O médico ortopedista Manoel Fernandes faz um resumo triste e emblemático, da relação entre a terceirizada denominada de “Sociedade de Ortopedia de Mossoró (SOM)” e a Prefeitura Municipal de Mossoró. Na gestão Francisco José Júnior (PSD) e no atual governo Rosalba Ciarlini (PP), o cenário é de claro desrespeito aos profissionais e, em especial, aos pacientes.
Veja abaixo o que ele diz ao Blog Carlos Santos, em números, para se ter uma ideia mesmo superficial do ocaso e descaso na Saúde:
Manoel Fernandes já tinha alertado sobre caos (Foto: Web)
Falando em terceirizadas! A Sociedade de Ortopedia de Mossoró realizou mais de 130 procedimentos cirúrgicos em 2016, pelo contrato com a Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Mossoró.
Não foi pago nenhum!
Prestou plantões nos meses de setembro, outubro, novembro de 2016 e janeiro de 2017.
Não foi pago nenhum deles!
Existem cerca de 400 pacientes aguardando cirurgias em casa. Todos estão sequelados!
A Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte teve seu serviço em ortopedia fechado.
O PAM (Posto de Atendimento Médico) do bairro Bom Jardim tem um ortopedista.
Estamos entregue a Deus!
Manoel Fernandes (médico).
No dia 1º de fevereiro (veja AQUI), uma postagem já revelava a dimensão desse problema para médicos e principalmente a população.
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Parece-me que o Secretário de Saúde de Mossoró, Benjamim Bento, quer realmente reduzir (veja AQUI) toda a equipe Médica das UPA’s (Unidades de Pronto-Atendimento), respaldado em critérios do SUS (Sistema Único de Saúde), não baseado em número de atendimentos/dia.
Realmente é o que deve servir de norteamento para reduzir ou aumentar número de profissionais de Saúde em uma unidade de atendimento tipo UPA (que atende casos de urgência).
E, agora com advento da invernada, os casos de doenças virais deve aumentar!
Outra redução digo, extinção, é o serviço de Trauma/ortopedia que funcionava na UPA do Belo Horizonte, onde era realizado quase 100 atendimentos dia!
Cirurgias suspensas desde setembro de 2016.
Pode se dizer que Mossoró está em estado de calamidade. Há uma fábrica de sequelados com produção diária que só aumenta (veja AQUI).
Deus nos proteja e nos guarde em casa!
Manoel Fernandes – Médico Ortopedista.
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A Saúde é área nevrálgica na administração Rosalba Ciarlini (PP). O médico ortopedista Manoel Fernandes atesta isso, em depoimento ao Blog Carlos Santos.
Faz relato da realidade de hoje no setor, em Mossoró, início do segundo mês da administração da prefeita e médica Rosalba:
O Governo Rosalba pega a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) do bairro Belo Horizonte sem Plantão da ortopedia em fevereiro!
Há quatro meses de atraso. Os médicos pararam hoje!
No PAM do Bom Jardim (Centro Clinico Professor Vingt-un Rosado) também não há atendimentos nessa especialidade! As cirurgias eletivas têm uma lista de espera de mais de 300 pacientes (já sequelados, ou aleijados!).
O Secretário de Saúde, enfermeiro Benjamim Bento, tomou conhecimento desses fatos! Mas, ele diz que não há recursos para dar continuidade a esses serviços!
Segue a fábrica de sequelados “made in Mossoró”, onde por dia ocorre cerca de 30 acidentes envolvendo motocicletas!
No Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) há internados 30 pacientes! Desses, dez idosos com fraturas de fêmur. Aguardam cirurgias há 40 dias!
Uns pedem para aguardar em casa! Mas os que ficam, estão entregues…
Pedir a Deus uma luz! É o que nos resta!
Manoel Fernandes – Ortopedista.
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Finalmente terminou o calvário de dona Odethe Câmara, que ficou internada no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) por mais de 40 dias, à espera de uma cirurgia do fêmur.
Na última quinta-feira (7), ela passou por cirurgia na Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), em equipe comandada pelo ortopedista Manoel Fernandes.
Seu pós-operatório é bastante satisfatório, além de uma lucidez que espanta a todos que a conhecem.
Com 90 anos de idade, dona Odethe Câmara teve suporte de um rol de amigos e pessoas da sociedade que se sensibilizaram com seu drama, como o advogado Tarcísio Jerônimo, que provocou o Ministério Público e Justiça à cata de providências urgentes.
Veja postagem do Blog no dia 23 de dezembro passado, quando tratamos do caso (veja AQUI).
Nota do Blog – Recebi a notícia por telefone. Uma sobrinha de dona Odethe adiantou-me a boa nova.
Depois quero conhecê-la pessoalmente, para botarmos a prosa em dia.
No Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) a situação não é diferente do que o corre no Hospital da Mulher (veja AQUI eventuais soluções para crise nesse hospital)!
Na Clínica de Ortopedia e Traumatologia, dos 124 plantões da escala, 100 são dados pela clinica!
E, já com 60 dias de atraso!
Os meses de janeiro e fevereiro não foram pagos!
Se até o fim do mês de março não ocorrer pagamento, será suspensa a escala a partir de 1/4/2015.
Noventa dias de atraso é o limite legal é possível!
Um fracasso de público, mas um êxito quanto ao nível de discussão. É assim que pode ser medida a reunião ampliada para discussão sobre problemas da Saúde em Mossoró, ocorrida no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional de Mossoró, à noite dessa quarta-feira (24).
A iniciativa foi promovida por um elenco de entidades e instituições privadas, públicas e filantrópicas que compõem parte do sistema de Saúde em Mossoró. Ao final, ficou a disposição de se produzir uma “Carta de Mossoró” à apresentação a representantes da classe política, Estado, Município e União, além de concorrentes ao Governo do Estado. Um ponto de convergência: ou todos se unem, ou Mossoró terá saúde pública/privada inviabilizada completamente.
Poucas pessoas prestigiaram a reunião, como os vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale (Foto: extraída do Twitter)
Tudo pode ficar ainda pior, se é que isso é possível.
A reunião ofertou aos participantes a prerrogativa da intervenção quanto a aspectos diversos da Saúde, em Mossoró.
“”Nunca vi político, deputado, deputada, aparecendo para ser atendido no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM)”, ironizou o anestesiologista Ronaldo Fixina, da Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM). Para ele, como esse estamento de poder tem meios financeiros e estrutura privada fora de Mossoró, não consegue medir realmente o drama vivido por pacientes, profissionais da Saúde e familiares. A “preocupação” deles com a Saúde é mera peça de retórica.
Passividade do povo
O hematologista Cure de Medeiros, do Hospital do Câncer e Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM), disse estar assustado com “o silêncio dos bons” e a passividade da própria população, que parece ter começado a considerar natural morte de bebês, falta de assistência mínima e tantos outros sofrimentos. “Um dia essas pessoas vão precisar e talvez não tenham atendimento”, previu ele em relação às elites de Mossoró, mas asseverando que a união de todos pode minimizar o caos. “Eu não vou desistir”, declarou.
A médica Jandira Arlete de Freitas, com atuação no Programa Saúde da Família (PSF) desde 1999, criticou a prioridade na construção de UPA´s (Unidades de Pronto-Atendimento), quando o investimento prioritário deveria ser na prevenção, “onde 805 dos problemas podem ser resolvidos”. Para ela, Mossoró perdeu o rumo desse investimento, desperdiçando milhões e concorrendo para essa “vergonha”.
O vereador Genivan Vale (PROS), que é bioquímico-farmacêutico e servidor de carreira da Prefeitura, cobrou da classe médica-hospitalar participação nas discussões orçamentárias do município. Segundo ele, endossando palavras de Jandira Arlete, o investimento em UPA´s “é um equívoco” e de grande custo (cerca de R$ 8 milhões/ano). A prevenção é o caminho, para desafogar hospitais.
Gastos supérfluos
O mesmo vereador lembrou, que a Prefeitura de Mossoró despeja mais de R$ 4 ou 5 milhões por ano em festas, de R$ 5 a 7 milhões em propaganda, numa inversão de prioridade. Também lembrou que o próprio prefeito Francisco José Júnior (PSD) admitiu ter encontrado rombo de mais de R$ 46 milhões, superfaturamento em insulina e gás hospitalar, mas isso não gerou nenhum desdobramento. “Tem dinheiro”, identificou.
Outro raro político presente foi o vereador Tomaz Neto (PDT). Para ele, a crise na Saúde é indisfarçável, mas é também “uma crise moral”, que precisa ser discutida como fonte de boa parte dos problemas.
DIRETOR do Hospital Wilson Rosado (HWR), o cardiologista Bernardo Rosado previu que poderá fechar o atendimento ao sistema SUS no início do próximo ano. Em sua visão, a questão é política e torna-se imprescindível reajuste na tabela desse serviço público. “Está praticamente impossível”, definiu ele.
Representando o Grupo de Ortopedia e Traumatologia de Mossoró, o ortopedista Manoel Fernandes lembrou que há uma relação de favorecimento à Saúde da capital, em detrimento do interior. Procedimentos pagos na capital, pelo Estado, são acima do que é ofertado a Mossoró. E os serviços são os mesmos. Os governadores até aqui, incluindo a mossoroense e pediatra Rosalba Ciarlini (DEM), desprezaram o interior.
Em Natal, o Estado garante 60% do pagamento em “plus” e a Prefeitura suplementa com 40%. Em Mossoró, isto não existe. É como se Mossoró não fizesse parte do Rio Grande do Norte.
Fechamento
O farmacêutico André Néo, representando a Associação Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM), disse que a crise hospitalar é nacional, atingindo hospitais privados e até os filantrópicos. Vários fecharam em Mossoró e estão encerrando atividades pelo país. Mas também apontou que em Natal, por exemplo, o que é pago por uma UTI é o triplo do que a Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) recebia.
A reunião contou com a escassa cobertura da imprensa de Mossoró. Por lá, apenas o editor deste Blog e o jornalista Cézar Alves. Nem TV, nem rádio, nem jornal impresso. Dos cerca de 320 médicos que atuam em Mossoró, cerca de 12 presentes. Da classe política, tão-somente os vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale.
A secretária da Saúde do Município, Leodise Cruz, compareceu. Mas evitou falar. Apenas ouviu, ouviu, ouviu…
Do outro lado da cidade, no Expocenter, estava ocorrendo abertura da Feira de Fruticultura (Expofruit), com maciça presença de políticos, imprensa, além dos mais variados segmentos da sociedade.
O encontro foi promovido pela Associação Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (APAMIM), Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM), Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Clínica de Cirurgia de Mossoró, Grupo de Oftalmologia de Mossoró, Grupo de Ortopedia e Traumatologia de Mossoró, Grupo de Pediatria de Mossoró, Hospital Wilson Rosado (HWR) e Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró.
“Atenção! Nas próximas 36 horas não terá Ortopedista de plantão no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM)! Não foi renovado contrato com médicos!”
O alerta acima foi postado há pouco mais de uma hora, em endereço próprio, no Twitter, pelo ortopedista Manoel Fernandes.
Antes, ele já desabafara assim:
– O secretário de Saúde do Estado (Luiz Roberto Fonseca) pune os Ortopedistas do HRTM. Obriga-os a fazer 10,5/11 plantões no Pronto-socorro. Enquanto no resto do estado é 7 plantões! (sic).
A situação no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) parece um poço sem fundo. São inesgotáveis seus problemas e o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) é um dos mais desacreditados, quanto a compromisso.
Através de redes sociais, hoje o médico ortopedista Manoel Fernandes fez desabafo e cobrança pública ao secretário estadual da Saúde Pública, Luiz Roberto Fonseca.
– Senhor secretário, até agora nada de pagamento dos plantões extras do HRTM! Infelizmente não dar para continuar desta forma! É absurdo! – bradou.
O secretário mandou resposta, também pela Internet: “Amigo… Segunda-feira encaminho a guia de deposito bancário. Dai você vai poder cobrar com o documento em mãos!!!”
Manoel já avisara antes ao próprio secretário, por seu endereço na rede de microblogs Twitter que “plantões extras do HRTM da escala de Traumatologia e Ortopedia serão suspensos este fim de semana, por falta de pagamento!”
Profissionais começaram mês de junho sem receberem sequer o pagamento de abril.
O médico ortopedista Manoel Fernandes faz uma excelente e esclarecedora abordagem sobre a saúde pública em Mossoró/região e Rio Grande do Norte. Mostra, com propriedade, como a falta de vontade política, além de agilidade para sanear problemas, torna o quadro atual ainda pior.
Vale ser lido com atenção o seu pronunciamento, utilizando esta página como canal.
Boa tarde, webleitores e Carlos Santos!
Esclareço que as cirurgias eletivas de traumato-ortopedia de pacientes que são de Mossoró estão sendo realizadas no Hospital Wilson Rosado. E, estão rigorosamente em dia, com exceção de alguns casos que estão em atraso, por falta de material no Brasil. Mas já sendo providenciada a compra.
Com relação à fila de cirurgias eletivas de outras cidades do interior e cidades circunvizinhas, foi dada proposta de execução do serviço em rede credenciada (Hospital Regional Tarcísio Maia-HRTM; Hospital da PM) ao Governo do Estado (Governo Rosalba Ciarlini) por meio do Diretor do HRTM, doutor Eider Barreto.
Isso, há quase 6 meses.
E, nenhuma contra-proposta foi feita!
Temos uma equipe de 8 médicos orto-traumatologista com Residência Medica e com especialização em ombro, joelho e quadril, pronta para executar os serviços que o Estado faz com dificuldade apenas em Natal. Podemos fazer aqui. Basta vontade política.
Manoel Fernandes, médico ortopedista.
Nota do Blog – A manifestação de Manoel é muito interessante e merece uma manifestação do Estado. O Blog, mais uma vez, é fórum de debates e contribui não apenas com notícias, críticas e denúncias, mas também com caminhos à solução de dificuldades enfrentadas por nossa sociedade.
O jornalista Ciro Ney, da Assessoria de Imprensa do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), faz um balanço do período de Carnaval nessa unidade hospitalar de referência, situada em Mossoró.
Pondera, inclusive, sobre denúncia feita pelo ortopedista Manoel Fernandes através de endereço próprio no Twitter, que este Blog reproduziu (veja AQUI).
Leia o que comenta o jornalista, porta-voz da direção do HRTM:
– Quero esclarecer, que no período do carnaval terminado ontem, registramos um total de 833 atendimentos. Desses, 76 somente acidentes em Mossoró e região, deixando o hospital com sua capacidade de atendimento sempre lotado. Também muitas vítimas de agressões e tiros, o que complica o centro cirúrgico, sempre com os profissionais fazendo procedimentos.
E acrescenta: “Na hora em que Manoel Fernanes fez a denúncia, ocondicionador de ar teve problema com o disjuntor, sendo solucionado em pouco mais de vinte minutos. Com relação aos respiradores, talvez naquele momento estivesse em outro local. A direção do hospital teve o maior cuidado em não deixar faltar nada neste período que consideramos crítico.”
Ciro Ney também salienta, que o diretor-geral, doutor Eider Barreto, “esteve presente no hospital para ajudar os colegas no momento de sufoco. A reclamação de Dr. Manoel Fernandes talvez tenha sido em momento de estresse, daí a nossa responsabildiade em esclarecer o público leitor da Coluna do Herzog (Blog Carlos Santos).”
“No HRTM a ausência de respiradores tumultua centro cirúrgico! Apenas uma sala disponível e que vai ser ocupada agora! Única sala disponível e o ar condicionado quebrado! Ou seja, sem condições de cirurgias no HRTM! Caos! Pacientes aguardam condições para cirurgia”.
O relato é do médico ortopedista Manoel Fernandes, durante plantão – hoje à noite – no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) – Mossoró.
“Várias familias estão indignadas no ITEP (Instituto Técnico-científico de Polícia) de Mossoró, porque os corpos deste feriado de Carnaval talvez só sejam liberados às 10h desta quarta-feira 13. Não morra, pois se morrer não tem médico legista no Itep”.
As observações no parágrafo acima são do jornalista Cézar Alves, através do seu endereço no Twitter, mesmo canal de desabafo de Manoel Fernandes.
Só agora vi sua informação, mas cabe alguns esclarecimentos sobre pagamento de plantões extras aos médicos do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM):
1. O pagamento destes plantões, que deveria ser feito em setembro, ainda não saiu, até agora, são 23 hs.
2. Ao sair estes pagamentos em atraso, isto não será atrativo e garantia de retorno dos médicos a fazer plantões extras. Estamos calejados de sermos enganados.
3. O governo precisa fazer a coisa séria e fazer contratos e cumprir os termos dos contratos. Não aceitamos promessas de boca.
4. Caso a prefeita de Mossoró venha a fazer repasse de pagamento, tem que ocorrer contratos entre médicos, PMM e HRTM/ SESAP.
Obrigado e tenha uma boa noite.
Manoel Fernandes – Ortopedista e Traumatologista
Nota do Blog – Ainda hoje deverá ser feito o depósito na conta pessoal dos médicos, conforme o Blog foi informado.
“Verdadeiro inferno no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). Tumulto, pacientes com Fraturas expostas, idosos com fraturas – aguardando desde ontem ortopedistas que não tinham.”
Médico Manoel Fernandes em seu endereço no Twitter.
O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) não tem como atender a pessoas que necessitem de atendimento da sua ortopedia. O final de semana deve ser período de mais drama por lá.
“Não há pagamentos de plantões da ortopedia e médicos nao vão dar plantões no HRTM neste fim de semana. Nao caia de moto”, alerta o médico Manoel Fernandes.
“HRTM não sabe, ninguém sabe quando pagara plantões extras da ortopedia. Por isto os médicos nao acreditam no governo. Não acreditam e não querem mais dar plantões extras”, reitera Manoel.
A lacuna é de pelo menos 15 dias sem ortopedistas no HRTM.