O reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), professor Milton Marques, comenta eco nacional de punição imposta pela instituição a estudantes que usaram de artifícios fraudulentos para acesso ao curso de Medicina.
– Estamos agindo com rigor – afirma.
Mas admite que não é fácil fechar todo o labirinto de artimanhas sem a colaboração da própria sociedade, denunciando, ajudando a apontar os fraudadores. Assegura, ainda, que “não nos sentimos constrangidos com a intervenção do próprio Ministério Público, se houver algum procedimento que contribua para impedirmos essa distorção”.
O reitor assinala que a Uern excluiu recentemente três estudantes de Medicina, que teriam utilizado documentação falsa para ingresso como “cotista”. É uma modalidade que facilita o acesso à universidade de alunos que cursaram todo o período preliminar, de formação de ensino, em escolas públicas.
Nota do Blog – Se o pente-fino da Uern foi ainda mais apurado, o expurgo vai ser ampliado. Anote.
Esse absurdo pune estudantes de reconhecida carência, com o favorecimento de pessoas que antecipam, com a fraude, o que se propõem a ser como “profissionais” da Medicina.