Depois de duas semanas de investigação, a Polícia Federal (PF) não encontrou, até o momento, nenhum indício de que Adélio Bispo de Oliveira tenha agido a mando de uma segunda pessoa quando esfaqueou o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), conforme disse ao jornal Globo uma fonte que conhece o caso de perto.

Não há indicativo também de que Adélio tenha recebido ajuda de uma outra pessoa para cometer o crime, como chegou a ser especulado no início.
A Polícia Federal concluiu hoje a primeira parte da apuração e pediu prazo de 15 dias para apresentar relatório final do caso à Justiça Federal.
O incidente aconteceu em Juiz de Fora (MG), no último dia 6. Bolsonaro passou por procedimentos cirúrgicos e está internado no Hospital Albert Einstein, em processo de tratamento.
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