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Prefeita mantém secretaria sem titular há quase 6 meses

Do Blog Saulo Vale

Erbênia fica em duas secretarias; Gondim assume Esportes (Foto: Web)

Está no Jornal Oficial de Mossoró (JOM), desta quarta-feira (25), que foi ao ar hoje: A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) nomeou Erbênia Maria de Oliveira Rosado para a Secretaria Municipal de Finanças.

Ela é titular da Secretaria de Administração. Acumulará as duas pastas.

Nomeou também Aldo Gondim para a Secretaria de Esportes, que já respondia pela pasta, quando era ligada à Secretaria de Educação.

Já a Secretaria de Agricultura segue sem titular. O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Lahyre Rosado Neto (PSB), foi designado para responder pelas duas pastas, de maneira interina.

Mais cargos

Essas três secretarias foram criadas com a Reforma Administrativa, promovida pela gestão Rosalba Ciarlini: Finanças foi desmembrada de Administração; Esportes, de Educação; Agricultura, de Desenvolvimento Econômico.

Também foi nomeada Maria Amélia de Queiroz para a assessoria especial do Gabinete da Prefeita. Até então, ela respondia pela assessoria de gestão estratégica. Ainda há dois cargos de assessores especiais do Gabinete da Prefeita sem nomeações. Essas três assessorias também foram criadas na última Reforma Administrativa.

Nota do Blog Carlos Santos – A pasta da Agricultura está sem titular desde o dia 1º de fevereiro deste ano, ou seja, quase seis meses. Isso, em pleno período de inverno e Mossoró possuindo a maior zona rural do estado, em pleno semiárido.

Incrível também, que tenha sido promovida uma “reforma administrativa” a toque de caixa, tramitando velozmente na Câmara Municipal de Mossoró, mas 23 dias depois quase nada esteja efetivado. A reforma foi aprovada dia 3 deste mês e só agora parte dos cargos é ocupada e assim mesmo, com dois secretários acumulando quatro secretarias.

Como justificar tamanha falta de organização e planejamento? Francamente.

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Secretaria está sem titular há mais de dois meses

Do Blog do Barreto

A Prefeitura de Mossoró está sem titular na Secretaria executiva de Agricultura e Recursos Hídricos de Mossoró desde 1º de fevereiro quando Anne Katherine de Holanda Bezerra pediu exoneração para assumir o cargo de professora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Depois de muito tempo a cidade começa a ter chuvas e alguém à frente da pasta seria fundamental para atender a maior Zona Rural do Rio Grande do Norte.

Desde que ela deixou o cargo, o secretário municipal de desenvolvimento econômico, Lahyre Rosado Neto, acumula as pastas.

Nota do Blog Carlos Santos – Tudo isso num ano de provável consolidação de inverno, num município que tem a maior extensão rural do estado, espaço extremamente complexo com distritos, comunidades, assentamentos, pequenos lugarejos, estradas vicinais sofríveis, precariedade no abastecimento de água e outros problemas.

Francamente!

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Gestão Rosalba começa com foco negativo na mídia nacional

Por João Pedro Pitombo e João Marques (Folha de São Paulo)

Não começa bem a imagem no país da quarta administração à frente da Prefeitura de Mossoró, da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP). Hoje (segunda-feira, 9), o jornal Folha de São Paulo tem reportagem especial sob o título “Empossados, novos prefeitos nomeiam parentes para secretarias”.

Boxe com organograma de gestão familiar de Rosalba é um dos destaques da reportagem do Folha (Arte Folha)

Na matéria, há um trecho destacando a decisão de Rosalba de nomear quatro parentes para quatro das 14 secretarias da municipalidade, além de ser editar um boxe (veja acima) com esse organograma familiar.

Veja o que diz a Folha sobre o início da gestão:

Ex-governadora do Rio Grande do Norte entre 2011 e 2014, Rosalba Ciarlini Rosado (PP) assumiu a prefeitura de Mossoró nomeando parentes em 4 das 14 secretarias. Carlos Eduardo Ciarlini Rosado virou secretário-chefe do Gabinete Civil e Lorena Ciarlini Rosado assumiu a pasta de Desenvolvimento Social. Ambos são filhos da prefeita.

Também foram contemplados parentes de outros políticos da família. Lahyre Rosado Neto, filho da ex-deputada Sandra Rosado, prima da prefeita, assumiu a pasta de Desenvolvimento Econômico. Para a Agricultura, foi nomeada Katherine Rosado, mulher do deputado federal Beto Rosado, sobrinho de Rosalba.

São citados casos semelhantes e até mais aberrantes, do emprego de parente em cargos comissionados, em vários outros municípios espalhados pelo país, como em Montadas-PB. Na gestão de Jonas de Souza (PSD), que acaba de tomar posse na prefeitura, sete dos nove secretários têm o mesmo sobrenome do prefeito. Todos parentes: a mulher, três irmãos, um tio e dois primos.

“As nomeações para a chefia de pastas aconteceram em cidades de médio porte, como Mossoró (RN) e Itabuna (BA), e em municípios menores. E contemplaram sobrenomes tradicionais da política, como os Rosado (RN) e os Donadon (RO)”, aponta o Folha de São Paulo.

Por ser considerada uma nomeação política, a prática é permitida, de acordo com súmula do STF (Supremo Tribunal Federal). Caso típico do que é endossado como “legal”, para dar verniz de moralidade ao gestor.

Auxiliar para filho

Os prefeitos de Mossoró, Vilhena, Caxias (MA) e Santana (AP) foram procurados pelo jornal para se pronunciarem, mas não responderam à reportagem. Outros o fizeram.

Na Bahia, o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes Oliveira (DEM), seguiu a cartilha: nomeou a mulher Sandra Neilma para a secretaria de Ação Social, o sobrinho Dinailson Gomes para a Administração e o filho Sérgio Oliveira para o Trânsito.

Esse, sem nenhuma experiência ou formação na área, terá para lhe auxiliar “um engenheiro de tráfego para o cargo de subsecretário”, garantiu o prefeito e pai.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do Blog – Já assinalamos e repetimos: Rosalba tinha tudo para começar seu quarto governo ousando, até para atender às exigências dramáticas da gestão.

Mas repete o que o antecessor fazia (Francisco José Júnior-PSD) e sucumbe às pressões políticas de grupos e subgrupos, além do varejo de compadrio.

A tentação da carne, também, não é de bom alvitre. Não deixa de ser imoral, por ter selo de legalidade dado pelo sinuoso STF. Não é a mídia local – ou “intriga da oposição” – que enfoca essa distorção. É a mídia nacional.

Ela e sua equipe não podem errar. A Mossoró do ‘andar de baixo’ não aguenta mais tanto sofrimento.

Veja AQUI a equipe formada pela nova prefeita.

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Governo investe R$ 95,7 mil em qualificação para emprego

O vereador mossoroense Lahyre Rosado Neto (PSB), o “Lahyrinho”, contesta informações do deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), que em depoimento ontem, na Assembleia Legislativa, destacou o papel da Prefeitura de Mossoró no fomento aos empregos  no município.

Veja o que disse o deputado, clicando AQUI.

A réplica de Lahyrinho é contundente. Números oficiais, da própria prefeitura, provam outro equívoco do deputado, marido da prefeita de direito, Fátima Rosado (DEM).

Veja o que expõe o vereador:

“Carlos, me perdoe o deputado, mas afirmar que em Mossoró há empenho para qualificação da mão-de-obra é tripudiar com o sofrimento dos mais necessitados que não têm emprego exatamente pela falta de políticas públicas para o setor”.

E continua sua exposição: “Se não, vejamos alguns dados do Portal da Transparência da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Vejamos estes gastos de 2011:

2029 – DIVULGAÇÃO E PUBLICIDADE DOS ATOS GOVERNAMENTAIS. R$ 6.381.916,14
1110 – PAISAGISMO E ARBORIZAÇÃO R$ 1.690.794,78.
1009 – MOSSORÓ CIDADE JUNINA R$ 3.079.277,46
1010 – FESTA DA LIBERDADE R$ 1.960.056,52

E estes gastos de 2011:

1019 – QUALIFICAÇÃO PARA O TRABALHO E O EMPREGO R$ 95.784,87

Depois de ver estes números, podemos dizer que há preocupação com qualificação da mão-de-obra em Mossoró?

Os empregos gerados em Mossoró foram para mossoroenses? Sei de várias empresas que trazem funcionários de fora.

Sistema S (Senac, Sebrae, etc), IFRN e algumas empresas, estes sim, têm feito a qualificação dos mossoroenses.

Não ando com o deputado, mas acredito que ele não tem conversado com a população mais carente de Mossoró. Caso contrário não diria que “esse é o jeito certo.

Aliás, sugiro ao deputado que faça essa pergunta às pessoas que precisam esperar 2 anos por uma ressonância magnética, quem não encontra o remédio no posto de saúde, quem precisa andar de ônibus, quem mora nas favelas do Tranquilim, Fio ou Sem Terra, aos milhares de jovens que não conseguem emprego, dentre muitos outros mossoroenses que não conseguem aproveitar essa “multiplicação dos pães” que alguns poucos têm conseguido…”