Inativos da Assembleia Legislativa começaram a sentir de forma mais incisiva os efeitos da crise no erário estadual.
Convivem com atraso no pagamento de aposentadoria.
É a ponta do iceberg daquilo que escrevemos há vários anos.
Se nada for feito de verdade, com coragem e austeridade, chegará o tempo em que essa corrosão atingirá o bolso dos próprios deputados, conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN), desembargadores e juízes do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), além de promotores do Ministério Público do RN (MPRN) e defensores públicos.
Não é agouro, mas previsão lógica diante da situação falimentar do cofre público.
A crise do Executivo está em marcha para ser do “Estado uno” como um todo.
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