Os partidos que abrigam os principais e mais tradicionais nomes da política de Mossoró estão em dificuldades. Não conseguem fechar uma sólida nominata a vereador.
O cenário é bem diferente do que ocorria há alguns anos, em pré-campanhas municipais anteriores. Eles ditavam as regras, selecionavam nomes, definiam alianças etc.
Diziam quem seria ou não candidato. Uns seriam figurantes; outros eram prontos para ser eleitos.
O PP da ex-governadora, ex-prefeita e pré-candidata a prefeito Rosalba Ciarlini buscará aliança para dar maior robustez aos seus nomes preferenciais à Câmara Municipal de Mossoró.
Não consegue fechar nominata inteira.
No PMDB da ex-prefeita Fafá Rosado não é diferente. Partido que já foi uma ‘grife’ na política paroquial, vive período de incertezas e de baixa motivação, não obstante ter dois vereadores (Alex Moacir e Izabel Montenegro).
Quanto ao PSB da ex-prefeita e ex-deputada federal Sandra Rosado, o quadro é também complicado.
Complicadíssimo!
O PSB tem um vereador – Lahyrinho Rosado – e outro debandou para o PSDB – Vingt-un Rosado Neto. Hoje, não tem pré-candidatos suficientes para garantir sequer a reeleição de Lahyrinho na montagem de uma “esteira”.
Paralelamente, diversos partidos fora do controle dos três grupos da raiz Rosado seguem em ebulição. Alguns têm dificuldade de fechamento de nominata, mas por excesso de pré-candidatos.
Outros possuem alianças já praticamente formadas.
Sem o controle da Prefeitura, distante da cadeira do Governo do Estado e apenas com um mandato federal (Beto Rosado) e dois na Câmara Municipal, os Rosado experimentam novas e perturbadoras exigências políticas.
A disputa municipal deste ano é a chance de recuperar fôlego.
Porém não significa que mesmo vencendo, todos ganhem.
É… o sinal dos tempos!
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