Pedro diz que há grande necessidade de concurso (Foto: arquivo)
O Governo do RN esteve reunido com o Ministério Público de Contas para buscar autorização e realizar um grande concurso público para repor quadros de servidores efetivos de quase todos seus órgãos.
“Temos hoje menos 21 mil servidores em relação a 2010 e a maioria já está prestes a se aposentar,” informa em suas redes sociais o secretário de Estado da Administração do Governo do RN, Pedro Lopes.
Levantamento junto aos órgãos aponta necessidade de 14 mil novos servidores. O Governo não tem capacidade financeira para incorporar esse volume e apresentou ao MP de Contas estudo econômico para prover parte daquele número em 2024 e 2025.
Nova rodada ocorrerá dia 3j de julho.
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Na bancada governista na Câmara Municipal de Mossoró, quase ninguém é “queridinho” do Palácio da Resistência, onde a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) será inquilina até 31 de dezembro de 2020.
Mas essa mesma bancada banca seu desgaste, sem quase nada em troca. É uma esperança equilibrista, como na letra de Aldir Blanc para um clássico da Música Popular Brasileira (MPB) – O bêbado e a equilibrista.
Quadro "A balsa da Medusa", óleo sobre tela de Théodore Géricault, no Museu do Louvre em Paris
A rebelião dos vereadores em votações pontuais e discursos ocasionais, em verdade pouco impactou a vida do Executivo, mas lhe poupou de prejuízos incomensuráveis, talvez agora ignorados pela prefeita e o líder do seu sistema – ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado.
Daqui para frente, será difícil para boa parcela desses parlamentares se livrar do peso do desgaste governista e de seus próprios pecados em votações e omissões.
O Palácio da Resistência vai escolher prioridades, sendo a primeira a própria reeleição da prefeita. Pela Câmara Municipal, um ou outro terá injeção diferenciada para igual feito. Já à maioria caberá o canibalismo pela sobrevivência, formando chapão em algum bote salva-vidas partidário.
Numa analogia, será a reprodução política da história da Fragata Medusa (1816) – veja AQUI, síntese de egoísmo e selvageria humanos, em nome da própria subsistência.
É o preço dessa relação de consórcio ou conluio com o governo, em que só um lado ganha e sempre a sociedade sai perdendo. Parceria entre machado e pescoço.
Rosalba é o machado, mas é o eleitor quem tem a força.
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