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RN tem 40 mananciais com boa recarga após chuvas recentes

 Boqueirão de Parelhas teve aumento em seu volume (Foto: Igarn)
Boqueirão de Parelhas teve aumento em seu volume (Foto: Igarn)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), monitora 69 reservatórios em todo o estado, responsáveis pela segurança hídrica dos municípios potiguares. Relatório divulgado nesta sexta-feira (06) aponta que as reservas hídricas superficiais totais do RN acumulam 2.067.625.772 m³, o equivalente a 39,08% da capacidade total, que é de 5.290.123.351 m³. Na última segunda-feira, as reservas hídricas acumulavam 1.991.016.258 m³, correspondentes a 37,63% da capacidade total.

A Barragem de Oiticica, segundo maior reservatório do estado, continua registrando aumento no volume armazenado e acumula 214.178.166 m³, o que corresponde a 28,84% da sua capacidade total, de 742.632.840 m³. No relatório divulgado na última segunda-feira, o manancial acumulava 168.705.076 m³, equivalentes a 22,72% da capacidade total.

Ao todo, 40 reservatórios monitorados pelo IGARN receberam recarga com as chuvas registradas nos últimos dias no interior do estado. Entre eles, o açude Riachão, no município de Rodolfo Fernandes, teve aumento de 47,13% em seu volume, passando a acumular 2.810.520 m³, o que corresponde a 67,95% da sua capacidade total, de 4.136.000 m³. No início da semana, o manancial armazenava 861.300 m³, equivalentes a 20,82% da capacidade total.

O açude Novo Angicos, localizado no município de Angicos, acumula 3.662.813 m³, correspondentes a 86,28% da sua capacidade total, que é de 4.245.061 m³. O volume atual representa um aumento de 36,03% em relação ao levantamento anterior, quando o reservatório armazenava 2.133.065 m³, ou 50,25% da capacidade total.

A Barragem Campo Grande, em São Paulo do Potengi, também recebeu recarga e acumula 21.046.165 m³, equivalentes a 90,95% da sua capacidade total, que é de 23.139.587 m³. O volume atual é 33,33% superior ao registrado na última segunda-feira, quando o manancial acumulava 13.333.772 m³, correspondentes a 57,62% da capacidade total.

O número de reservatórios monitorados pelo IGARN com volumes inferiores a 10% da capacidade total diminuiu de 20 para 18 mananciais. São eles: Itans, em Caicó (0,06%); Sabugi, em São João do Sabugi (1,85%); Passagem das Traíras, em São José do Seridó (0,03%); Esguicho, em Ouro Branco (2,21%); Bonito II, em São Miguel (4,55%); Dourado, em Currais Novos (6,07%); Apanha Peixe, em Caraúbas (3,13%); Gangorra, em Rafael Fernandes (3%); Jesus Maria José, em Tenente Ananias (0,39%); Beldroega, em Paraú (4,45%); Tourão, em Patu (2,50%); Zangarelhas, em Jardim do Seridó (6,97%); Brejo, em Olho D’Água do Borges (0,29%); 25 de Março, em Pau dos Ferros (4,64%); São Gonçalo, em São Francisco do Oeste (3,28%); Mundo Novo, em Caicó (permanece seco); Inspetoria, em Umarizal (3,42%); e Lulu Pinto, em Luís Gomes (0,01%).

A Barragem Boqueirão de Parelhas, que estava entre os reservatórios com volume inferior a 10% da capacidade, também recebeu recarga das chuvas e passou a acumular 9.902.061 m³, equivalentes a 11,68% da capacidade total, que é de 84.792.119 m³. No início da semana, o manancial armazenava 7.787.884 m³, correspondentes a 9,18% da capacidade total.

Outro reservatório que registrou recarga foi o açude Carnaúba, no município de São João do Sabugi, que acumula 4.125.400 m³, correspondentes a 16,05% da sua capacidade total, de 25.710.900 m³. No levantamento anterior, o manancial estava com 2.437.040 m³, ou 9,48% da capacidade total.

A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado, acumula atualmente 997.687.211 m³, correspondentes a 42,04% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.000 m³. No relatório anterior, o volume registrado era de 1.000.833.576 m³, equivalentes a 42,17% da capacidade total.

Já a Barragem Santa Cruz do Apodi acumula 320.590.590 m³, o que corresponde a 53,46% da sua capacidade total, de 599.712.000 m³. Na última segunda-feira, o manancial registrava 321.012.200 m³, equivalentes a 53,53% da capacidade total.

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Chuvas devem ficar “dentro da normalidade”

Nuvens carregadas, imagem de prenúncio de chuva (Foto: Arquivo/Wilson Moreno/2023)
Nuvens carregadas, imagem de prenúncio de chuva (Foto: Arquivo/Wilson Moreno/2023)

Os meses de março, abril e maio devem registrar chuvas dentro da normalidade no Rio Grande do Norte. A previsão é da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (EMPARN), que também divulgou os volumes estimados para cada mesorregião do estado.

O boletim climático aponta que as chuvas devem permanecer dentro da média no trimestre, caso persistam nas próximas semanas as condições observadas de aquecimento no Oceano Atlântico Sul, resfriamento no Atlântico Norte e condição de La Niña fraca no oceano Pacífico.

Neste ano, os acumulados previstos para março e abril variam entre índices acima de 100 milímetros na região Agreste e valores superiores a 200 milímetros no Alto Oeste. Segundo a Emparn, as chuvas no período são provenientes do sistema meteorológico Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Previsão por mesorregião (em milímetros)

Oeste
Março: 197,5 mm
Abril: 180,2 mm
Maio: 101,4 mm

Central
Março: 155,1 mm
Abril: 150,2 mm
Maio: 71,5 mm

Agreste
Março: 119,2 mm
Abril: 133,0 mm
Maio: 91,0 mm

Leste
Março: 166,9 mm
Abril: 195,8 mm
Maio: 171,1 mm

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Complexo turístico do Relo e a benção das águas

Em Luís Gomes, Alto Oeste do RN, os primeiros sinais de inverno mostram as belezas da nascente do rio Mossoró no complexo turístico do Relo – nesta quarta-feira (04).

A natureza fica exuberante, imponente e também desafiadora para trilhas, rapel e a benção das águas.

🎥 @portalluisgomes

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Reservatórios armazenam apenas 36,66% da capacidade total

Boqueirão de Parelhas no Seridó chegou a 9,18% de sua capacidade (Foto: Igarn)
Boqueirão de Parelhas no Seridó chegou a 9,18% de sua capacidade (Foto: Igarn)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte atualiza dados sobre os reservatórios de água que monitora através do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN). Relatório divulgado nesta segunda-feira (02) aponta aumento no volume das reservas hídricas superficiais do estado, que acumulam 1.990.321.275 m³, correspondentes a 37,62% da capacidade total, estimada em 5.290.123.351 m³.

No levantamento anterior, divulgado em 23 de fevereiro, os reservatórios acumulavam 1.939.648.841 m³, equivalentes a 36,66% da capacidade total. O comparativo indica crescimento significativo nos volumes armazenados em decorrência das chuvas registradas nas últimas semanas.

Dinamarca verte e 35 reservatórios recebem recarga

A barragem Dinamarca, localizada no município de Serra Negra do Norte, atingiu 100% da sua capacidade e começou a verter (popularmente conhecida como “sangrar”) neste domingo (1º de março). O reservatório tem capacidade total de 2.724.425 m³ e, no relatório do dia 23 de fevereiro, acumulava apenas 226.088 m³, o equivalente a 8,30% da sua capacidade. O manancial é responsável pelo abastecimento público municipal.

Além da Dinamarca, outros 35 reservatórios apresentaram aumento nos volumes armazenados. O açude Novo Angicos, em Angicos, registrou aumento de 35,38%, passando de 631.426 m³ (14,87%) para 2.133.065 m³ (50,25%) de sua capacidade total, que é de 4.245.061 m³.

O açude Sossego, em Rodolfo Fernandes, teve incremento de 32,96%, acumulando atualmente 1.033.837 m³, o equivalente a 43,99% da sua capacidade total de 2.350.000 m³. No relatório anterior, o volume era de 259.275 m³ (11,03%).

Já o açude Japi II, em São José do Campestre, apresentou aumento de 30,29%, acumulando 8.986.149 m³, correspondentes a 43,52% da sua capacidade total (20.649.000 m³). O açude Pinga, em Cerro Corá, também registrou recarga expressiva de 26,24%, alcançando 2.931.135 m³, o equivalente a 74,16% da sua capacidade total, que é de 3.952.610 m³.

Situação dos maiores reservatórios

Entre os maiores mananciais do estado, a barragem de Barragem de Oiticica, segundo maior reservatório do RN, segue em processo de recarga. Atualmente acumula 168.705.076 m³, correspondentes a 22,72% da sua capacidade total de 742.632.840 m³. O volume representa aumento de 4,02% em relação ao dia 23 de fevereiro, quando o reservatório registrava 138.896.716 m³ (18,70%).

A Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado, acumula 1.000.833.576 m³, o equivalente a 42,17% da sua capacidade total de 2.373.066.000 m³.

Já a Barragem Santa Cruz do Apodi registra 321.012.200 m³ armazenados, correspondentes a 53,53% da sua capacidade total de 599.712.000 m³.

Reservatórios em estado de alerta

Apesar das recargas observadas, 20 reservatórios permanecem com volumes inferiores a 10% da capacidade total, configurando estado de alerta. São eles:

Boqueirão de Parelhas (Parelhas) – 9,18%;

Itans (Caicó) – 0,05% (estava seco no levantamento anterior);

Sabugi (São João do Sabugi) – 1,33%;

Passagem das Traíras (São José do Seridó) – 0,03%;

Esguicho (Ouro Branco) – 1,58%;

Carnaúba (São João do Sabugi) – 9,48%;

Bonito II (São Miguel) – 4,36%;

Dourado (Currais Novos) – 6,28%;

Apanha Peixe (Caraúbas) – 3,23%;

Gangorra (Rafael Fernandes) – 3%;

Jesus Maria José (Tenente Ananias) – 0,42%;

Beldroega (Paraú) – 4,65%;

Tourão (Patu) – 2,50%;

Zangarelhas (Jardim do Seridó) – 6,93%;

Brejo (Olho D’Água do Borges) – 0,29%;

25 de Março (Pau dos Ferros) – 4,38%;

São Gonçalo (São Francisco do Oeste) – 2,84%;

Mundo Novo (Caicó) – permanece seco;

Inspetoria (Umarizal) – 3,42%;

Lulu Pinto (Luís Gomes) – 0,01%.

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Barragem cheia tem comporta aberta

Segundo a Rádio Cabugi do Seridó, faltando poucos centímetros para transbordar, a comporta da Barragem Dinamarca, em Serra Negra do Norte, região Seridó, foi aberta no começo da tarde deste domingo 1º).

A capacidade total é de 2.373.066 m³ de água.

A última sangria da barragem foi em 24 de janeiro de 2025.

🎥 Lucas Vaqueiro.

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Chuvas fortes chegam a 140 milímetros

Choveu 140 milímetros em Lajes-RN, até o final da tarde desta sexta-feira (27).

Ruas, praças e avenidas alagadas, e uma ponte que divide os bairros Alto da Beleza e Alvorada, sob ameaça de desabamento. Eis o quadro hoje nesta cidade do Sertão Central.

A Defesa Civil interditou esse trecho, e vai aguardar as águas baixarem para averiguar melhor a situação.

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Barragem de Oiticica atinge 18,70% da sua capacidade total

Barragem de Oiticica apresenta um alento nas reservas hídricas (Foto: Igarn)
Barragem de Oiticica apresenta um alento nas reservas hídricas (Foto: Igarn)

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (IGARN), apresenta atualização do Relatório Volumétrico potiguar. Divulgação ocorreu nesta segunda-feira (23).

Veja as principais informações:

A Barragem de Oiticica, localizada no município de Jucurutu, segundo maior manancial do RN, acumula atualmente 138.896.716 metros cúbicos de água, o que corresponde a 18,70% de sua capacidade total de 742.632.840 m³. Este é o maior volume acumulado no reservatório desde a sua conclusão e início do seu monitoramento.

As reservas hídricas superficiais do Rio Grande do Norte acumulam 1.938.953.858 metros cúbicos, o que representa 36,65% da capacidade total de armazenamento dos mananciais monitorados no estado.

Entre os maiores reservatórios potiguares, a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior manancial do RN, acumula 1.005.038.239 m³ (42,35% da capacidade total). A Barragem  Santa Cruz do Apodi registra 321.012.200 m³ (53,53%), enquanto a Barragem Umari, no município de Upanema, soma 148.700.566 m³ (50,78%). Já o reservatório de  Poço Branco apresenta 69.770.458 m³, correspondendo a 51,30% de sua capacidade.

O monitoramento aponta ainda que alguns reservatórios permanecem com volume inferior a 10% da capacidade total. São eles: Boqueirão de Parelhas (Ministro João Alves) (8,59%), Itans (0,00%), Sabugi (1,03%), Passagem das Traíras (0,03%), Esguicho (1,49%), Carnaúba (1,34%), Bonito II (4,45%), Dourado (6,28%), Apanha Peixe (3,23%), Gangorra (3,00%), Jesus Maria José (0,48%), Beldroega (5,12%), Tourão (2,10%), Zangarelhas (7,03%), Brejo (0,24%), 25 de Março (4,38%), São Gonçalo (2,29%), Mundo Novo (0,00%), Inspetoria (3,45%), Dinamarca (8,29%) e Lulu Pinto (0,01%).

O IGARN segue realizando o monitoramento contínuo dos mananciais estratégicos, garantindo transparência na divulgação das informações e subsidiando a gestão eficiente dos recursos hídricos em todo o estado.

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Defesa Civil reforça medidas de segurança para chuvas

Alerta deixa equipe com atenção redobrada (Foto: PMM)
Alerta deixa equipe com atenção redobrada (Foto: PMM)

Nesta quinta-feira (12), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) atualizou as condições climáticas para a região de Mossoró. O município passou a integrar a faixa laranja, que corresponde ao grau de severidade “perigo”, com risco de fortes chuvas e ventos que podem chegar a 100 km/h.

Com o alerta, a Defesa Civil de Mossoró reforça à população as medidas de segurança que devem ser adotadas de forma preventiva, visando à proteção da população.

O Departamento de Monitoramento, Alerta e Desastres orienta a população a evitar lugares abertos, como estacionamentos, além de não permanecer em rios, lagos ou piscinas durante as chuvas.

A Defesa Civil também reforça a importância da população não descartar lixo ou entulhos próximos à rede de drenagem, bocas de lobo e canais. O lixo descartado de forma irregular pode obstruir a passagem da água da chuva, provocando alagamentos e inundações.

Em Mossoró, a Defesa Civil Municipal conta com canal de atendimento 24 horas por dia. Em caso de emergência, a população pode acionar as equipes por meio do telefone 199. A ligação é gratuita.

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RN é atingido por 4.740 raios em aproximadamente 24 horas

Núcleo de acompanhamento do fenômeno, da Cosern, cobre todo o RN (Foto: Neoenergia)
Maioria das descargas ocorreu na região Oeste (Foto: Neoenergia/Cosern)

O Rio Grande do Norte foi atingido por 4.740 raios em aproximadamente 24 horas (entre 17h da quarta-feira (4) e 15h da quinta-feira (5), conforme levantamento da Neoenergia Cosern com base em dados da Plataforma Climatempo. A maioria das descargas atmosféricas foi registrada no Oeste, região atingida por fortes chuvas na madrugada e início da manhã desta quinta-feira (5).

Somente em Mossoró caíram 555 raios no intervalo detalhado, seguida por Governador Dix-Sept Rosado, com 417 descargas atmosféricas e Upanema, com 285.

A maior ou menor incidência de raios está diretamente ligada às condições meteorológicas de cada região. Frequentemente, as precipitações são acompanhadas de trovões, relâmpagos e raios.

“O número de descargas atmosféricas nas últimas 24 horas chama atenção pelo alto volume. Como forma de prevenirmos ocorrências, somente de 2023 para 2025, ampliamos a instalação de para-raios em 64% em todas as regiões do estado como uma forma de ampliar a qualidade da energia distribuída, bem como a segurança da operação”, destaca Daniel Burgos, supervisor da Neoenergia Cosern. 

Em 2025

Com 43.832 quedas de raios ao longo de 2025, as regiões Oeste e Seridó do Rio Grande do Norte lideraram o ranking como as localidades com as maiores incidências desse fenômeno natural. Mossoró encabeçou a lista com 3.120 raios. Em seguida ficou Upanema, com 3.091 e Santana do Matos, com 2.195 casos. Os números foram levantados pela Neoenergia Cosern através da Plataforma Climatempo e mostraram que, de 2024 para 2025, houve redução de 55% no número global de descargas atmosféricas em todo o estado.

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Inverno se desenha com chuvas que não são animadoras

Segunda quinzena deste mês alimenta boa perspectiva de chuvas (Foto: Carmem Félix)
Segunda quinzena deste mês alimenta boa perspectiva de chuvas (Foto: Carmem Félix)

A Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN) divulgou a previsão climática para o trimestre deste ano, mais precisamente para os meses de janeiro, fevereiro e março. O prognóstico é de chuvas na categoria normal a abaixo do normal, segundo boletim emitido pelo setor.

A escassa ocorrência de chuvas na primeira quinzena de janeiro, ocorreu devido a Oscilação Intrassazonal Madden-Julian (OMJ) de forma desfavorável, condição que deve mudar na segunda quinzena, favorecendo a ocorrência das precipitações.

O documento ressalta também que janeiro e fevereiro são meses da pré-estação chuvosa, onde atuam sistemas meteorológicos de curta duração e baixa previsibilidade como os Vórtices Ciclônicos (VCANS), Linha de Instabilidades (LI) e Frentes Frias (FF) – que podem ou não trazer chuvas. O volume depende do posicionamento e das condições atmosféricas.

De acordo com o boletim climático, durante o mês de fevereiro, a atuação da Oscilação Intrassazonal Madden-Julian (OMJ) favorecerá a condição de ocorrência de chuvas nas primeiras semanas do mês. Para a segunda quinzena, a ocorrência de chuvas vai depender da atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Para março, considerado o mês mais chuvoso do primeiro trimestre do ano, as chuvas dependem diretamente das condições termodinâmicas dos Oceanos Pacífico e Atlântico.

Tendência de ocorrência de chuvas para janeiro a maio nas microrregiões do Rio Grande do Norte:

MESORREGIÃO    JAN/26    FEV/26      MAR/26

 

Oeste                   76,7 mm  116,5 mm   197,5 mm

Central                 59,3 mm   93,2 mm     155,1 mm

Agreste                45,9 mm   69,6 mm     119,2 mm

Leste                   59,8 mm    92,2 mm     166,9 mm

Estado                  60,4 mm   92,9 mm     159,7 mm

Para mais informações sobre meteorologia no Rio Grande do Norte, acesse:www.meteorologia.emparn.rn.gov.br

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Secretaria divulga acumulado de chuvas esperado para o 1º trimestre

Estimativa de chuvas é promissora (Foto: WIlson Moreno/Arquivo)
Estimativa de chuvas é promissora (Foto: WIlson Moreno/Arquivo)

A Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural (SEADRU) divulgou nesta terça-feira (23) a estimativa do acumulado de chuvas para o primeiro trimestre de 2026 em Mossoró. O volume pluviométrico é baseado em cálculo de chuvas registradas dos últimos 20 anos.

Segundo levantamento, para janeiro o volume esperado de chuvas é de 52,1 milímetros. Já para fevereiro, o estudo aponta 103,7 milímetros de acumulado, enquanto para março o volume esperado é de 183,4 milímetros.

“La Niña” é um fenômeno climático natural caracterizado pelo resfriamento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial na faixa 3.4, que proporciona chuvas intensas no Norte e Nordeste do Brasil.

A Zona de Convergência Inter Tropical (ZCIT) está se posicionando favorável a formação de nuvens. Os modelos meteorológicos mostram a presença do fenômeno “La Niña” com duração até o final do verão, que será no dia 20 de março, possibilitando o aumento da velocidade do vento e a instabilidade atmosférica.

“Os ventos ascendentes permitem que o vapor de água esfrie, condense e forme nuvens de chuvas”, explica o professor de Ciências Naturais, Alciomar Lopes.

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