Mossoró vai passar a ter uma revendedora da primeira moto elétrica fabricada no pais. A Voltz EVS é um veículo com tecnologia nacional e potência de 3000 watts (pico de 7000 watts), proporcionando velocidade de até 120km/h e autonomia da ordem de 240km.

No estado, a Organização das Cooperativas do Rio Grande do Norte (OCERN) é sua representante oficial . Em Mossoró, o advogado Alexandre Nóbrega foi escolhido para exclusividade da marca da Voltz Motors (veja AQUI).
O modelo, estilo “street”, como a maioria das motos vendidas no mercado nacional, apresenta-se como a primeira moto “inteligente” do Brasil, destaca reportagem especial publicada no UOL. Controlada por um aplicativo, a Voltz EVS também exibe informações do smartphone na tela TFT do painel digital. Iluminação full-LED e alto-falantes bluetooth completam o pacote futurista do modelo.
A empresa afirma ainda que o monitoramento por nuvem de suas motos elétricas permite localizar facilmente até mesmo a bateria, caso seja ativada. A localização em tempo real também deve baratear o prêmio do seguro dos modelos, aposta a Voltz, que utiliza duas baterias de íons de lítio Samsung, no espaço onde seria o tanque de gasolina.
Pré-venda e investimento milionário
“A gente tem recebido dezenas de pedidos sem que tenhamos feito qualquer divulgação, apenas circulando com um modelo. Daí, até fomos obrigados a apressar logo a pré-venda”, diz Alexandre Nóbrega, citando o WhatsApp para contato (84) 9-9699-555.

A startup pernambucana de motos elétricas Voltz anunciou em maio desse ano, que recebeu um aporte de R$ 100 milhões em rodada liderada pela Creditas e pelo Grupo Ultra, controladora dos postos Ipiranga, por meio do seu braço de investimentos, o UVC (veja AQUI e AQUI).
Dono de uma distribuidora de motopeças em Recife (PE), o pernambucano Renato Villar em 2017 resolveu investir numa alternativa futurista de transporte. Com recursos próprios apostou e acertou em cheio na inovação, que deve ter um boom nos próximos anos.
A produção, hoje feita em Cabo de Santo Agostinho (PE), será transferida para Manaus (AM), onde a planta terá capacidade para produzir 15 mil motos por mês, e a possibilidade de ampliar rapidamente esse volume para 35 mil unidades.
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