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Município de Mossoró tem alta capacidade de oxigênio medicinal

Uma das usinas da PMM em funcionamento (Foto: arquivo)
Uma das usinas da PMM em funcionamento (Foto: arquivo)

A situação em Mossoró em relação à capacidade instalada à produção de oxigênio medicinal-hospitalar, mesmo com sobrecarga no atendimento a doentes com a Covid-19, é diferenciada e bem favorável.

Prefeitura de Mossoró tem três usinas próprias, com duas na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Belo Horizonte e outra na UPA do Santo Antônio.

“Mossoró é uma cidade preparada para essa situação. Não acredito que a gente vá passar por esse quadro ocorrido no Amazonas e que já se observa noutros estados”, disse a secretária municipal da Saúde, Morgana Dantas, pronunciando-se a pedido do Blog Carlos Santos.

Hospitais

O Hospital São Luiz (hospital de campanha) tem usina própria e o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) dispõe de um tanque.

O Hospital Wilson Rosado (HWR) é outro com usina para esse item fundamental à sobrevivência de pacientes nas UTIs Covid-19.

Leia também: Prefeitura de Mossoró socorre Guamaré com oxigênio medicinal.

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Município admite débito mas diz garantir oxigênio a pacientes

PMM diz que 82 pacientes são atendidos (Foto ilustrativa)

A Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura Municipal de Mossoró dá sua versão quanto à denúncia (veja AQUI) do vereador Raério Araújo (PSD) – publicada nesta página -, que atesta falta de oxigênio hospitalar para atendimento a pacientes.

Admite que há débito, garante que tem procurado sanar essas dívidas e assegura que nenhum dos 82 pacientes atendidos pelo serviço está sem abastecimento. Mas não diz se o abastecimento tem quebra de regularidade (reduzido), conforme apontou o parlamentar. Veja abaixo:

Nota de Esclarecimento

A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Mossoró informa que nenhum dos 82 pacientes que participam do Programa de Oxigenoterapia ficou sem oxigênio na cidade.

O município está negociando alguns débitos junto ao fornecedor, mas em nenhum momento a empresa suspendeu o abastecimento para os usuários.

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Prefeitura deve mais de R$ 1,7 milhão por serviço de oxigênio

Serviço é vital ao sistema de saúde (Foto: Luciano Lellys)

Do Blog Carol Ribeiro

A Prefeitura Municipal de Mossoró tem mais uma dívida contabilizada. O valor é R$ 1.727.100,00. Os dados são da empresa Pharmagas, que fornece oxigênio hospitalar à municipalidade para utilização no sistema público de Saúde.

A informação foi repassada pelo vereador Ozaniel Mesquita (PL), no programa Cenário Político (TCM Telecom).

A empresa possui dois contratos com o Executivo Municipal, um com a Usina de Oxigênio, com enchimento de cilindros que abastecem todas UPAs, incluindo transporte, reservas e todo consumo do município; e outro contrato para atendimento domiciliar “Home Care” com locação de concentradores de oxigênio portátil para uso dos pacientes em casa; e o fornecimento de todos cilindros e oxigênio, bem como sua entrega e distribuição nos locais.

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Paciente precisa de oxigênio para sobreviver

Sr. Carlos Santos,

Venho através desse conceituado Blog expor a minha indignação no tocante ao genocídio que está para ser praticado pela Prefeitura de Mossoró para com os pacientes que dependem do oxigênio medicinal para se manterem vivos.

Esse desabafo vem em um momento em que assisto o desespero de uma família humilde aqui no Santo Antônio, que nesse instante levanta um clamor entre os vizinhos para conseguir comprar uma bala de oxigênio para manter seu ente querido vivo durante essa noite que se inicia.

Segundo relatos dos mesmos, a empresa fornecedora suspendeu desde a manhã de hoje o fornecimento por não ter mais condições de continuar o atendimento devido a um débito em aberto da Prefeitura de Mossoró, relatando que chegou ao seu limite não tendo mais o suporte financeiro para continuar atendendo à grande demanda sem receber os valores pendentes,para tb cumprir seus débitos para com a empresa que os fornece.

Como já percebi através de outros acontecimentos que você é uma pessoa que se solidariza para com aqueles que buscam por justiça através desse instrumento de comunicação, te implo: nos ajude a levar esses gritos dessa família que assiste seu familiar morrer por falta de oxigênio.

A Secretaria da Saúde foi procurada para se tentar resolver o problema, porém o que se encontrou no centro administrativo foi os corredores vazios e e sem ninguém que pudesse dar uma informação que se levasse a resolver a questão, pedimos socorro, vidas estão em jogo.

Tales Holanda (Roberto Fonseca)

Nota do Blog – Nossa página reproduz esse apelo, em face da gravidade do que é relatado.

Mas cobra mais esclarecimentos, como por exemplo o nome do paciente que estaria nessa situação, com endereço e algum telefone para contato.

Ao mesmo tempo, pede para que o Webleitor informe qual seu nome em si. Apresenta-se com Roberto e Tales.

De qualquer modo, está posto o caso e aguardamos poder ser útil.

Câmara bate-boca e freia instalação de sua primeira CEI

Emperrou, mais uma vez, tentativa de instalação de uma Comissão Especial de Investigação (CEI) na Câmara de Mossoró.

A sessão de hoje se alongou, mas a decisão quanto ao pedido de uma CEI para apurar compra supostamente superfaturada de oxigênio hospitalar e insulina, terminou não avançando.

Oposição e bancada governista bateram boca em plenário.

O presidente da Casa, Francisco Carlos (PV), jogou definição para a próxima semana. Arguiu que haveria controvérsia na petição.

Empurrou para a Procuradoria do próprio Legislativo, a emissão de parecer sobre o pedido da CEI.

O requerimento para instalação da CEI – protocolado ontem AQUI -chegou a ser lido em plenário. Porém o governismo e o presidente não deixaram que fosse oficializada.

Justiça

A oposição promete recorrer até a instrumento judicial, se preciso, para assegurar a CEI.

Foi o próprio prefeito Francisco José Júnior (PSD) que disse na Câmara e à imprensa, em momentos distintos, que havia preços superdimensionados nos produtos. À ocasião, ele era prefeito provisório.

Os governos a serem investigados são da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB) e prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM).

A Câmara de Mossoró nunca, absolutamente nunca, instalou uma CEI em qualquer uma de suas legislaturas.

Parece brincadeira, mas não é.