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Sebo Vermelho é um fenômeno nacional na edição de livros

Abimael Silva, condutor do Sebo Vermelho em Natal (Foto: Magnus Nascimento)
Abimael Silva, condutor do Sebo Vermelho em Natal (Foto: Magnus Nascimento/Arquivo)

A editora Sebo Vermelho de Natal está beirando os 40 anos de existência com uma marca impressionante de lançamentos literários. Nesse período, já deu ao mundo mais de 650 livros, com importantes resgates.

Um feito nacional que deve ser creditado ao seu comandante-em-chefe: Abimael Silva.

Gigante.

Marcelo Alves lança dois livros que mergulham na cultura francesa

Marcelo Alves é natural de Natal (Foto: cedida)
Marcelo Alves é também colaborador dominical do BCS (Foto: Arquivo)

É nesta segunda-feira (24), às 18 horas, na Aliança Francesa de Natal, Rua Potengi, 459, Petrópolis, em Natal, o lançamento dos livros Essais Français e Littératures Françaises.

Os títulos são de Marcelo Alves Dias de Souza, membro Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANRL), procurador regional da República e também colaborador dominical do Blog Carlos Santos.

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Marcelo Alves apresenta publicações bilíngues (francês e português), com uma contendo ensaios e outra formatada editorialmente com crônicas e artigos sobre a literatura francesa. Tudo que for arrecadado será destinado à bolsa de estudo de alunos de baixo poder aquisitivo, que estudam na Aliança Francesa.

Emmanuel Lenain, embaixador francês no Brasil, confirmou presença no evento.

Nota do BCS – Sucesso, Marcelo. Sempre bom demais esse seu entusiasmo e notório conteúdo, ofertando ao mundo conhecimento, extraído do seu apetite literário e densa cultura.

Um escritor e seu folhetim que faz história no mundo virtual

Por Carlos Santos

Escritor polígrafo, Marcos Ferreira de Sousa nasceu aos 10 de abril de 1970 em Mossoró (RN), onde reside desde sempre. Tem figurado entre as primeiras colocações de alguns importantes concursos literários no país.

Com a obra “A Hora Azul do Silêncio” venceu os “Prêmios Literários Cidade de Manaus”, na categoria Melhor Livro de Poesia. Além do folhetim “A Cidade que Nunca leu um Livro” (romance publicado aos domingos no Canal BCS), possui obras inéditas nos gêneros conto, romance, poesia e crônicas.

Marcos Ferreira é escritor de origem mossoroense com vários prêmios literários (Foto: arquivo)
Marcos Ferreira é escritor de origem mossoroense com vários prêmios literários (Foto: arquivo)

Autodidata, Marcos atuou na imprensa mossoroense, onde desempenhou as funções de revisor, copidesque, repórter e editor de cultura. Entre outras distinções, foi laureado com os prêmios “José Cândido de Carvalho” (Categoria Contos); “Prêmio Petrobras de Literatura Prata da Casa”, edições do Rio de Janeiro e Salvador (Categoria Poesia); e o “Prêmio Vinicius de Moraes” (Categoria Sonetos), promovido pela editora Companhia das Letras.

Abaixo, um bate-papo com ele em relação a uma experiência inusitada: a produção de romance em série, como nos antigos folhetins, albergado em nossa página ao longo de 22 semanas:

Pelo visto, “A cidade que nunca leu um livro”, concluído no domingo passado (veja AQUI), é o primeiro romance publicado em suporte digital e em série na imprensa potiguar, talvez do País. Como você avalia essa experiência?

Não tenho conhecimento quanto ao ineditismo ou não. Mas acho que isso é uma consequência dos novos tempos, especificamente da blogosfera e das redes sociais. Trata-se de uma linha tão peculiar quanto plural. São os tempos irreversíveis das plataformas eletrônicas e esse é um caminho sem volta. Os veículos impressos tiveram a sua longa e apaixonante época, contudo agora os poucos que restaram vivem a debacle, a asfixia econômica, o crepúsculo de suas edições em papel-jornal. Outros romances digitais, a exemplo de “A Cidade que Nunca eu um Livro”, logo surgirão e esse é um processo que vem desde longa data quando do apogeu dos folhetins publicados nos jornais impressos, momento em que se destacaram, entre outros, grandes vultos da literatura brasileira como Joaquim Manuel de Macedo, José de Alencar e Machado de Assis.

Marcos, um romance virtual, ou seja, em plataforma diferente do livro físico, é uma experiência incomum para nós do Canal BCS e acredito que para você também. Como nasceu a ideia?

Marcos tem planos para novos lançamentos (Foto: arquivo)
Marcos tem planos para novos lançamentos (Foto: arquivo)

Eu comecei literalmente do zero, não tinha nada pronto ou em andamento. Num determinado dia, então, eu sentei para escrever a minha habitual crônica que eu veiculava aos domingos no Canal BCS e aí, como o texto é um bicho cheio de vontades próprias, eis que eu senti que aquela suposta crônica havia descambado para algo diferente, uma coisa que me pareceu muito mais um conto ou capítulo de um romance do que propriamente uma simples crônica. Foi aí que tudo começou. Mesmo vivenciando a gangorra da minha saúde instável, eu fiz a minha estreia como folhetinista no Canal BCS e arquei com a responsabilidade de todo domingo ter um novo capítulo de romance para apresentar ao público leitor e, se possível, mantê-lo interessado na trama.

A construção de personagens, a narrativa, o esforço para prender o webleitor e o fio de ligação entre uma publicação e outra, entre um domingo e outro, são dificuldades enormes à produção, não temos dúvidas. O escritor na plataforma virtual é um novo caminho?

Sem dúvida. A plataforma digital, espaço em que o ficcionista recebe a pressão de fazer o dever de casa chova ou faça sol, é um desafio muito maior do que aquele vivido por um literato que está isento dessa cobrança e escreve, digamos assim, quando se sente inspirado. O escritor que surfa na crista da onda da plataforma digital tem que lidar com uma cobrança muito maior, tanto de si próprio quanto dos webleitores cuja atenção ele despertou.

O romance é um gênero muito disseminado há séculos no mundo. No Brasil, ele ganhou forma no século 19, com popularização em jornais impressos, em capítulos, o chamado “folhetim”. O Canal BCS e você dão ao leitor cibernético, plugado, on-line, uma experiência que resgata esse período. Como é viver essa realidade virtual?

Digo sem nenhuma economia ou excesso de vaidade que “A Cidade que Nunca leu um Livro”, pelas características já expostas e que envolvem o compromisso de um capítulo semanal para continuar alimentando o fogo da criatividade, foi, até aqui, o projeto mais ousado e desafiador a que me lancei e me propus a realizar. E agora, encerrando essa trama da personagem Jaime Peçanha após vinte e dois capítulos seriais, não posso negar, particularmente, o gostinho de vitória, o sentimento da missão cumprida.

Tivemos webleitores acompanhando o romance “A Cidade que Nunca leu um Livro” de vários estados do país e diversos municípios do RN, conforme dados de nossa estatística. Como você lida com essa interação ‘estranha’, digamos assim, diferente do que o livro físico proporciona?

Primeiramente, antes que digam que eu não falei das flores, essa é uma notícia que me surpreende de maneira muito positiva. Eu não tinha ideia de que minha história contasse com toda essa audiência. Acho que isso é o coroamento (e aí entram as flores) de um texto e de uma trama produzidos com muita seriedade e respeito aos webleitores de um modo geral. Pois é sempre vital, imprescindível, respeitar o leitor (no caso, webleitor) e coroá-lo com o que podemos oferecer de melhor em matéria de literatura.

Você considera possível a maior difusão do romance e outros gêneros literários por meio dessa infovia e suas diversas plataformas, como o blog, Instagram, Facebook etc?

Não tenho a menor dúvida quanto a isso. Tanto que passei muitos anos sem publicar uma só vírgulas nos jornais impressos, quando ainda existiam jornais impressos em Mossoró, exceção para o De Fato, mas aí eu voltei a escrever com periodicidade semanal graças ao BCS — Blog Carlos Santos. A infovia está aberta para todos os gêneros e expressões de arte literária, inclusive o romance. Quanto ao meu retorno a escrever, existe algo que o Canal BCS me ofereceu que outros não ofertaram: motivação.

No universo criativo, no campo das artes, da literatura à pintura, passando por escultura e outras manifestações artísticas, muitos feneceram sem experimentar o gosto do sucesso de público e o mínimo de bem-estar à vida pessoal. Costumo dizer, usando adágio popular, que “quem incha com bafo (elogios) é cuscuz.” Isso o incomoda e o angustia?

A hora azul do silêncio à venda na Amazon, para leitura virtual (Reprodução)
A hora azul do silêncio à venda na Amazon, para leitura virtual (Reprodução)

A mim tal patologia (a da vaidade do cuscuz) não acomete. Possuo certa vaidade, sim, mas esta é no tocante a produzir alguma coisa em matéria de literatura e tomar conhecimento de que algumas pessoas estão gostando. Então, levando-se em conta o meu tipo de vaidade, não tenho nenhuma bigorna pesando na consciência. Não sou, muito menos, aquele tipo de literato que tem que dormir de beliche: ele embaixo e o ego em cima.

Quais os próximos planos literários de Marcos Ferreira?

Antes de responder a esta pergunta, quero agradecer aos webleitores que têm me acompanhado no Canal BCS. Agora, sem querer contar vantagem, no entanto me permitam um tiquinho de imodéstia, possuo um certo número de livros inéditos e que não estão expostos nas prateleiras das livrarias e quejandos simplesmente porque não tenho grana para a autopublicação. “A Cidade que Nunca leu um Livro”, por exemplo, é um romance que gostei de escrever e que eu gostaria de vê-lo publicado em livro físico. Quanto aos meus próximos planos literários, o que pretendo fazer é continuar escrevendo. Isto porque, bem ou mal, não há outra coisa que eu saiba fazer melhor do que escrever. Por falta de habilidade em ofícios diversos, portanto, escrevo.

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Por entre livros, agradeço e convido

Por Marcelo Alves

A mistura do direito com a literatura já me deu muitos presentes. Abriu enormemente meu horizonte cultural. Isso é certo. A imersão diária na literatura melhorou deveras o meu português, inclusive o jurídico. Com textos mais concisos (à moda inglesa). Mais distantes do enfadonho “juridiquês”. Mais gostosos de ler, posso dizer. E, claro, essa interdisciplinaridade tornou o meu aprendizado do direito mais suave e lúdico.Dois livros - lançamento dia 7 de julho de 2022, pelo procurador regional federal Marcelo Alves Dias de Souza

Aliás, eu até já disse que, em momentos de dificuldade, a literatura me salvou. As artes, em geral. Os livros, os filmes, seus autores e suas personagens foram frequentemente os meus companheiros. E tornaram a vida menos difícil.

Mais concretamente, na época do meu doutorado no Reino Unido, no King’s College London – KCL, em concomitante colaboração com crônicas/artigos para o jornal Tribuna do Norte, essa mistura direito e literatura, com quase igual intensidade, me rendeu três livros: “Ensaios ingleses” (2011), “Retratos ingleses” (2012) e “Códigos ingleses” (2013).

RECEBO AGORA NOVÍSSIMOS PRESENTES, o conjunto dos quatro livros que estou lançando este ano de 2022, em coedição da Livros de Papel e da Impressão Gráfica e Editor: “Literaturas”, “Entre livros”, “Novos ensaios” e “Pequena filosofia”. Eles, os novos livros/presentes, contam muito do meu passado, retratam razoavelmente o meu presente e profetizam (até onde acreditamos que controlamos o destino) um pouco do meu futuro.

Os livros são fruto de quase dez anos de artigos/crônicas publicadas semanalmente na Tribuna do Norte (de Natal/RN) e, mais recentemente, no Diario de Pernambuco (de Recife/PE). Recolhi apenas textos inéditos em livros. E separei-os em duas grandes temáticas: literatura e filosofia (geral ou do direito).

Eles têm suas qualidades. E têm, também, inúmeros defeitos. Contentemo-nos com o que alcançamos. Sejamos felizes assim. Afinal, já advertia o nosso Vicente de Carvalho (1866-1924), “Essa felicidade que supomos/Árvore milagrosa, que sonhamos/Toda arreada de dourados pomos/Existe, sim: mas nós não a alcançamos/Porque está sempre apenas onde a pomos/E nunca a pomos onde nós estamos”.

De toda sorte, outras pessoas devem ser também debitadas ou creditadas pelos defeitos e pelas qualidades dos presentes que ora recebo.

Institucionalmente, os já citados Tribuna do Norte e Diario de Pernambuco. O King’s College London – KCL, onde essa viagem de escrever começou. O Ministério Público Federal, onde tudo sempre foi. E as Academias Norte-Rio-Grandense de Letras – ANRL e de Letras Jurídicas do Rio Grande do Norte – ALEJURN, onde alegremente me meti.

Cecília Balaban, Tales Guerra, Mário Ivo Cavalcanti, Gustavo Lamartine, Felipe Melo e Avelino Lourenço, que deram arte a estes livros. E Vicente Serejo, Gaudêncio Torquato, Edilson Pereira Nobre Júnior e Luiz Alberto Gurgel de Faria, que me honraram com as apresentações/prefácios das obras.

Os meus pais, José Dias e Maria de Lourdes, sempre. Christyane, companheira frequentemente paciente. O nosso fiel cãopanheiro Capote, este, sim, invariavelmente paciente. O cada vez maior João, que perde o seu papai, todos os dias, para essa qualidade/defeito de escrever diuturnamente.

E o Criador, autor derradeiro de tudo, que permitirá o lançamento de dois dos livros – “Literaturas” e “Entre livros” – na semana que se inicia, no dia 7 de julho de 2022, às 18 horas, na Academia Norte-Riograndense de Letras, na Rua Mipibu, 443, bairro de Petrópolis, Natal/RN.

Bom, como retribuição aos mimos, a partir da colaboração dos futuros leitores, o valor arrecadado com a venda dos livros será integralmente doado para instituições de caridade. 

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador regional da República e doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL

Marcelo Alves lançará livros na Academia Norte-rio-grandense de Letras

Dois livros - lançamento dia 7 de julho de 2022, pelo procurador regional federal Marcelo Alves Dias de SouzaDepois de rodar o mundo para falar sobre livrarias e bibliotecas, o escritor, Procurador Regional da República e Acadêmico da Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANRL), Marcelo Alves Dias de Souza, se volta aos livros que leu.

O autor reúne em quatro livros, divididos em duas coleções, seu pensamento e crítica na área de literatura e filosofia. O primeiro conjunto reúne as obras “Literaturas” e “Entre Livros” e será lançado no dia 7 de julho, às 18hs, na ANRL, Rua Mipibu, 443 – Petrópolis, Natal/RN.

Filosofia

Já o pacote “Filosofia” (com os livros “Novos ensaios” e “Pequena filosofia”) será lançado em setembro. “Toda a renda será revertida para instituições beneficentes”, adianta o autor.

Além do momento ativo na escrita, o procurador Marcelo Alves também foi um dos eleitos para compor a lista sêxtupla para o cargo de desembargador no Tribunal Regional Federal da 5ª região (TRF).

A lista, agora, está no TRF, a quem competirá a elaboração da lista tríplice em sessão ordinária no dia 13 de julho.

Dominicalmente, Marcelo Alves também integra nossa equipe de colaboradores escrevendo crônicas e artigos.

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Autores locais ganham espaço para lançamento de seus trabalhos

Aberta na terça-feira (3), a 16ª edição da Feira do Livro de Mossoró (FLM) tem prosseguimento nessa quinta-feira (5) com uma sequência de atrações, valorizando também autores nativos. O evento funciona no Campus Central da Universidade do Estado do RN (UERN) de 9 às 21h, até à próxima sexta-feira (6).

16ª Feira do Livro de Mossoró acontecerá até à próxima sexta-feira (Foto: Jean Lopes)
16ª Feira do Livro de Mossoró acontecerá até à próxima sexta-feira (Foto: Jean Lopes)

Diversos autores potiguares têm espaço na programação para divulgação e lançamento dos seus livros. Alguns estão estreando e outros já são conhecidos do público.

Os lançamentos e as sessões de autógrafo acontecem no Espaço do Autor – nos turnos da tarde e noite. Estão agendados mais de 20 momentos para esses encontros ao longo dos quatro dias de feira.

Alguns dos nomes que estão no Espaço do Autor:

– Walter Silva (dia 05/05 – 16h) – Livro: “A gorda; beleza visível e invisível”

 César Guimarães e Symara Tâmara (dia 05/05) – Livros: “Réu do amor confesso e Infinita tarde finda”

 Marcos Vinicius (dia 06/05 – 16h) – Livros “A menina e o balanço e Contos da Boca da Noite”.

Autores da Uern

Com a Feira do Livro acontecendo dentro da Uern, as obras acadêmicas também ganharam uma programação especial no evento. Todos os dias, às 19 horas, professores e alunos da da instituição autografam e divulgam suas publicações no Espaço do Autor.

Fluxo de estudantes é um alento à literatura, conhecimento e lazer de bom nível (Foto: Jean Lopes)
Fluxo de estudantes é um alento à literatura, conhecimento e lazer de bom nível (Foto: Jean Lopes)

Mais de 700 mil pessoas já visitaram a feira ao longo das suas 15 edições. A Feira do Livro de Mossoró surgiu em agosto de 2005 com o objetivo de incentivar o hábito da leitura de uma maneira divertida e espontânea. Este ano, participam do evento 15 livrarias e editoras do Rio Grande do Norte e de outros estados do Brasil.

A 16ª edição da Feira do Livro de Mossoró conta com o patrocínio do Governo do RN e da Progresso Atacado, através da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura.

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Feira do Livro terá mais de 15 lançamentos

Rosângela Lima é uma das autoras (Foto: divulgação)
Rosângela Lima é uma das autoras (Foto: divulgação)

Confirmada a realização da 16ª Feira do Livro de Mossoró, muitos autores potiguares garantiram um espaço na programação para divulgação e lançamento dos seus livros. Alguns estreiam e outros já são conhecidos do público.

Os lançamentos e as sessões de autógrafo irão acontecer no Espaço do Autor – nos turnos da tarde e noite. Estão agendados mais de 15 momentos para esses encontros ao longo dos quatro dias de feira.

Alguns dos nomes que estarão no Espaço do Autor:

– Dalva Caroline (dia 03/05 – 17h) – Livro: “Versos molhados para os meus olhos marejados”;

– Rosângela Lima e Guilherme Barroso (dia 04/05 – 17h) – Livros: “Autismo: das incertezas à vitória” e “O menino que brincava com os dedos”;

– Walter Silva (dia 05/05 – 16h) – Livro: “A gorda; beleza visível e invisível”;

– César Guimarães e Symara Tâmara (dia 05/05) – Livros: “Réu do amor confesso e Infinita tarde finda”;

– Marcos Vinicius (dia 06/05 – 16h) – Livro: “A menina e o balanço e Contos da Boca da Noite”.

Com a Feira do Livro acontecendo dentro da UERN, as obras acadêmicas também ganharam uma programação especial no evento. Todos os dias, às 19 horas, professores e alunos da UERN estarão autografando e divulgando suas publicações no Espaço do Autor.

A 16ª Feira do Livro de Mossoró acontecerá no período de 03 a 06 de maio (terça à sexta-feira), das 9h às 21h, no Campus Central da Universidade do Estado do RN (UERN). Participarão da feira 15 livrarias e editoras do Rio Grande do Norte e de outros estados do Brasil.

O evento conta com o patrocínio do Governo do RN e da Progresso Atacado, através da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura.

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Tarcísio Gurgel e Kydelmir Dantas lançam livro hoje

Trio Mossoró em livro (Foto: reprodução)

Do Blog Túlio Ratto

Acontece nesta quinta-feira (23), no Temis Bar Balcão Club, a partir das 18h, os lançamentos dos livros “Deífilo Gurgel no reino da poesia, no reino do Folclore”, de Tarcísio Gurgel e “Trio Mossoró, uma antologia”,do pesquisador, agrônomo e poeta Kydelmir Dantas.

As obras fazem parte da Coleção Presença, da 8 Editora e Caravela Selo Cultural, e conta com o apoio da Offset Gráfica.

O Temis Bar Balcão Club fica na sede do América, na Av. Rodrigues Alves, no Tirol.

Serviço

Lançamento da coleção Presença.
Hoje, 18h.
Local: Temis Clube, Sede do América
Av. Rodrigues Alves, 950, Tirol – Natal.

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