foi explicado o porquê do cancelamento.

PMDB

Já na sexta-feira (16), o PMDB trará a Natal o deputado Eduardo Cunha (PMDB).

Sua programação ainda não foi anunciada. Cunha é candidato à presidência da Câmara Federal. Chinaglia será seu concorrente.

Indicação de Henrique pode atrapalhar planos do PMDB

Da coluna Painel (Folha de São Paulo)

Chave

Peemedebistas passaram a dizer que a indicação de Henrique Alves (PMDB-RN) para o ministério de Dilma pode atrapalhar os planos de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na disputa pela presidência da Câmara.

… da porta

Se Alves for nomeado em janeiro, o vice Arlindo Chinaglia (PT-SP) assume o comando da Casa.

O petista, possível adversário de Cunha, controlaria o processo eleitoral e a máquina da Câmara até a escolha do novo presidente, em fevereiro.

Maioria do PMDB quer romper com Dilma

O Estado de São Paulo

A presidente Dilma Rousseff convocou uma reunião para este domingo, 9, a fim de definir parte dos palanques regionais e, assim, tentar aplacar a crise com o PMDB. A presidente deve encontrar um partido rachado. Ao menos um terço dos deputados peemedebistas considera a relação com o governo insustentável e prefere um desfecho radical: romper a aliança com o Planalto.

O Estado ouviu 54 dos 74 deputados do PMDB em atividade – um está de licença médica. A opção pela ruptura imediata foi de 23 parlamentares. Outros 25 deputados disseram ser a favor da aliança, embora haja nesse grupo peemedebistas críticos à condução política do governo.

Apenas um não quis opinar e cinco afirmaram que votarão com o líder da bancada, deputado Eduardo Cunha (RJ), que na terça-feira postou no Twitter que o PMDB deveria “repensar a aliança” com Dilma e o PT. As entrevistas foram realizadas entre quarta-feira, um dia após a reação de Cunha, e sexta.

É este o tamanho da batalha que o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), enfrentará para convencer os deputados do partido a baixarem o tom para que ele e o vice-presidente da República, Michel Temer, consigam negociar melhor tratamento à legenda com Dilma e com o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT), no encontro marcado pela presidente para o Palácio da Alvorada.

O governo tenta deixar Cunha isolado, mas a tarefa não se mostra tão simples.

PMDB elege seu novo líder em Brasília

O deputado Eduardo Cunha (RJ) é o novo líder da bancada do PMDB na Câmara dos Deputados. Ele foi eleito, em 2º turno, com 46 votos. Em 2º lugar ficou o deputado Sandro Mabel (GO) com 32 votos. Dois deputados votaram em branco. Oitenta deputados participaram da votação.

Um terceiro candidato disputou a liderança do partido.Osmar Terra (RS) obteve 13 votos no 1º turno. Na primeira votação, Cunha e Mabel tiveram, respectivamente, 40 e 26 votos. Um deputado votou em branco.

A reunião, na noite deste domingo (03), foi o último encontro da bancada do PMDB sob a coordenação do deputado Henrique Eduardo Alves (RN). Ele liderou o partido na Câmara ao longo de seis anos consecutivos. Ainda como líder, Henrique Alves apelou aos candidatos que, apesar da disputa, o eleito mantivesse a bancada unida.

Durante a reunião todos os candidatos ressaltaram o mérito de Henrique Alves como o líder que uniu o PMDB nas principais votações e decisões do partido na Câmara dos Deputados. A atuação do líder resultou em cinco reconduções à liderança do PMDB por aclamação. Apenas a primeira escolha, em 2007, foi por meio de votação.

Nesta segunda-feira (04), Henrique Eduardo Alves disputa a presidência da Câmara dos Deputados com outros três candidatos que se inscreveram para a eleição da nova Mesa Diretora da Casa. Henrique Alves exerce o 11º mandato consecutivo. O deputado potiguar é o mais antigo da Casa com 42 anos de experiência no legislativo. A sessão está marcada para as 10h.

Com informações do PMDB