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Rogério Marinho pode assumir Receita Federal do país

Marinho: ascensão (Foto: Fábio Rodrigues)

O ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB) é cotado para assumir novo cargo dentro do Governo Jair Bolsonaro (PSL). A notícia começa a surgir nos bastidores de Brasília.

Com a exoneração (veja AQUI) nesta quarta-feira (11) do secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, ele poderá ocupar esse posto.

Cintra caiu por se movimentar para criar um imposto nos moldes da extinta Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), o que era rechaçado pelo próprio presidente.

Atualmente, Marinho é secretário especial de Previdência.

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Rogério Marinho é cotado para Trabalho e Previdência

O jornal Folha de São Paulo noticia nesta segunda-feira  (3), que o deputado federal não-reeleito Rogério Marinho (PSDB-RN), é nome cotadíssimo para compor equipe do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Rogério não conseguiu se reeleger (Foto: Alex Ferreira)

“Com a extinção e partilha do Ministério do Trabalho, anunciada nesta segunda (3), o relator da reforma trabalhista, o deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), é cotado para ocupar o cargo de secretário adjunto na Secretaria de Trabalho e Previdência. A secretaria ficará dentro do superministério da Economia, que está sendo criado na gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro”, assinalou a Folha.

Marinho é o preferido pelo futuro titular da pasta, o economista Paulo Guedes. Pelo organograma em estudo, Trabalho e Previdência ficam dentro da Secretaria da Receita, que será comandada por Marcos Cintra.

O relatório de Marinho, aprovado pelos deputados em abril do ano passado, alterou cerca de cem pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), atendendo a pleitos históricos do empresariado.

Fim do Ministério do Trabalho

A nova lei criou, por exemplo, a figura do trabalhador intermitente –sem garantia de jornada fixa– e reforçou a terceirização da atividade-fim das empresas.

Personagem importante do governo Temer, Marinho recebeu recursos de vários empresários (arrecadou  R$ 1,6 milhão) durante a campanha eleitoral deste ano, mas não conseguiu se reeleger.

O futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou em entrevista nesta segunda que o governo de Jair Bolsonaro vai extinguir o Ministério do Trabalho.

Segundo Onyx, as atribuições da pasta serão divididas entre Economia, Cidadania e Justiça.

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