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Fornecimento de insulina começa a atender pacientes

Insulinas chegaram essa semana (Foto ilustrativa)
Insulinas chegaram essa semana (Foto ilustrativa)

Pacientes com diabetes em Mossoró começaram a receber as insulinas Novorapid e Tresiba para tratamento da doença na manhã dessa quarta-feira (20). O lote (3.750 novorapid e 5.100 treziba) foi adquirido pela Prefeitura de Mossoró em tempo recorde, informa a pasta da Comunicação.

A entrega das insulinas estava prevista para o próximo dia 22, mas chegou antecipadamente ao município na última terça-feira (19).

Distribuição

A secretária municipal de Saúde, Morgana Dantas, lembra que as insulinas começaram a faltar ainda no ano passado. Antes do período natalino já havia fala de cobertura e não foi feito pedido ágil à época.

“Durante todo o ano de 2020, a população que faz uso da insulina vem sofrendo com as entregas desses medicamentos, mas conseguimos em menos de 20 dias resolver o problema, até antes do prazo, demonstrando o compromisso da prefeitura de cuidar dessas pessoas”, disse a titular da Saúde.

As insulinas estão sendo distribuídas aos pacientes com cadastro ativo, no Centro Administrativo Prefeito Alcides Belo, no bairro Aeroporto das 7h30 às 12h00. À tarde, as equipes da atenção a doenças crônicas visitam os pacientes e fazem a entrega das insulinas para o público que tem dificuldade ou limitação de locomoção.

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Falta o básico à saúde pública

Fitas medem descaso com saúde (Foto ilustrativa)

Do Blog Tio Colorau

Na última quarta-feira (19), um paciente de diabetes teve uma crise e precisou ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Nesses casos, o primeiro a se fazer é medir a glicemia do paciente, mas o procedimento não foi feito, pois faltava fitas na ambulância.

Ao chegar à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Santo Antonio, pensando que enfim teria a glicemia verificada, o paciente foi informado que eles também não tinham as fitas.

A solução foi o paciente providenciá-las, do próprio bolso.

Fitas para medir glicemia são o básico do básico.

Esse fato mostra o estado precário em que se encontra a saúde no município.

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Falta de insulina de novo, outra vez, causa apreensão

Tresiba tem alta demanda e não é entregue (Foto: reprodução)

Pacientes que necessitam de insulina, em Mossoró, estão novamente aflitos. Eles e seus familiares estão apreensivos.

Recorrem ao Blog Carlos Santos para apelo público.

Outra vez, novamente, mais uma vez, de novo, como sempre acontece, falta insulina.

Problema está esticando há mais de 15 dias.

As promessas de retomada de estoque e distribuição não são cumpridas, dia após dia.

“Ficou de chegar semana passada e não chegou. Passou para segunda-feira (13) e não chegou de novo”, queixa-se um paciente.

Recado dado, denúncia feita.

Outra vez, novamente, mais uma vez, de novo, como sempre acontece, falta insulina.

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Outra vez, novamente, de novo, insulina não é entregue

Prevista para esta quarta-feira (14), a distribuição das insulinas Degludeca (Tresiba) e Asparte deverá começar a ser feita a partir da próxima terça-feira (20). A informação é da Prefeitura Municipal de Mossoró.

O atraso foi devido a questões burocráticas relativas ao faturamento dos produtos pela empresa responsável, segundo informa a responsável pela Farmácia Central, Roseane Lima.

Nota do Blog – Esse drama de incontáveis pessoas e seus familiares parece sem fim. Sai governo, entra governo.

Lamentável!

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Prefeitura garante insulina para a próxima quarta-feira

A vice-prefeita Nayara Gadêlha recebeu na tarde desta quinta-feira (8) o grupo de mães que possuem filhos com diabetes e que precisam assim fazer uso de insulina especial. Participaram do encontro representantes da Procuradoria Geral do Município, Secretaria de Saúde, além dos vereadores Ozaniel Mesquita (PR), Rondinelli Carlos (PMN) e Raério Emídio (PRB).

Na reunião o município mostrou garantias que a compra das insulinas Degludeca (Tresiba) e Asparte já foi feita, com todos os trâmites burocráticos resolvidos, restando agora apenas que a empresa faça o transporte do material.

A expectativa é de que as mães já possam receber as insulinas nas farmácias na próxima quarta-feira (15).

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Estoque de insulina deverá ser coberto com urgência

Em razão da urgência da necessidade de reabastecimento de insulina nas unidades de saúde, a Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) irá adquirir o produto com dispensa de licitação. Com a compra direta, a previsão é que o processo seja concluído até a próxima semana.

Na última licitação, realizada no dia 3 de maio, na modalidade de pregão, nenhuma empresa se habilitou em oferecer preço, e o processo foi considerado deserto. Este é mais um motivo que se justifica a dispensa de licitação.

Para a compra direta de insulina do tipo Lantus e Humalog, serão investidos R$ 4,817 milhões.

Nota do Blog – Até que enfim o bom senso fez morada por essas plagas. Vidas estão em jogo, crianças, adultos e idosos em perigo precisam com urgência dessa medida.

Aplausos, aplausos!

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Lote emergencial de insulinas deve começar a ser entregue

A Prefeitura de Mossoró comprou mais um lote emergencial de insulinas para atender os pacientes da rede municipal de saúde. Foram adquiridas 800 do tipo Lantus e 300 Humalog.

Lantus: necessidade urgente (Foto: ilustrativa)

O secretário de Saúde, Benjamin Bento, diz que como a quantidade não é suficiente para atender toda a demanda, a insulina será distribuída para os casos mais urgentes. Ele explica que o Município abriu processo licitatório para a compra do medicamento para o ano todo. Estão sendo investidos mais de R$ 4 milhões.

Nesse processo emergencial foram mais de R$ 170 mil, dos quais R$  120 mil foram recursos desbloqueados pela justiça, a pedido da Procuradoria Geral do Município (PGM).

O secretário de Saúde Benjamin Bento relembrou que a atual gestão assumiu sem cobertura contratual para comprar as insulinas que são distribuídas para os pacientes cadastrados.

A PMM deve iniciar a entrega do medicamento do lote emergencial nesta terça-feira, 04.

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Uma nova bomba-relógio prestes a explodir

Por Carlos Duarte

No Rio Grande do Norte os índices de violência continuam em alta, com projeção de novos recordes.  O número de homicídios no estado cresceu 31,37%, nos primeiros 60 dias deste ano, se comparado com igual período do ano passado, totalizando 402 assassinatos. Os dados são do Observatório da Violência Letal Intencional do RN (OBVIO).

O governo Robinson Faria (PSD) explica que o aumento expressivo de homicídios tem relação direta com a guerra das facções criminosas e pela disputa de espaço na rota do tráfico. Todos os cidadãos potiguares já sabem, há muito tempo, desse diagnóstico. O que ainda não se sabe é quais são as medidas e ações concretas que estão sendo tomadas, pelo “Governo da Segurança”, para reverter tamanha violência.

Num breve recorte do Mapa da Violência do RN, observa-se que o femicídio – crime de homicídio contra as mulheres – cresceu 14%, nos meses de janeiro e fevereiro de 2017, ficando atrás, apenas, dos homicídios convencionais. Já é a segunda causa de morte violenta (25%) e à frente dos latrocínios.

Também neste quesito, há omissão do governo do Estado do RN. As medidas protetivas não funcionam, na prática. Apenas, no papel – quando são tomadas. As Delegacias Especializadas na Defesa da Mulher (DEAM) não funcionam à noite e nem nos finais de semana e feriados.

Por outro lado, a Policia Militar não tem estrutura para atender as demandas urgentes e não está preparada para o acolhimento. Existem somente cinco DEAM para atender os 167 municípios do RN e estão localizadas em Natal (2), Parnamirim, Caicó e Mossoró.

Com essa “estrutura”, como a mulher potiguar poderá se proteger do companheiro com índole violenta?

O caos na segurança pública do RN continua progredindo de modo acelerado, em todas as suas variáveis. O governo do RN é gerencialmente incapaz para controlá-lo e toma, apenas, medidas paliativas, pontuais e reativas – de baixa eficácia.

Uma nova bomba-relógio, mais poderosa, já está acionada e o cidadão entregue à própria sorte.

Que Deus nos Proteja!

SECOS & MOLHADOS

Henrique – É inacreditável a desculpa dada pelo ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN) para justificar o crédito de quase U$ 1 milhão em sua conta bancária na Suíça – apesar das muitas acusações de seu envolvimento com a Operação Lava Jato. Será que ele era “laranja”? De quem?

Crédito – As condições de crédito continuam muito ruins, e até piores, para a indústria brasileira. Isso é o que acha a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Dessa forma, as empresas ficam desestimuladas à retomada do crescimento. Sem capital de giro, não produzem e não contratam.

Câmara – O TCE-RN notifica os vereadores da legislatura passada a explicarem como gastaram suas verbas de gabinetes, no período em que estavam sendo pagas. Essa polêmica ainda vai render muitas dores de cabeças aos edis de Mossoró. Há muitas controvérsias jurídicas a respeito deste assunto.

Insulina – O que se pode esperar de um governo que não consegue sequer manter um estoque básico de insulina para atender aos pacientes necessitados? Depois da recente expectativa frustrada do governo Rosalba Ciarlini (PP), constata-se que a doença está mesmo no gerenciamento da coisa pública. Essa contumácia perversa reduz a autoestima e humilha centenas de pessoas carentes e debilitadas pela diabetes. Um absurdo!

Saúde – Sob o ponto de vista técnico, a prefeita Rosalba Ciarlini está certa quando diz que vai priorizar a Atenção Básica de Saúde em seu governo. Entretanto, é também dever de seu governo buscar os meios de garantir o bom funcionamento da média e alta complexidade, junto aos governos do Estado e da União.

Desemprego – De acordo com o IBGE, o Rio Grande do Norte é um dos estados com maior população de desocupados no País. Com pouco mais de três milhões de habitantes, somente no último trimestre do ano passado, 225 mil pessoas estavam na condição de desempregadas. Em janeiro, deste ano, foram fechados 2.955 postos de trabalho. As projeções dos empresários potiguares não são, ainda, muito otimistas para 2017 – que deverá ser um ano de transição. Acreditam que o alento deverá acontecer, somente, a partir de 2018. O setor da Construção Civil é o que apresenta maior índice de desemprego no RN.

Previ – As finanças do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (Previ) são uma bomba relógio, de efeito retardado, prestes a explodir no colo da prefeita Rosalba Ciarlini. É aguardar para ver.

Acusados – A Operação Lava Jato, que já tira o sono e o sossego de muita gente, promete ampliar as denuncias no decorrer desta semana. Na lista do Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, que pede a abertura de inquérito ao STF, consta mais de 40 nomes. Dentre eles, estão figuras carimbadas como Dilma, Lula, Mantega, Palocci, João Santana, governadores, ex-governadores e ex-parlamentares.

Da equipe de Temer, aparecem os ministros Eliseu Padilha, Moreira Franco e Kassab. Da bancada do Congresso, estão o presidente do Senado Eunício Oliveira, Renan Calheiros, Edison Lobão e Romero Jucá. Integram ainda a lista: José Serra e Aécio Neves. O que se pode esperar de um País que tem uma quadrilha suspeita no comando de seus Poderes?

Ironia – O PSDB agora é alvo da investigação que ele mesmo pediu para abrir. O tiro saiu pela culatra. Tudo Contaminado, mesmo!

Crise – Na terça-feira (7) deverão ser divulgados os dados do quarto trimestre do PIB em 2016. Os resultados ainda deverão ser de queda da atividade. A recessão brasileira, que teve início no segundo trimestre de 2014, foi a pior já vivida no País, tanto por sua duração quanto por sua intensidade de contração.  Mas, o cenário atual é de recuperação, embora ainda frágil, sem sustentabilidade. É o que apontam os indicadores recentes. Fatores positivos: melhora na demanda por commodities, safra agrícola em alta, queda da inflação e dos juros. Os entraves são: inflação e desemprego.

* Veja coluna anterior clicando AQUI.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

Prefeitura frustra atendimento com insulinas

Parece sem fim o drama de pacientes que precisam de insulina em Mossoró.

A Prefeitura alardeou conquista judicial para bloqueio de recursos do Governo do Estado (veja AQUI), para aquisição desse medicamento.

Mas ontem mesmo, a distribuição foi concluída sem atender à demanda.

A fila de doentes e familiares saiu frustrada.

Perspectiva de que em 15 dias ou mais haja nova remessa.

Até lá, é cada um por si, solidariedade de alguns… e Deus por todos.

Do poder público ninguém espere muito mais do que isso.

Sai governo, entra governo, o sofrimento segue.

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“Poder Público decreta morte de diabéticos”, diz webleitor

O webleitor e engenheiro Marcos Limeira escreve ao Blog Carlos Santos, comentando postagem de hoje sob o título “Falta de insulina põe em risco vida de dezenas de pessoas” (veja AQUI).

Ele, diabético, narra o que a maioria dos doentes sem maiores posses enfrenta em Mossoró: “estão condenados às sequelas do diabetes e, em alguns casos, à própria morte. Decretada pelo Poder Público”.

Veja na íntegra o que ele escreve:

Enquanto isso, meu caro Carlos, segue a triste sina daqueles que não podem adquirir uma Lantus a mais de R$ 130,00 a unidade. Aqueles que procuraram o laboratório Sanofi, e se propuseram a receber em suas residências uma espécie de “educadora”, esses podem ter acesso a um desconto dado pelo laboratório, variável caso a caso. Os que nem isso podem, fadados estão a serem condenados às sequelas do diabetes, e, em alguns casos, à própria morte. Decretada pelo Poder Público.

Marcos Limeira – Engenheiro

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Luta por insulina em Mossoró mobiliza doentes e famílias

A falha na distribuição de insulina pela Prefeitura de Mossoró tem causado pânico entre beneficiados.

São 471 escritos para recebimento das  insulinas.

Doentes e seus familiares integram grupos em redes sociais que buscam informações, apoio e até levantam recursos para socorro aos mais necessitados.

O problema tem se agravado e o temor é que o final do Governo Francisco José Júnior (PSD) deixe esse cenário ainda pior.

Quem quiser colaborar entre em contato por fone ou WhatsApp de Ana Kadja, uma das coordenadoras de movimento para apoio às pessoas que precisam da insulina, muitas delas crianças.

Anote os fones: 9-8115-8020/9-9692-8877.

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Insulina não tem previsão de chegar, mas promessa vem antes

O drama da distribuição da insulina em Mossoró continua. Em grupos de WhatsApp (rede social na Net) em Mossoró, familiares e doentes compartilham o drama.

Em mensagem postada à noite de ontem (30 de Agosto de 2016), colhemos uma especialmente dramática.

Veja abaixo:

Boa noite!

Hoje pela manhã liguei mais uma vez para saber das insulinas, e a resposta de sempre: “Está em falta Lantus e Humalog, sem previsão de chegar.”

E por coincidência hoje mesmo ao meio-dia, ouvi o senhor prefeito na rádio falando de suas propostas, dentre elas, falou sobre a questãoo das insulinas, falou que a partir do próximo ano será mais cômodo para os usuários, pois iremos receber as insulinas em nossas próprias residências.

Isso é uma piada????

Agora que é época de campanha eleitoral está faltando para irmos pegar, imagine como será para receber em casa!!!

Nota do Blog – Conversei agora pela manhã com uma pessoa que utiliza insulina Lantus. Ela relatou que ao lado de outras amigas faz ‘vaquinha’ para comprar a insulina para doentes com situação financeira extremada em bairros da periferia, numa corrida contra a morte.

Daqui, seguem nossos apelos também para que o Governo do Estado também assuma suas responsabilidades, cumpra seu papel.

A Prefeitura deveria emitir nota pública, oficial, assinada pelo prefeito e secretária da Saúde, falando sobre o problema e cobrando o Governo do Estado para cumprir sua parte.

A conveniência politiqueira criminosa pode levar dezenas de pessoas, crianças e adultos, à morte.

Como dói ter que continuar narrando esse drama que nunca tem fim, que nunca tem solução. Enoja. Revolta.

Há anos tem sido assim… entra Governo, sai Governo.

Pobre Mossoró!

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Promessa de entrega de insulina não é cumprida

A Prefeitura de Mossoró não cumpriu outro compromisso público: fornecer a insulina “Lantus” às pessoas cadastradas, que necessitam do produto.

Em postagem deste Blog no último dia 1º (veja AQUI), era cobrada a sua entrega. Pacientes e familiares de diabéticos estão desesperados por seu não fornecimento.

Fonte oficial da própria Prefeitura houve essa garantia e relato:

– A previsão é a de que chegue até o dia 15 deste mês. A PMM arca com esse insumo sozinha, por força de uma decisão judicial. Porém, a mesma decisão determina que a Lantus seja custeada pelo Estado, União e Município – relatou a assessoria.

Só para ser mais claro: hoje é dia 21 de julho.

Pobre Mossoró!

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Falta de insulina causa nova preocupação; Saúde se pronuncia

Novamente, a Prefeitura de Mossoró não consegue atender parte dos diabéticos da cidade, atendidos com fornecimento de insulina.

O remédio é indispensável para controle da doença.

A “Lantus” é a modalidade de insulina que não é mais encontrada, segundo queixa de duas famílias de pacientes, que procuram apoio do Blog à cobrança do remédio.

Hoje pela manhã, fizemos contato com assessoria da Secretaria Municipal da Saúde Pública de Mossoró, que deu alento à solução do problema:

– A previsão é a de que chegue até o dia 15 deste mês. A PMM arca com esse insumo sozinha, por força de uma decisão judicial. Porém, a mesma decisão determina que a Lantus seja custeada pelo Estado, União e Município – relatou a assessoria.

“A Procuradoria Geral do Município já estuda requerer judicialmente que os dois outros entes repassem os recursos para a compra das insulins, como já determinado pelo judiciário”, acrescentou.

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Falta de insulina deixa diabéticos e familiares em desespero

O sofrimento de diabéticos em Mossoró parece sem fim.

É insanável ou sem o mínimo de previsão que a distribuição de insulina seja regularizada com brevidade.

Ficou em fevereiro passado o último atendimento para as pessoas que dependem dessa medicação.

Dois tipos que são distribuídos – Lantus e Humalog – têm preços proibitivos à maioria dos doentes.

“Minha mãe precisa de duas unidades de Lantus por mês. Cada uma custa R$ 135,00”, diz uma professora municipal.

Há diabéticos que têm necessidade ainda maior e, portanto, com custo bem superior.

Enfim, diabéticos e familiares em desespero.

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Prefeitura está novamente sem fornecer insulina

Pessoas com diabetes estão novamente no sufoco em Mossoró.

Voltou a faltar insulina.

A Prefeitura de Mossoró, apesar da promessa na regularização do produto, não consegue cobrir a demanda mínima.

– Tem sido um sufoco. A gente junta a família e faz ‘vaquinha’ para suprir essa necessidade – diz uma servidora pública, sobre problema enfrentado por sua mãe, que se generaliza em Mossoró.

– Há mais de um mês que a gente está comprando do próprio bolso – assinala a mesma fonte.

Ex-secretária nega versão que a levou a indiciamento pela PC

A contabilista e ex-secretária municipal da Saúde de Mossoró – Jacqueline Amaral, em contato telefônico com o Blog, antecipa contraditório sobre indiciamento do seu nome em crime previsto no artigo 96, inciso IV, da Lei nº 8.666/96 (Fraude à Licitação).

A postagem que reproduzimos hoje, sob o título “Polícia indicia empresário e ex-secretária de Saúde de Mossoró” (AQUI), tem outra versão da ex-secretária.

Por escrito, ela resume sua defesa ao que foi posto em inquérito da Polícia Civil (PC).

Leia abaixo:

Caro Carlos Santos,

Em relação à postagem “Polícia indicia empresário e ex-secretária de Saúde de Mossoró”, repercutida do Jornal O Mossoroense; através desse conceituado veículo de comunicação, venho esclarecer o seguinte, em relação à aquisição de insulinas pelo Município de Mossoró, quando da minha gestão como Secretária de Saúde.

Jamais em tempo algum eu, enquanto gestora, participei ou concordei de qualquer forma com qualquer tipo de irregularidade e muito menos entabulei qualquer negociação com quem quer que seja, e muito menos da forma alegada.

Assim sendo, é prudente se entender como funciona o procedimento público de aquisição de medicamentos pela Prefeitura. Em primeiro lugar, não é e nunca foi realizado pela Secretaria de saúde, e sim por uma Comissão de Licitação, vinculada à Secretaria de Administração.

O papel da equipe financeira da Secretaria de saúde sempre foi coletar o preço de mercado, fazer a reserva orçamentária de acordo com as necessidades, e encaminhar ao Setor de Compras para que realize pregão através daquela Comissão. Isso feito, depois de realizada a licitação, é enviada uma ata com o nome do ganhador para a Secretaria de Saúde, oportunidade em que poderá ser empenhado e solicitado o produto que foi comprado pela Comissão daquele Setor.

Em seguida os medicamentos são entregues na farmácia, onde são conferidos, para posterior emissão de nota fiscal, a qual é atestada pela pessoa que recebe. De mãos dessas informações, a Secretaria confirma e envia para o setor de pagamento.

Quanto à questão do superfaturamento de preços, por dever de justiça e lisura dos fatos, deveria ter sido ouvida a Comissão de Licitação, para que explicasse e justificasse o preço praticado. Jamais a Secretaria de Saúde e tampouco a gestora, que não tem nenhuma interferência nesse procedimento.

Quanto ao alegado valor de 42% de diferença, é interessante observar que isso diz respeito a uma Resolução do CAP (Coeficiente de Adequação de Preços), resolução nº 3 de 2 de março de 2011, publicado do DOU de 9 de março de 2011, a qual já estava planejada no Plano de Metas, já tratado em reuniões com a equipe da Falconi, inclusive com o conhecimento da atual gestora de Saúde, que na época, além de auditora era a técnica de confiança da gestão de saúde para tratar de várias medidas disciplinadoras de compras e aquisição de medicamentos, juntos com a Falconi e a Comissão de Licitação.

Então, a medida que barateou o preço de aquisição da Insulina já estava planejado pela consultoria da Falconi, no plano de meta elaborado em 2013, e que pode ser confirmado pela consultoria da mesma, que estava trabalhando junto conosco.

Assim sendo, não tenho nenhum receio de responder a qualquer questionamento, ou mesmo explicar procedimentos de aquisição e entrega das insulinas, já que a Secretaria tinha uma equipe financeira responsável pelos procedimentos legais.  Documentos acostados no inquérito, já foram examinados pelos meus advogados, os quais constataram que os dados levantados pelos auditores não levam à conclusão feita no processo.

Ciente da trajetória legal que vou enfrentar, quero só dizer a sociedade que me conhece e acompanhou meu trabalho na Secretaria de Saúde, que tenho subsídios suficientes para demonstrar a minha inocência na presente acusação, posto que jamais negociei preço ou pratiquei qualquer irregularidade como gestora da Saúde de Mossoró.‏

E vou provar tudo na justiça.

Agradeço ao nobre jornalista pela publicação da minha defesa e me coloco à disposição para enfrentar esse debate de peito aberto. E confiando na Justiça.‏

Atenciosamente,

Jacqueline Amaral.

Polícia indicia empresário e ex-secretária de Saúde de Mossoró

Do jornal O Mossoroense

As autoridades policiais José Vieira de Castro, titular da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações de Mossoró (DEFD), e Fábio Montanha, titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil, concluíram o Inquérito Policial nº 036/2014, que apurava irregularidades na aquisição de medicamentos do tipo insulina pela Prefeitura de Mossoró. Duas pessoas foram indiciadas.

Jacqueline: acerto fraudulento (Foto: PMM)

O fornecedor Fábio Pinto de Lima, 33, proprietário da Drogaria Mossoró, e a ex-gestora da Secretaria de Saúde, Jacqueline de Souza Amaral, 54, foram indiciados pelo crime previsto no artigo 96, inciso IV, da Lei nº 8.666/96 (Fraude à Licitação).

Segundo as investigações feitas pela Polícia Civil, a ex-secretária teria entabulado uma negociação com o fornecedor de medicamentos para que ele apresentasse proposta de preço impraticável, bem abaixo do valor de mercado, para fins de sair vencedor em licitação de pregão realizado pela prefeitura e assim continuar vinculado ao município, haja vista que era credor de uma dívida passada pelo fornecimento de medicamentos ainda não pagos e, logo, poderia pressionar o ente federativo municipal para quitar o débito contraído.

Averiguou-se, pois, que o fornecedor saldaria gradativamente essa dívida com o fornecimento de medicamentos todavia em quantidade menor do que a discriminada nas faturas cobradas perante o financeiro da Secretaria de Saúde, recebendo o valor contratado como forma de abater o crédito que detinha contra o município.

Insulina

As investigações iniciaram com base em um parecer técnico apresentado por uma equipe de auditores. Constataram algumas irregularidades no fornecimento de medicamentos pela empresa Drogaria Mossoró, dentre elas, a de que foi licitadaa insulina juntamente com a caneta injetora, porém foi constatado que o fornecedor somente estava entregando o refil do medicamento, o que, segundo os auditores, baratearia seu custo. Porém o fornecedor cobrava o mesmo preço como se estive entregando-o na sua integralidade.

Ao final da auditoria, concluiu-se que houve um prejuízo para o erário público municipal.

O inquérito policial foi instruído com base no parecer final da auditoria, perícia documental, termos de depoimentos de testemunhas e de funcionários envolvidos no certamente licitatório, bem como interrogatório dos investigados, tendo sido cópia encaminhada à Promotoria do Patrimônio Público desta Comarca, para outras providências cabíveis.

Nota do Blog Carlos Santos – Não consigo entender, até hoje, por que a bancada governista na Câmara de Mossoró impede a todo custo, a instalação de uma Comissão Especial de Investigação (CEI), para apurar compra de insulina e de oxigênio hospitalar pela prefeitura, na gestão Cláudia Regina (DEM).

O próprio prefeito Francisco José Júnior (PSD), quando estava na interinidade, declarou à imprensa e na leitura de mensagem anual na Câmara Munjicipal, que encontrara esses produtos com preços superfaturados.

A Prefeitura de Mossoró comprava insulina 42% mais caro que o mercado, e oxigênio com um superfaturamento no preço superior a 50%. Veja matéria AQUI.

Leia esta postagem também: Superfaturamento de insulina é um escândalo a ser apurado AQUI.