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Depoimento de Odebrecht compromete ex-presidentes

Dos portais G1 e Congresso em Foco

Dilma e Lula aparecem em relevo em depoimento (Foto: arquivo)

O empresário Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira Odebrecht, afirmou em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início de março que a ex-presidente Dilma Rousseff sabia da “dimensão” das doações por meio de caixa 2 feitas pela empresa à campanha da petista à reeleição.

A informação foi divulgada pelo site “O Antagonista” e confirmada posteriormente pela TV Globo.

O executivo falou ao TSE como testemunha nas ações que tramitam no tribunal pedindo a cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer por suposto abuso de poder político e econômico na eleição presidencial de 2014.

Em nota, a ex-presidente Dilma negou as informações, chamou a declaração de “leviana” e pediu que o empresário comprove o que disse ao tribunal.

“O que Dilma sabia era que a gente fazia, tinha uma contribuição grande – a dimensão da nossa contribuição era grande, ela sabia disso – e ela sabia que a gente era responsável por muitos pagamentos para o João Santana. Ela nunca me disse que sabia que era caixa 2, mas é natural, é só fazer uma… ela sabia que toda aquela dimensão de pagamentos não estava na prestação do partido”, disse o empresário.

Na planilha que está no TSE, pelo menos três codinomes estavam vinculados à conta governista: “Itália”, Antonio Palocci; “Amigo”, ex-presidente Lula; e “Pós Itália”, Guido Mantega. Sobre os valores, os dados apresentados sobre o saldo seria R$ 71 milhões em 22 de outubro de 2013 e R$ 66 milhões em 31 de março de 2014.

Dinheiro em troca de medida provisória

O PT tinha uma “conta corrente” na empreiteira, para alimentar a corrupção. Também não faltou farto dinheiro para o “Instituto Lula”.

“Nós tínhamos uma relação intensa com o governo. Essa relação intensa, ela gerava também a expectativa de que a gente fosse um grande doador. Então, eu, para não ser pego de calças curtas, eu sempre tentava negociar com meus empresários um valor que, na hora que viesse essa demanda do governo, eu tivesse, da parte deles, uma segurança de que esse recurso haveria”, disse Odebrecht.

Dos R$ 150 milhões que a Odebrecht alimentou a corrupção governista, R$ 50 milhões seriam pela aprovação, em 2009, da medida provisória 470/2009, editada pelo governo Lula e que beneficiava empresas do setor.

Saiba mais detalhes AQUI e AQUI.

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Lula admite voltar e “fazer mais” do que realizou na presidência

“Estou preparado, se for necessário, para voltar e fazer mais do que eu fiz”. A frase foi pronunciada hoje à tarde em Natal pelo ex-presidente Lula da Silva (PT).

Lula discursou ao lado de correligionários locais, como Mineiro (Foto: Assessoria)

Ele participou de programação em favor da candidatura a prefeito do deputado estadual Fernando Mineiro (PT).

O comício foi realizado em Mirassol.

Diante da prisão e revogação da prisão do ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega (veja AQUI), o ex-presidente Lula declarou – durante sua participação em comício de Fernando Mineiro, em Natal – que a medida, capitaneada pelo juiz federal Sérgio Moro, não teria sido tomada nem mesmo por um “nazista”.

Mantega

“Podem me investigar. Agora não façam como fizeram hoje com o Guido Mantega. Acho que nem os nazistas iriam retirar um homem, um ex-ministro da Fazenda, com residência fixa, que estava com sua mulher doente e foram prender e depois de três horas foram pedir desculpa. Isso não tem desculpa. Isso se chama autoritarismo, isso se chama prepotência, isso se chama arrogância”, destacou Lula.

Mas Lula esteve antes num almoço com correligionários e convidados num restaurante de Ponta Negra, testemunhando manifestações de hostilidades à sua presença em Natal.

Com informações do Agora RN.

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Acordo sobre partilha de royalties é difícil, prevê Henrique

Segundo o deputado federal Henrique Alves (PMDB), a partilha dos royalties do petróleo, no pré-sal, não tem acordo à vista. Situação complicada.

– Recebi ligação do ministro Guido Mantega. Reunião amanhã, no Ministério da Fazenda, às 14h30, sobre os royalties do petróleo – citou ele agora há pouco em seu endereço no Twitter.

– Governo vai no seu limite. Problemão – complementou.