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Família Frias racha e ameaça futuro da Folha de São Paulo

Por Mariana Barbosa (Brazil Journal)

A Folha de São P aulo trocou hoje (segunda-feira, 18) seu comando editorial em meio a uma disputa entre os irmãos Frias, aumentando a incerteza sobre o futuro de  um dos maiores jornais do país, numa época de polarização política inédita.

Maria Cristina Frias – que assumira o cargo de Diretora de Redação há seis meses, depois da morte do irmão Otávio Frias Filho – foi ‘destituída’ hoje pelo irmão mais n ovo, Luiz Frias.

O jornalista Sérgio Dávila, que estava há nove anos no cargo de Secretário de Redação e tem 25 de jornal, assumiu o posto.

A disputa que põe em risco a sobrevivência do jornal e deve chegar à Justiça, envolve uma tentativa de reestruturação societária do Grupo Folha e a distribuição de dividendos dos negócios lucrativos da família.

Bilhões

O Grupo Folha controla o UOL, que por sua vez controla o PagSeguro. Ambos os negócios foram criados por Luiz Frias enquanto Otávio e Maria Cristina se dedicavam ao jornal.

A Folhapar tem 64,4% do UOL, e Luiz Frias tem dois terços da Folhapar. O outro terço pertence à Empresa Folha da Manhã, que edita o jornal.

Ano passado, o UOL levantou cerca de US$ 1,17 bilhão no IPO do PagSeguro. A companhia hoje vale US$ 9,4 bilhões na Bolsa de Nova York.

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MP pede suspensão da venda de ingressos para Brasil e Bolívia

O Ministério Público do Rio Grande do Norte, por meio da Promotoria de Defesa do Consumidor de Natal, ajuizou no plantão judicial de hoje (24) Ação Civil Pública pedindo a suspensão imediata da venda de ingressos para o jogo Brasil e Bolívia (marcado para o dia 6 de outubro) oriundos da devolução de análise de crédito.

De acordo com a inicial da ACP, o sistema PagSeguro injustificadamente recusou o pagamento de milhares de compras efetuadas pelos consumidores esta semana quando abriram as vendas online. Consta como rés na ação a Confederação Brasileira de Futebol – CBF, o site designado para operar as vendas Guichê Web e a empresa responsável por operacionalizar as transações com cartão de crédito PagSeguro.

Os ingressos dessas compras recusadas seriam colocados à venda na segunda-feira (26). Também consta no pedido liminar que as empresas rés encaminhem, no prazo de 48 horas, relação nominal de todos os consumidores e seus respectivos processos de compra que foram recusados, revisem todos os processos de compra que tiveram recusa injustificada no pagamento, e, em caso de novas recusas, que sejam apresentadas justificativas individualizadas, caso a caso, com a devida comunicação ao consumidor interessado.

Por fim, consta um pedido de dano moral coletivo no valor de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) a ser convertido ao Fundo Estadual de Defesa ao Consumidor, instituído pela Lei Estadual nº 6.872/97.

A Promotoria do Consumidor orienta ainda que os consumidores que tiveram a compra de ingresso cancelada ou recusada que encaminhem cópia da mensagem comunicando a recusa da compra, enviada por e-mail pela empresa PagSeguro para o endereço consumidor.natal@gmail.com, com a finalidade de  colaboração para levantamento de provas que possam melhor subsidiar o processo.

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